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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Viagens Não Jammers - Paraná

##### Viagens Não Jammers #####
Por Tarso Marques

Você 'caiu' nessa pagina agora e fica se perguntando o que tem a ver um blog com a descrição de 'história de Cearenses que cruzam o País para ver shows do Pearl Jam' com uma postagem sobre viagens em cidades em que a banda nem ta tocando??? Bom, não só de viagens 'Jammers' vivemos, né?

Voltamos das nossas férias de uma semana por algumas cidades do Paraná (e de algumas de fora). Tudo foi bom demais. Bom mesmo. Mais uma vez Pablo segurou bem o ritmo frenético de ir a vários lugares que Eu e Adelana já adquirimos. Tá certo que entre um ponto e outro ele tira aquele cochilo, mas vamos combinar que isso é super bem vindo :)
Quando resolvemos a viagem ao Paraná, Lara & Cia moravam em Paranaguá, cidade litorânea e perto de Curitiba. Visualizávamos estadias divididas entre essas duas cidades e mais algumas por Santa Catarina, o estado vizinho... meses antes da viagem, tudo mudou, a turma do Paraná foi morar em Cascavel, longe de Curitiba e do outro lado do estado. Longe de Curitiba e um ‘perto longe’ de Foz do Iguaçu. Tivemos que reorganizar tudo.
Quando percebemos que tudo iria mudar, ficamos de cabelo em pé! A ideia cigana de percorrer Santa Catarina era algo que nos encantava bastante, mas hoje, após viver tudo que vivemos, percebemos que a mudança foi algo bem vindo. No fim das contas, também vivemos uma viagem cigana, em 7 dias visitamos: Cascavel, Foz do Iguaçu, Ciudad del Este (Paraguai), Puerto Iguazú (Argentina), Curitiba e Morretes. Bom, não?


Dia #1, Quarta-Feira: Aeroportos - 3 decolagens e 3 pousos no mesmo dia...

Já que as passagens foram compradas com a intenção de ir a Curitiba/Paranaguá, a rota obviamente seguia esse translato. Após a mudança de endereço, tentamos mudar o destino de Curitiba pra Foz. Não deu certo. As taxas para a mudança são altíssimas e comprar o roteiro Curitiba-Foz-Curitiba ficou mais em conta!

A energia infantil do Pablo nos acalma em alto ar. Incrível como não consigo um lugar relaxante nas cadeiras de avião. Não demoramos muito nos aeroportos de Guarulhos e Curitiba, mesmo assim a viagem foi dessa forma: saímos 9 da manhã de Fortaleza e chegamos as 7 da noite em Foz do Iguaçu – para depois disso tudo ainda enfrentar mais de uma hora até Cascavel (de carro).
 - De Fortaleza a SP: 3 horas – De SP a Curitiba: 50 minutos (tempo de uma cerveja no avião) – de Curitiba a Foz: 50 minutos (tempo de outra cerveja).
- De Foz a Cascavel, pouco mais de uma hora de carro...mas aí já estávamos com a sensação de ‘estar’ em casa. Leandro e Anny estavam conosco :)


Dia #2, Quinta-feira: Cascavel – Linda


Após os voos e carro na estrada, chegamos perto das 9 da noite na linda Cascavel. 



E quem nos recebe em casa? Lara, Lina e meu Pai! Isso mesmo. Acho que já havia falado aqui no blog, mas meu Pai e a Lina foram um dia antes para Cascavel. Colônia cearense em terras paranaenses.
Saímos no fim da manhã para passear pela cidade. Tudo muito limpo e organizado. Cascavel é do tipo da cidade que você imagina que a sua posso vir a ser. Fomos até o zoológico da cidade que fica em um grande bosque/parque. Detalhe é que não visualizamos seguranças na parte da entrada do Zoo, na parte do estacionamento idem e dentro do próprio zoológico também. Vale lembrar que o zoo é dentro de uma grande área verde com varias trilhas.



