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sábado, 31 de maio de 2014

Eddie Vedder em São Paulo, 08/05/14 - Show #3

Por Tarso Marques


Se o primeiro dia da turnê foi o do reencontro e fim da ansiedade... e o segundo, se transformou em um ‘encontro de amigos’ onde velhas músicas são redescobertas do fundo do hd, o terceiro e ultimo dia de show (em SP) acabou sendo o da amizade, do olho no olho, do compartilhar sentimentos e presentes... enfim, a trilogia perfeita.

O dia naquela quinta-feira (8 de Maio) começou um pouco mais tarde...ou melhor, saímos do hotel um pouco mais tarde. Tudo por conta do incrível dia (mais um!) anterior. Parando agora pra escrever sobre esse dia, olhei as fotos da parte da manhã para relembrar um pouco de como foram as horas pré-show... olhei e relembrei tudo, vamos lá ao resumo?

A primeira foto foi tirada justamente ao meio dia, no cruzamento das Ruas Oscar Freire e Augusta. Rua Oscar Freire... por causa de uma serie de Tv (Oscar Freire 279 , que conta a história de uma acompanhante de luxo), essa rua acabou entrando nos destinos pretendidos pela Adelana. E que bom que a tal rua ficava apenas a duas quadras do hotel... fomos até o endereço e descobrimos que ele não existe :( na verdade o numero 279 não existe.



Da Oscar Freire fomos ao Museu do Futebol, que fica no estádio do Pacaembu. O lugar é um verdadeiro colírio pros olhos dos amantes do futebol. Escudos e bandeiras de diferentes clubes do Brasil estão espalhados por vários locais. Um verdadeiro hd de memorias está disponível para os visitantes, diversos gols históricos disponíveis, com depoimentos gravados por personalidades do assunto estão lá, com a ajuda da tecnologia. Por falar em tecnologia, não posso esquecer a verdadeira ‘maquina do tempo’, com imagens de fatos importantes no Brasil e no Mundo desde a primeira Copa até os dias atuais.
Detalhe para a nossa visita ao Museu do Futebol...
A visita custa 6 reais a cada visitante, mas justamente no dia em que fomos a entrada era 'de grátis' e quando estávamos andando por dentro do Museu, achei no chão uma nota de 10 reais \0/


De lá, usamos os 10 reais que surgiu sob nossos pés com um táxi e fomos até o shop Frei Caneca, para almoçar no OutBack (mais um destino da Adelana). A pedida: Bloomin’ Onion (ou Gigante Cebola Dourada, para os íntimos) e Ribs On the Barbie (Costela de Porco com molho barbecue) foi algo que deve ter me levado a cometer um dos 7 pecados capitais...ou não. Uma delicia que deve ser incentivado a outras pessoas que tenham a oportunidade de conhecer. Recomendo ;)







Após o gozo de ter comido divinamente bem (sem segundas intensões, por favor), voltamos umas 4 quadras até a Av Paulista. Quando chegamos na ‘Paulista’, descobrimos que estava rolando uma manifestação (!) nela. Algumas pedras foram jogadas perto da esquina em que estávamos, carros da policia a postos. Av Paulista parada! Atravessamos a avenida, nenhum carro, apenas alguns skatistas que aproveitavam o trânsito zero para poder brincar de levantar o skate pra cima e depois deixa-lo cair no chão (estranho...mas é incrível como skatista não tem cuidado com os skates tsc...tsc...tsc).





Chegamos ao hotel 4 da tarde.

Durante a volta ao hotel pós ‘Paulista’, Danilo nos enviou mensagem falando que já estava liberado do trabalho. Uma hora mais cedo(!)
O combinado para aquele dia seria o Danilo (que não iria ao show) pegar Sandro e Dani (Casal de Maringá) na Paulista as 5 e logo em seguida, Eu e Adelana na Av 9 de Julho... como o Danilo saiu bem mais cedo, tanto nós ainda estávamos indo pro hotel, como Sandro e Dani também. O casal de Maringá estava mais distante ainda. Mesmo assim Danilo, com sua calma típica de baiano, resolveu esperar. Eles nos pegaram as 5.

Durante o percurso hotel-citibank hall, Danilo nos falou que a manifestação do dia era justamente contra a área em que ele trabalha e que a empresa ‘dele’ estava no ‘percurso’ dos manifestantes. Resultado: todos os funcionários liberados.
Danilo nos deixou no bar/restaurante (sem cardápio) vizinho ao Citibank. Entre uma cerveja e outra, resolvemos os 4 que naquela noite iriamos ficar após o show até o Eddie sair.




Igualmente a noite anterior, o bar encheu rápido. Pessoas com vários sotaques diferentes em uma grande mesa, a conversa nem sempre girava em torno da música, quase sempre tinha algo haver com as cidades natais. A nossa Fortaleza sempre era recebida com surpresa, por ser um lugar distante pra ser deixada pra trás por causa de um show... e logo se transformava, após a admiração da coragem nossa, no lugar dos sonhos das férias imaginarias.

