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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Bye São Paulo, Olá Brasília!!!

15 de Novembro
Turnê 2015 dia #11, São Paulo dia #5 e #1 em Brasília 





Mais um dia pós show.


Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê: Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas em São Paulo...

São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em 2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.




Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael (membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :), almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram – virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)


Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/

Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia Azul.




Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta de...de... morros).


Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade), Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já merecida.


Boa noite, Brasília!   




sábado, 5 de dezembro de 2015

Dois pelo preço de um em São Paulo

12 e 13 de Novembro
Turnê 2015 dias #8 e #9, São Paulo dias #2 e #3


Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro, faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos – com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.


Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas) buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter adorado essa dieta).



Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e vindas (ou tentativas de ir e vir).


Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista)  que enfim havíamos chegado a cidade... com seu cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio, Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).



Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos para onde ir e além de tudo, já era noite.

Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo depois foi a vez do Danilo.

Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de todos.

Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/



Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o anterior...





A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que chegou já no finzinho.

Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a todo instante quem eram os que faltavam.

Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.



Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta feira 13!). A chuva estava anunciada.


Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).

Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar :)








terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meu primeiro show do Pearl Jam.


Por Tiago Camelo

Ha três anos vivia umas das experiências mais emocionantes dessas minhas quase três décadas de existência. Uma paixão, iniciada na minha puberdade, com uma fita K7 velha que reproduzia mais barulho a música. O álbum era o Yield do Pearl Jam e, enquanto todos achavam apenas Do The Evolution a única faixa legal, eu curtia cada canção de uma ponta a outra.
Em 2005, na primeira vinda da banda ao Brasil, me conformei em ficar alheio aos shows. Já em 2011 as expectativas já começaram um ano antes.
A ideia inicial era ir a São Paulo, devido a um amigo, mas por causa de um descuido, não consegui ingressos, então comecei o plano B. Na época não fazia muita questão de conhecer o Rio de Janeiro (Não me preguntem por que?), as opções se limitaram a Curitiba e Porto Alegre, como Rio Grande do Sul sempre me pareceu atraente, não tive dúvidas em escolher meu destino e de Nádia, até o Pearl Jam que ainda foi uma viagem a dois inesquecível.
Logo de início fomos super bem recebidos pelo taxista que nos levou a cidade baixa, bairro onde ficamos hospedados. O primeiro dia foi leve, apenas uma volta ao centro, conhecer os prédios históricos e um bar-pub a noite esquentando para o grande dia.
O 11/11/2011 foi um pouco que bipolar, há exatos três meses havia perdido meu pai, a lembrança desta data me perseguiu em meio a felicidade e as expectativas para a noite, as horas na fila, nove no total, não foram incomodas para quem estava prestes a realizar um sonho. Quando  Morning Passages do Philip Glass começou a tocar e o Pearl Jam entrou tudo se tornou mágico, surreal, indescritível. Para minha surpresa fiquei muito emocionado em Just Breathe e Oceans, composições que faziam parte da minha “lista B”, Alive passou a trazer mais sentido a minha vida depois do show.
No dia seguinte, fomos a Gramado, mesmo com as belezas da cidade, ainda estava extasiado, não caia a ficha da noite anterior. No domingo, ja de volta a Porto Alegre, relaxando o Parque da Redenção confirmava com Nádia o ocorrido de sexta-feira que sempre, isso mesmo, por mais de uma vez, respondia, com um sorriso, que sim.
Até hoje as memórias estão vivas e o desejo de retornar ao Rio Grande do Sul em 2015, agora também para rever amigos que conheci por meio do Pearl Jam, são enormes. Quem sabe, daqui a pouco menos de um ano, eu não esteja escrevendo aqui sobre isso?


Setlist: Pearl Jam ao vivo em Porto Alegre (11/11/2001).

·  Why Go 
·  Do the Evolution 
·  Severed Hand 
·  Corduroy 
·  Got Some 
·  Low Light 
·  Given to Fly 
·  Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 
·  Even Flow 
·  Unthought Known 
·  Present Tense 
·  Daughter (Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It's Ok Tag)
·  1/2 Full 
·  Wishlist 
·  Rats 
·  State of Love and Trust 
·  Black 
·  Encore:
·  Just Breathe 
·  Oceans 
·  Comatose 
·  Light Years 
·  I Believe in Miracles (Ramones cover)
·  The Fixer 
·  Rearviewmirror 
·  Encore 2:
·  Last Kiss (Wayne Cochran cover)
·  Better Man 
·  Crazy Mary (Victoria Williams cover)
·  Jeremy 
·  Alive 
·  Rockin' in the Free World (Neil Young cover)
·  Indifference 
·  Yellow Ledbetter