Após o zoo fomos a um grande lago ecologicamente/socialmente correto, com espaço para exercícios físicos pra dar e vender. Depois mais uma rodada pela cidade para constatar mais ainda a beleza dela.
No inicio da noite resolvemos que no dia seguinte iriamos para Foz do Iguaçu e ver se a cidade era as ‘cataratas’ toda que todos costumam dizer.


Dia #3, Sexta-feira: Foz do Iguaçu – Cataratas de Deus!


Ir a Foz e não visitar as Cataratas é como ir ao espaço e não visualizar o Sol ou a Lua. Chegamos a Foz e o nosso objetivo inicial era deixar as malas no hotel e ir direto ao Parque Nacional (lugar das Cataratas). Chegamos a Foz depois de Uma da tarde e o Parque Nacional funciona até as 5 (abre as 9 da manhã). Na chegada e durante o percurso, sentimos na pele o quanto o clima de Foz é parecido com Fortaleza. Quente!
Do hotel fomos ao Parque de ônibus que passava na rua paralela a do hotel. Descemos em frente (alias, lá é o ‘fim da linha’). Os valores para entrada do Parque Nacional são de acordo com a nacionalidade, o Brasileiro paga mais barato (clique aqui e veja os valores e o site do PN).



O lugar é lindo e antes de escrever sobre, já te adianto que vale a pena demais ir lá.
Após a compra dos ingressos, entramos em um ônibus especial (com dois andares sendo que o de cima é ‘aberto’) que nos leva as Cataratas. Porem, até antes da ‘parada’ das Cataratas, existem outras onde você pode descer e fazer trilhas. De poucos em poucos minutos passa outro ônibus. De ida ou volta.
O caminho que o ônibus percorre é ‘a la’ The Walking Dead (Seriado). Pra quem assiste a serie, a sensação de que a qualquer momento um zumbi vai sair das matas já é um atrativo. Buu!
Descemos na primeira parada que já se permite visualizar as Cataratas. O lugar é sensacional. E olha que a gente ainda visualiza de longe. Em seguida andamos em uma trilha até a parte que podemos ver de tão perto as quedas d’agua que chegamos a se molhar. Vá de roupas leves, pelo jeito lá é quente por boa parte do ano.





No percurso pelas trilhas somos alertados para ter cuidado com as Quatis, que são bichos que ficam livres pela mata e que se ver alguém comendo algo, podem avançar para tomar o alimento. O animal pode transmitir a raiva. Cruzamos com alguns durante o percurso e o animal é dócil e pelo jeito, são acostumados com o vem e vai das pessoas.

Descrever que o lugar é lindo é chover no molhado. É algo de Deus, essa é a mais pura verdade. O barulho e a constância da queda d’agua nos mostra algo poderoso e que pra nós só resta comtemplar. Divino aquilo.

Dia #4, Sábado: Brasil/Paraguai/Argentina - 3 países no mesmo dia e Palmas para a aniversariante!


Ciudad del Este, Paraguai
Esse dia foi algo sensacional! O dia começou cedo em Foz, havíamos fechado com uma Van para nos levar ao Paraguai – Ciudad Del Este – cruzamos a Ponte da Amizade com um engarrafamento nada gentil. A entrada de Cidade de Leste é uma piada. As reportagens que assistimos as vezes na TV é balela ou matéria paga, só pode. A verdade é que os primeiros metros quadrados do Paraguai pós Ponte ‘são do Brasil’, a língua portuguesa impera ali e desconfio que 90% da grana que rola ali seja de brasileiros. Nesse dia e no dia anterior, estavam Eu, Adelana e Pablo – meu Pai, Lina e a turma de Cascavel estavam a caminho de Foz.
Depois descobrimos que Sábado é um péssimo dia para visitar Cidade de Leste. Um formigueiro humano que se espreme entre as ruas pequenas e com ladeiras aqui e ali para complicar, com pequenas bancas nas calçadas nos forçando a muitas vezes andar pelas ruas sem sinalização que acaba transformando o transito parecido com que vemos na Índia. Enfim...algo sem lei. Isso tudo sem citar os vendedores ou malas que ficam a todo instante perguntando o repetido ‘O que procura, amigo?’.