Pouco antes de 8 da noite entramos no Citibank Hall, dessa vez Eu e Adelana iriamos ficar na parte Vip (por coincidência, o Casal de Maringá também). Antes de o show começar, percebemos o quão é perto a primeira fileira do palco (nós estávamos na fileira de letra ‘E’...quer dizer, existiam 4 fileiras entre nós e o palco). A visão, obviamente bem melhor que as dos dias anteriores, porém a cadeira deixava a desejar  :(


Glen Hansard no palco. Como nas noites anteriores,ele foi bem simpático e com um repertorio bacana. Glen faz o tipo de show que até quem não conhece suas músicas curte o tempo ‘gasto’. Ele agradeceu bastante ao publico pela recepção e respeito, falou também sobre o transito caótico e dos loucos motoqueiros que passam em alta velocidade nos ‘corredores’ que se formam entre um carro e outro.



Eddie no palco. As conversas e piadas se repetiam fluentemente. Ao meu lado, uma garota que parecia estar em uma aula de inglês, tudo que ela ‘respondia’ ao Ed era em inglês... tipo... se você quer que ele te escute, você tem que gritar, e claro, falar em inglês. Mas se você apenas o responde baixo, quase que pra si mesmo, por que em inglês?
O show foi rolando normalmente, as musicas ‘novas’ iam surgindo vez por outra. Por falar em música nova, Vedder tocou uma música que deve estar em um álbum próximo.


Mais uma vez o show foi se transformando em algo bem familiar/próximo, as conversas com a ‘Voz de Deus’ continuavam também. ‘Voz de Deus’??? bom...nos últimos textos citei a história de uma voz forte, alta e bem definida que vez por outra surgia na multidão. Eddie a batizou de ‘Voz de Deus’ e de vez em quando o próprio Ed perguntava onde estava a voz. Nessa noite, Vedder convidou a ‘Voz de Deus’ para ir ao palco e cantar junto com ele a música do The Clash... porém o dono da Voz, que estava em uma das plateias mais altas, desceu as escadas em disparada em direção a parte do citibank em que não dava pra ver o show (parte de banheiros e alimentação que fica atrás das arquibancadas) e não conseguiu convencer os seguranças, que estavam naquela área, que o cantor o estava chamando para ir ao palco...
Em meio a isso tudo...todos na plateia ficavam em silencio, esperando a Voz se pronunciar e ser visto. Mas não foi. Aproveitando a oportunidade, um outro fã foi até o palco e conseguiu subir e cantar.
Pronto... aqui nesse ponto do texto vou resumir as experiências desses dois personagens: o dono da ‘Voz de Deus’ e do Sergio, o fã que subiu ao palco.

Sergio, mais conhecido como Sergio Vedder, é vocalista de uma banda cover do PJ, além disso ele também se apresenta como cover solo do EV. No mundo jammer brasileiro, ele é bastante conhecido. Enfim... Sergio subiu ao palco e cantou muito bem Should stay Or should i Go? E realizou um sonho que ele deve ter desde sempre... no fim daquele noite, Sergio esperou a saída do Ed e o entregou alguns cd´s, informativos e nome da pagina dele na web. Adiantando o tempo e chegando ao show no Rio (que eu não fui), Ed avistou o Sergio na plateia e o chamou ao palco. Vedder se lembrou do nome do fã, o mandou sentar no palco, falou que nunca tinha conhecido alguém como Sergio (que se veste e tem guitarras iguais as do Ed) e lhe presenteou com o pedestal e microfone que estava usando. Sergio desceu do palco e acho que até hoje as pernas dele devem estar balançando.

A ‘Voz de Deus’, havia perdido a oportunidade em São Paulo, mas Victor Sorriso, dono da Voz, também ia ao show do Rio...e lá ele protagonizou uma das imagens mais compartilhada por fãs do PJ ao redor do mundo. No Rio ele foi mais uma vez convidado a subir ao palco e dessa vez tudo correu bem, ele cantou a musica do The Clash com Ed e no fim, fez a selfie que todo fã jammer sonha em fazer :)




Voltando ao terceiro show de São Paulo...
Além do Sergio no palco, Ed falou sobre um casal que havia se tornado noivos na noite anterior e eis que o casal estava de novo nesse dia (e na fileira atrás da nossa) e logo se levantaram, foram vistos pelo Vedder e convidados a subirem ao palco. Ed os dedicou uma musica.