O certo é que não fomos em um boa dia para se visitar pela primeira vez a cidade, como disse antes, o Sábado é conhecido como um dia cheio por lá. Além de tudo, fomos com a intenção de conhecer, não tinha nada em mente para comprar ou olhar valor, então acabou sendo só um lugar para caminhar, mas valeu a experiência, em uma próxima já sabemos ‘que armas usar’. Por falar em armas...é fácil ver armas (revolveres/escopetas/arma de choque) nas mãos de camelos. Tudo a venda.

Voltamos do Paraguai, na Van que estávamos haviam outros turistas, alguns trouxeram metade da cidade e por um instante fiquei na duvida se iria dar ‘bode’ a travessia de volta com tanta tralha. Sem problemas. Tanto o lado Paraguaio faz vista grossa quanto o lado brasileiro. É um bunda lê lê aquilo lá.
Chegamos com o cair do Sol no hotel, a turma de Cascavel já estava também em Foz. Eles tinham ido ao Parque Nacional. Nos falamos e foi descoberto por eles no hotel que eles estavam um guia com van que apartir dali seria o guia definitivo.
Combinamos de ir à Argentina a noite...

Puerto Iguazú, Argentina
(Justamente) Um ano depois estávamos Eu e Adelana entregando nossos documentos para ingressar em terras portenhas. Dessa vez a companhia do Pablo (além do restante da turma, claro) foi sensacional. Ele que durante todo o ano ficou falando em Argentina, após a nossa visita sem ele ao país vizinho.




Antes de parar para comer algo, fomos até o Marco das 3 fronteiras do lado argentino, como era noite, infelizmente não visualizamos os três países de forma clara, enxergamos apenas luzes e só assim ficamos sabendo que um a das luzes era o Paraguai e as outras era o Brasil. De dia aquilo ali deve ser bem mais legal.
No restaurante, já próximo da meia noite e a passagem para o dia 6 de Abril, surgiu a ideia dos parabéns surpresa a Adelana. Anny foi a organizadora de tudo e um pequeno bolo e champanhe foi providenciado pelo restaurante. Festa! Palmas e parabéns para a Adelana em terras portenhas. Um ano depois a história se repete e o mais bacana é que no inicio de tudo, no inicio da ideia da viagem, não pensamos que isso iria acontecer em terras argentinas de novo. Durante os ‘parabéns a você’, Pablo olha pra mim e diz: ‘de quem é o aniversário???’ e Eu respondo: ‘da Mamãe!’, ele arregalou os olhos e passou a cantar e bater palmas \o/
Após o jantar, ainda fomos a um Cassino para matar a vontade de meu Pai de conhecer um. Quando estava lá me senti naqueles filmes que mostram todo o glamour dos cassinos. Legal e com entrada franca.
O dia que teve inicio no café da manhã farto do hotel no Brasil, passou por almoço brasileiro no Paraguai e terminou em um jantar tipicamente argentino, só poderia ser sim classificado com um dos dias mais sensacionais e inesquecíveis. Pra quem mora perto ou em Foz, atravessar as fronteiras Paraguaias e Argentinas é algo bobo e normal, mas pra quem vem de um lugar que a fronteira internacional mais próxima é o mar, viver um dia em 3 países diferentes é algo incrível. Baita dia!

Dia #5, Domingo: Foz do Iguaçu – Grandeza de Itaipú, Sossego milenar e Um mundo Ruivo


No domingo fomos conhecer a Itaipu (Complexo da Usina Hidrelétrica), a entrada é paga e igualmente ao Parque Nacional, com valores diferentes para nacionalidades. São vários tipos de passeios, entre eles, um com visita a animais da região que vivem em um zoológico. O lugar é grandão. Antes de iniciar o passeio, assistimos um filme em uma enorme sala de cinema. Tudo ali é gigantesco e organizado. O ônibus que nos leva é no estilo de turismo (com dois andares e o de cima sendo aberto), com velocidade baixa e monitor passando informação durante o percurso até a barragem. Infelizmente a época não é de chuva, e não estava jorrando os tantos ‘zilhões de cubos d’agua’ a vontade.

Engraçado é que em Foz do Iguaçu temos duas grandes atrações: Parque Nacional e a Itaipu. A parte em que temos acesso ao complexo de Itaipu é em terras brasileiras, porem tudo nela é dividida entre Brasil-Paraguai. Já as Cataratas, são duas: a do Brasil e a outra da Argentina.


Depois de ficarmos de boca aberta com o tamanho daquelas paredes históricas, fomos ao Templo Budista, um lugar zen no ultimo volume. Porém ficamos pouco tempo por lá. Existia ainda a ideia de ir ao marco das 3 fronteiras no lado brasileiro, mas não deu certo :(
A noite de Domingo ainda reservava a nós um encontro com uma amiga nossa do tempo em que falávamos bastante com fãs do Nando Reis espalhados pelo país. Ela mora em Foz. Foi bacana o encontro, além de tudo, e apesar de ter sido no ultimo dia de nossa estadia, nos fez entender alguns pontos em relação ao vai e vem nas fronteiras.

Dia #6 Segunda-feira: Curitiba – Frio? Onde?


Saímos de Foz as 5 da matina, acordamos as 3. Fomos ao aeroporto junto do meu Pai e a Lina (o voo deles seria uma hora após o nosso, porém eles iriam retornar pra casa). Chegamos em Curitiba as 6 e as 7 já estávamos no hotel. Até aqui o frio estava bacana, mas depois disso, tudo virou calor. De vez em quando soprava uma brisa interessante, mas só. De cara recebemos uma noticia não muito agradável: o ônibus de turismo que percorre todos os pontos turísticos da cidade e que nos dá a opção de descer de um ônibus e subir em um próximo, não funcionava as Segundas-feiras. Pensamos em fazer o passeio que estávamos pensando em fazer no dia seguinte (Cidade de Morretes), mas daí imaginamos que a parte histórica/turística poderia estar fechada, no caso, seria pior.
Fazer um passeio por vários pontos dentro da cidade de taxi? Não. Isso seria uma loucura. Fomos de ônibus, que por sinal em Curitiba funciona e muito bem.







Voltamos a alguns lugares que fomos em 2005, dessa vez com o Pablo conosco, foi bem melhor. A cidade segue bonita, os pontos turísticos seguem da mesma forma. Comparei algumas fotos que tiramos em 2005 e até as cores nos locais são os mesmos (quer dizer, as prefeituras que entram e saem não pintam a cidade com as ‘cores’ do partido), a limpeza idem.
Quando percebemos, estávamos os 3 deitados em um dos parques que visitamos naquela tarde. Eram umas 4 da tarde e foi aí que percebi a quantidade de tempo que estávamos acordados. Pablo mais uma vez segurou bem e pelo jeito ele também gosta muito da maneira ‘não ficamos parados’ em viagem. Que bom.
Andamos ainda um pouco pelo centro na volta, nos perdemos um pouco e em seguida fomos andando até o hotel.


Dia #7, Terça-feira: Morretes – Barreado para turista comer





Morretes é uma pequena cidade ao leste do Paraná, fica bem próxima a Paranaguá. Já havíamos visitado Morretes em 2005 e a volta lá era uma espécie de ‘volta no tempo’. E foi mesmo. Igualmente a Curitiba, a cidade segue da mesma forma (apesar de uma enxurrada/grande chuva que ‘ela’ enfrentou alguns anos atrás), com suas ruas pequenas e placas com o prato principal da região expostos a cada esquina. Obvio que mais uma vez provamos o Barreado. E mais uma vez fiquei com a sensação que uma porção de Barreado serve umas 5 pessoas tranquilamente. Dessa vez o garçom nos mostrou o preparo com uma brincadeira no final...onde ele simplesmente, após preparar a porção no prato, o ergue e o deixa de cabeça pra baixo e não cai nada. Imagina como aquilo fica na barriga. Hahahahaha







A tarde em Morretes foi calma, ficamos um bom tempo sentados a mesa, Pablo brincando em brinquedos do restaurante. Acho que estávamos precisando do descanso e o Pablo, de brincadeiras ao ar livre.