O show, mais uma vez conseguiu ser inesquecível, trazendo em mente varias boas recordações e sentimentos do bem. Pablo, de novo, foi sentido a falta ao nosso lado, mas se Deus quiser numa próxima ele vai estar!
O pós-show dessa vez foi bem mais longo, estávamos os 4 - Eu, Adelana, Sandro e Dani – dispostos a aguentar o frio interessante que estava fazendo naquela madrugada e esperar junto a uns outros 60 loucos pela saída do Eddie.
No dia seguinte Eu e Adelana tínhamos em mente uma ida básica ao Museu do Ipiranga (que acabamos não indo, fomos a outros lugares) e o Casal de Maringá iria cedo ao aeroporto e voltar pra casa... quer dizer, ficar ali, na saída do Citibank junto a outros tantos, jogando conversa fora e esperando o Ed, acabava sendo uma atração a mais ;)

Vedder apareceu, fotos eram proibidas (no outro dia vi um vídeo onde algumas pessoas se encontraram pela manhã com o Eddie na saída dohotel, lá todos estavam tirando fotos e filmando...acho que a proibição por não fotos a noite tem algo haver com flashes :( ). As 60 e poucas pessoas estavam espalhadas em uma espécie de fila, esperando por algo que ninguém sabia o que realmente era. 
Vedder vem conversando com alguns e sorrindo pra todos. Quando enfim ele chegou junto a gente, o mostrei a camisa que nós tínhamos feito pra ir ao show, ele sorriu e disse: ‘Nice!’, eu falei que era pra ele...nesse momento um filha da puta se joga a frente e fala algo e tira a atenção do Ed. Em meio a essa confusão, Vedder avista Sandro e Dani que estavam ao meu lado, aperta a mão do Sandro e segue adiante.
É bobo e grandioso isso tudo. Por mais que eu escreva sobre isso, assim como foram os breves segundos em Buenos Aires que também ficamos perto do Ed ou em Curitiba (2005) que Mike autografou em um pedaço pequeno de papel, não vou chegar a uma conclusão sensata sobre isso. É algo bom? É, me sinto bem e fico feliz quando lembro de tudo. É bobo? Olhando friamente, e esquecendo que ali rola sentimentos, é sim.
Já ganhei algo com essas três experiências? Sim. E muito! Isso é fato.

No fim de tudo, acho que algumas pessoas dão pouca importância a coisas simples, que no fim de tudo são as que (também) valem a pena. Viver é uma delas.

No caminho até o taxi, falei da infelicidade de não ter ganhado nenhuma das varias palhetas que o Vedder vinha distribuindo...eis que o Sandro olha pra mim e fala, com aquele sotaque de Paranaense: ‘Cara, tenho no bolso umas 4 palhetas que ele me entregou quando segurou a minha mão, uma delas é de vocês’.  No taxi foi cogitado Eu e Adelana ficarmos com 2 palhetas e eles dois, com as outras duas...mas daí lembramos do Danilo, e foi pra ele a quarta palheta :)



Alguns dias atrás, vi na pagina do Facebook do Milton Nascimento uma foto dele com o Erasmo Carlos. Os dois estavam sorrindo na foto, na mão do Milton, uma palheta. A legenda dizia: ‘fui assistir ao showzão do meu grande amigo Erasmo Carlos e fui presenteado com sua palheta antes do bis. obrigado Tremendão!’. Fiquei olhando a foto e pensei que ele poderia simplesmente ter tirado a foto e pronto, mas algo ‘bobo’ o fez registrar a palheta conquistada. 
É simples, é quase que sem valor financeiro, é pequeno...a olhos que apenas veem, mas não enxergam.

Feliz demais por esses dias, feliz demais pelas amizades, feliz demais pelos atos generosos e mãos estendidas, feliz demais pelo reencontro breve contado em segundos.



Isso tudo foi: ‘Nice!

Até a próxima, se Deus quiser!!!



P.s. Nos 3 shows foram tocadas 96 musicas, 63 diferentes :)
P.s. 2: O texto ainda vai ser atualizado com vídeos de Sergio Vedder e do Casal no Palco. Meu Pc está queimado, e é lá que estão esses vídeos :(






Abaixo, seti-list do show, link para baixar o aúdio do show gravado por mim via celular e (lindo) poster do show.



Set List show #3

01. Long Road
02. Brain Damage
03. Sometimes
04. Can’t Keep
05. Sleeping By Myself
06. Without You
07. You’re True
08. Broken Heart
09. Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
10. Love Boat Captain
11. Far Behind
12. Setting Forth
13. Guaranteed
14. Rise
15. Long Nights (com Glen Hansard)
16. Immortality
17. You’ve Got To Hide Your Love Away
18. Betterman
19. Just Breathe
20. Lukin
21. Porch
22. Sleepless Nights (com Glen Hansard)
23. Society (com Glen Hansard)
24. Falling Slowly (com Glen Hansard)
25. Should I Stay Or Should I Go? (com Sergio)
26. Better Days
27. Rockin’ In The Free World
Bis
28. Hard Sun (com Glen Hansard)
29. Dream A Little Dream Of Me












quinta-feira, 1 de maio de 2014

As 3 primeiras músicas do Ukelele Songs...