Dia #8, Quarta-feira: Curitiba-Fortaleza – A maior das recordações


Chegamos ao ultimo dia da viagem. Tínhamos algumas tarefas a fazer naquela manhã, a principal delas: ir até a Pedreira (local do show do Pearl Jam em 2005) e a Opera de Arame. Na chegada a Curitiba fomos alertados que a Opera estava em reforma e a visitação livre a Pedreira não era permitida. Apesar disso resolvemos ir de qualquer forma. E sim, a Opera estava em reformas, mas mesmo assim podemos ir até ‘a porta’ e tirar algumas fotos, já a Pedreira, infelizmente não podemos ir até a área que é realizada os shows :(
E mais uma vez, nos espantamos como tudo ao redor, inclusive as lojas e alguns bares, continuam da mesma forma. A ida a Curitiba foi uma ‘volta no tempo’. Deu pra ‘rever’ muita coisa boa que aconteceu conosco naquela que foi a primeira viagem em que Eu e Adelana fomos ‘sozinhos’. Isso é, sem a companhia de familiares.

Por fim e antes das dicas que vou dar, o conselho que dou é: viaje e deixe de lado problemas que só servem para nos ‘matar’ aos poucos. Quando criança, escutamos muito o tal do ‘a vida é curta’ e realmente é a mais pura verdade, quando se percebe, um mundo de anos e oportunidades já se passaram por nossas mãos. Viaje! Conheça novos lugares e pessoas. Fica a dica :)


Dica...
* Não vá a Ciudad Del Este (Paraguai) nas Quartas ou Sábados, esses dias são conhecidos como o dia dos muambeiros. E se for fazer compras, pesquise bastante antes sobre o produto que vai comprar.
* O hotel que nos hospedamos em Foz é o Hotel Danny (ou dany). Recomendo. Localização boa (vizinho a uma grande padaria que nos salvou muitas vezes, inclusive no almoço). 
* Em Foz, da pra ir tranquilo de ônibus para o Parque Nacional ou Itaipu.
* Quer uma Van? Liga pro Vladimir: 45 99743278 e feche um pacote com ele pra ir em vários lugares.
* Curitiba e Cascavel: frio
* Foz, Ciudad Del Este e Morretes: Calor
* Puerto Iguazú não posso falar sobre, fui a noite. E a noite você sabe, ne...todos gatos são pardos :)
* Em Curitiba, visite a cidade com o ônibus de turismo. Infelizmente não o utilizamos, mas deve ser bacana. Ainda em Curitiba... no aeroporto, veja se o ônibus executivo que sai de lá (aeroporto) passa em frente ao hotel que você vai ficar, eles param na porta. O valor é 12 reais, o wifi é potente e bem rápido (utilizamos o ônibus do aeroporto na chegada e na partida).
* Vai viajar? Pesquise se o sistema de transporte publico funciona, se sim, use em alguns percursos e economize um pouco.
* Para chegar a Morretes (80 km de Curitiba) vá de ônibus pela Viação Graciosa ou de Trem (que deve ser massa!)
Mais uma vez embarcamos em uma viagem e a internet 3G da Vivo não nos deixa na mão. Até quando entramos no Paraguai e Argentina ele segurou o baque. Principalmente na Argentina.
Deixe pra comprar passagens de avião nos fins de semana, sempre tem promoção. Isso sem esquecer-se de olhar o cartão de credito e ver se ele acumula pontos para trocar por milhas :)

E por fim, e mais uma vez: baita viagem essa

No texto, algumas palavras estão em azul, clique nelas e veja fotos ou o site sobre o assunto :)






'Viagens Não Jammers'???
coisas do blog :)
Clique aqui e entenda







domingo, 30 de março de 2014

Abril e Maio com a cabeça nas nuvens :)

Estamos batendo as portas de Abril e com ele, a expectativa dos shows do Eddie em Maio vão crescer cada vez mais. Mas só teremos isso (a expectativa) em Abril? A velha expectativa pré show???
Não!
Em Abril teremos versões extraordinárias da sessão Viagens Não Jammers (não sabe que sessão é essa do blog? Daqui a pouco explico ou então clique aqui) Brasil afora.

Como assim? Em Abril???
Sim...colado aos shows do Eddie, ne?

Como sabem, os shows do EV no Brasil foram divulgados 2 meses antes do evento acontecer (os shows foram anunciados oficialmente em  7 de Março). E agora vem as coincidências dos membros do Cruzando o País... Eu, Adelana e Pablo estávamos desde Novembro/13 com passagens compradas para o Paraná, e o Tiago Camelo também tinha escolhido a primeira semana de Abril para bater perna no Rio e Minas.
Isso mesmo, sem saber tínhamos marcado pequenas férias praticamente nos mesmos dias e que esses dias seriam colados aos shows do EV :( 

Para o trio de Fortaleza, a preocupação com as despesas para os shows do Eddie foram bem menores, aja visto que as passagens já estão pagas e foram adquiridas em uma promoção. E sem esquecer que boa parte da hospedagem em terras sulistas será na casa da Lara & Cia.
A situação da turma de Baturité (Tiago e sua Noiva) é que ficou complicada...além dele ter visto o anúncio do show do EV descendo do ônibus que o trouxe do Carnaval em Olinda, as despesas com o passeio por Rio e Minas ainda são reai$ (literalmente!)

Bom, isso tudo foi pra dizer que nos próximos dias algumas postagens vão surgir com a (linda) frase ‘Viagens Não Jammers’ iniciando os textos. Serão textos do Paraná, Rio e Minas...


Sabe o mais engraçado/fascinante/apaixonante/surpreendente nisso tudo?
Quando resolvi criar postagens falando em viagens nossas que não fossem relacionadas ao Pearl Jam (que é a ideia inicial do Blog), eu estava justamente pensando em algo a mais para não deixar o blog ocioso entre as possíveis turnês do PJ (ou do Eddie, nesse caso)... e eis que cai em nossos colos ‘Viagens Não Jammers’ e Viagem Jammer coladas.

\o/



P.s. que saco essa dúvida de escrever Viagem ou Viajem







segunda-feira, 10 de março de 2014

EV em Maio??? E agora?

Em Novembro de 2013 o PJ estava em turnê pelos Estados Unidos e já anunciado turnê pela Austrália pelos dias de Fevereiro... isso sem esquecer que os rumores para turnê pela Europa (pós Austrália) estavam mais verdadeiros que uma confirmação oficial. Na época surgiu uma baita promoção na Gol (linhas aéreas) com passagens em preços bastante reduzidos e resolvemos ir visitar Lara e cia ltda no Paraná. Programamos a viagem para Abril.
Isso mesmo: ABRIL!
...E os shows do EV são em Maio.

Não esperava turnê da banda ou do Eddie no primeiro semestre por aqui e acabou vindo colado a uma grande viagem que programamos.

Qual solução? Trocar as passagens? Pensamos nisso, mas como compramos as passagens em promoção, a troca acaba saindo de cogitação, teríamos que pagar valores altos de taxas e de diferença das passagens... e sem esquecer que para o Paraná o Pablo estará indo com a gente. Para um show do EV ele ainda não pode ir (idade).
O que fazer então?!?!                                                                  

As passagens ao Paraná já estão pagas, então...


Vamos saltar os obstáculos um a um, ne? Primeiro vamos tentar comprar os ingressos :)





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Férias com saudade


As férias (ou dias distantes da rotina da escola/trabalho) em cidade diferente fazem que os felizardos que estão gozando esse momento quase sempre tão esperado esqueçam quase que por completo o lugar onde dorme, por exemplo. Mas às vezes nem sempre é assim... No nosso caso (meu e da Adelana), existe uma criaturinha que vai ficar por aqui e que isso tem incomodado desde já. A gente se adiantou e falou para o Pablo que em breve vamos passar uns dias fora e que ele vai ficar com as avós. Nessa semana ele tem se preocupado bastante, ligando sempre para o nosso trabalho, não querendo ir a aula e falando sempre em saudade...

É complicado.

Durante os dias que ficamos no Rio de Janeiro em 2011, foi uma alegria imensa ter ele lá conosco, a hospedagem na casa da Anny, Lara e Leandro foi uma benção. Dessa vez não temos como leva-lo (até porque tem o show, obvio).

Espero que ele não sinta tanta saudade e muito menos sofra por causa disso.
E eu também.




domingo, 6 de novembro de 2011

É hoje!

Chegou o dia do show!
O céu está azul, apesar de haver mais nuvens em relação aos últimos dois dias. O vento continua frio.

Devemos ir - Eu e Adelana - perto do meio dia para a fila. O Cabeça deve ir depois, de ontem pra hoje ele virou a noite na Lapa com uma turma da Bahia que está no mesmo hotel dele.
O Pablo vai ficar com a Anny. Deve grudar na Lara hoje...como os últimos 2 dias;)

Lembrei agora do início da - tradução da - letra de Corduroy (que por sinal foi a música que abriu o show em Curitiba 2005):
"A espera me deixou louco, você finalmente está aqui, e eu estou pertubado...".


Todos os caminho nos levam a: Apoteose!




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sábado, 5 de novembro de 2011

Sábado, 05/11/2011, Rio de Janeiro


Após um dia bastante intenso e longo, pensei que provavelmente não conseguiria acordar tão cedo, me enganei, que bom!
Acordamos e fomos com a Ane e Lara visitar o Cristo Redentor e o Pão de Açucar.

A ideia inicial para visita ao Cristo Redentor seria subir o Corcovado de trem! Mas, quando chegamos já tinha muita, muita gente e o trem disponível iria sair duas horas depois. Resolvemos então subir na maneira ‘normal’, deixamos o carro no estacionamento e fomos de van. No meio do caminho a van deu o velho ‘prego’, ficamos na metade do morro esperando uma nova van para nos levar.
Durante o percurso, percebi logo que o visual lá de cima deveria ser sim algo abençoado. Quando cheguei ao topo então, vi que lá em cima a atmosfera é realmente diferente. A presença da estatua do Cristo de braços abertos gratuitamente em tempo integral (a imagem é gratuita, mas a subida e entrada não são:)) é algo de emocionar. E o visual? Bom... aí já é brincadeira. A vista da cidade lá de cima é qualquer coisa. Sensacional!
Tiramos bastantes fotos e depois descemos.

Saímos do Corcovado, descemos pelas Laranjeiras, passamos em frente ao Fluminense e saímos na praia do Botafogo, a imagem do Pão de Açúcar dali é das melhores. Rodamos mais um pouco e chegamos à estação do teleférico do bondinho do Pão de Açúcar. Subimos, Eu, Adelana Pablo e Lara. Ane resolveu ficar em baixo mesmo. A subida não chega a ser preocupante ou coisa parecida, foi bem tranquila. Chegamos ao primeiro morro e ficamos admirados mais uma vez com a imagem, batemos mais fotos, ficamos imaginando nós no helicóptero que é alugado para fazer vôos panorâmicos por 6 minutos pela quantia de 180 reais (por pessoa).

Subimos de novo no bondinho até o segundo morro, o mais alto. A vista é divinamente maravilhosa como as do Corcovado e a do primeiro morro do Pão de Açúcar. A parte de bares/restaurantes/lojas é outro ponto forte dos 3, sendo que no Pão de Açúcar existem bancos, alguns deles na sombra colocados estrategicamente de frente a bela vista. Confesso que gostei mais do Pão de Açúcar, ali é um lugar que merece ser visitado durante o dia inteiro, tipo ficar lá por cima e só voltar no ultimo bondinho:)

Quando saímos de lá, já beirava as 3 da tarde e a gente ainda não tinha almoçado! Foi então que a Ane lembrou da Feira Nordestina (Feira de São Cristovão ou Feira dos Paraibas). Fomos pra lá e comemos o velho Baião de Dois e ouvimos um forrozinho. Quando saímos, Pablo e Lara ainda brincaram em um escorregador, depois começou a bater um vento muito frio e foi aí que percebemos que estava na hora de ir pra casa.


Amanhã é o dia do show!
Seguuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuura peão!
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Sexta-Feira, 04/11/2011, Rio de Janeiro


Pode apostar, sempre que um dia muito esperado enfim chega, o sono na noite anterior é um tormento daqueles. Foi assim que eu estava se sentindo na noite antes da viagem. Já que tínhamos que ir ao aeroporto às 3 da manhã, me senti no desespero quando deu meia noite e ainda estávamos organizando as ultimas coisas. Resolvi então ficar acordado o_0 !!!

A poltrona no avião foi quase uma ‘cadeira elétrica’, horrível total! O encostos é péssimo, não tem como relaxar. Fora isso, o resto foi muy bien, Pablo não ‘estranhou’, dormiu no colo da Mãe dele maior parte da viagem e se divertiu com as nuvens:)



Quando aterrissamos, o Leandro veio nos pegar no aeroporto. Sentimos logo no engarrafamento/distância/favelas/morros a diferença gigantesca nas cidades. O sol forte acompanhado do vento frio que estava soprando a toda velocidade foi uma boa – bem que Fortaleza poderia ser assim também.

Chegamos em casa - ou melhor, no apartamento – trocamos de roupa e fomos, Eu, Adelana e Pablo se encontrar com o Paulo Cabeça para retirar os ingressos do show na bilheteria da Apoteose. Bom, pegamos o metrô – pela primeira vez – e fomos se encontrar com o Paulo. Daí que o Cabeça, já na Apoteose, me liga e fala que o ingresso não seria retirado lá, mas em um shop em que ele já sabia qual o ônibus que deveríamos pegar... pegamos o tal ônibus... e andamos... andamos... andamos... muito! Uma verdadeira viagem! Passamos por morro do Alemão (!) com seus novos bondinhos, estádio Engenhão (que eu já havia visto comentários de cariocas que o estádio era ‘longe demais’), um túnel gigantesco, onde a velocidade permitida é de 100 klm e muitos, muitos morros.

Enfim que chegamos ao tal shop (Shop Via Parque, na Barra da Tijuca), e tivemos a recompensa das mais valiosas: o ingresso do show! Os nomes da Adelana e do Paulo estão escritos neles, coisa linda!
A volta no ônibus foi ainda mais cansativa... já era final de tarde, muita gente saindo do trabalho e um engarrafamento criminoso. Descemos na Central do Brasil e pegamos um metrô para a estação do Maracanã (nesse momento a gente já estava bem familiarizado com o sistema de metrô da cidade do Rio de Janeiro). Estamos bem próximos do Maracanã, não é atraente ir a pé, principalmente quando já está escuro, então pegamos um taxi.
Detalhe pro Taxi: um honda civic, amarelo todo adesivado para deixa-lo fosco.

Pronto, aqui já teríamos motivos o bastante para dormir, mas... mas daí que resolvem sair! Fomos para a Copacabana. Não, não fomos, fomos levados é o verbo mais correto. Ane, Leandro e Lara, nos arrastaram para a praia. O vento frio a beira mar aumentou o cansaço em 500 vezes! Tiramos algumas fotos, conversamos sobre os artistas anônimos a fazer cooper, tiramos fotos do Copacabana Palace e depois fomos dar mais uma volta pela cidade (vale destacar a noite boemia do Leblon)... e é justamente aí que há um borrão nas minhas lembranças... dormi demais durante a volta pra casa. Leandro passou ainda em alguns lugares para mostrar, como o bondinho do Alemão (olha o morro de novo!) em plena madrugada. Sorria Brasil! É aventura!
Enfim, o primeiro dia em solo carioca foi muito legal, quando fomos deitar, por um instante pensei que já estava aqui há dias. Comentei com a Adelana e ele me falou que sentiu o mesmo.


Amanhã tem mais!


 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Unha e Carne


Um é a sombra do outro;)



Pablo chega no meu ouvido e diz: 'tu disse que a gente ia morar na casa da Lara'
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