O que as três primeiras músicas do Ukelele Songs do Eddie Vedder tem em comum? 
as 3 já foram gravadas por outros artistas e apesar de serem bem diferentes, ficaram bacanas da mesma forma.
A primeira, Can't Keep, na verdade fez o caminho inverso, ela já havia sido gravada pelo Pearl Jam. Foi gravada originalmente para o disco Riot Act (2002) e por coincidência, também é a primeira música do cd :)
Sleeping By Myself foi regravada também pelo PJ, saiu no Lightning Bolt (2013)

Já a Without You, regravada por Natalie Maines, no disco Mother (2013) fecha o trio ‘Ctrl C + Ctrl V’

Das 3, confesso que fiquei de cara com a versão da Natalia Maines. Já escrevi uma vez sobre essa versão aqui no blog e na época falei na postagem que quase ‘cometi o sacrilégio de dizer que a versão dela era melhor que a do Ukelele’. Hoje não tenho medo de dizer isso.

Can’t Keep parece que ficou no mesmo lugar. Engraçado, mas parece que ela não evoluiu. Mesmo com tanto tempo.
Sleeping By Myself ficou legal no Lightning Bolt, com o jeito caipirão das guitarras. A versão do ‘cavaco’ ukelele também é bacana, com uma calma impar.

Quer ouvir as músicas?
Cliquem nos nomes então:

Can’t Keep (Ukelele)
Without You (Ukelele)
Without You (Natalie Maines)



terça-feira, 30 de abril de 2013

Juan Pablo tocando com Pearl Jam em Santiago


Acabei de atualizar o blog com o set-list e vídeo do show do Pearl Jam no Lollapalooza no Chile e resolvi falar mais um pouco do show (que eu não fui), principalmente da parte em que o fã Juan Pablo sobe ao palco para tocar com a banda.

Deixa explicar... Juan Pablo toca em uma banda cover do PJ em Santiago e no show de 2011 por lá, ele conseguiu (não sei como) ser convidado por Vedder e tocou com a banda a musica Last Kiss. Dessa vez (em 2013) ele levou um cartaz pedindo para tocar novamente. E foi atendido.

O que se ver no vídeo logo na chegada dele ao palco é de um Eddie Vedder bem receptivo e ‘trazendo’ o convidado para junto de todos, Vedder pergunta o nome do fã e o anuncia ao publico. Em seguida o que se percebe é Juan Pablo mudando a musica que viria na sequência (pelo menos visualizei assim). Vedder fica meio que “Vai dar merda isso, não?”. Visualizamos Jeff Ament concordando com a escolha, assim como Matt Cameron.

Após claramente duvidar se o rapaz saberia tocar a musica Eddie diz: “Ele disse que sabe, espero que saiba” e completa: “Esse é Juan Pablo... e minha guitarra

O que vemos em seguida é o que o Juan Pablo (um cara que é fã de uma banda e tem uma banda cover dedicado a essa banda, mesmo morando a milhas e milhas de distância deles) deve hoje classificar como uma das noites mais espetaculares da vida dele. Eu já havia falado aqui mesmo no Cruzando o País sobre esse lance da pessoa gostar de algo ou alguém e aquilo lhe fazer bem, e que 'aquilo' lhe proporciona conhecer outras pessoas, lugares, línguas, gostos e muito mais. Independente do que ser ou seja, o importante é que aquilo ‘admirado’ te faça bem.

E olhando o vídeo de 2011 com Juan no palco e agora esse de 2013, percebe-se que ele curtiu bem mais esse segundo, tava bem mais solto.



Mais alguns pequenos detalhes na hora da música:
Juan começa com um boné, mas quem termina a apresentação com o (mesmo) boné é McCready, que pelo jeito 'surrupiou'.
Outra coisa, a maneira carinhosa com que Pablo beija a guitarra no fim.

O que posso dizer é: inveja daquelas mais boas!
hahahahahahaha



Set-list e Show em Santiago, Chile (Lollapalooza 2013)


Bom, apesar dos dias que já se passaram, lá vai eu atualizar um set list que faltou aqui no Cruzando o País...
No dia do show no Chile a gente ainda estava de férias na Argentina, então só agora (no derradeiro dia de Abril) vou jogar aqui o set list do show do dia 6 de Abril, em Santiago.

Release
Go
Even Flow
Do the Evolution
Corduroy
Amongst the Waves
Why Go
Severed Hand
Not For You
Got Some
Just Breathe
Once
Unthought Known
Daughter (It’s OK tag)
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Porch

Bis:

Present Tense
Animal
Given to Fly
Jeremy
Black
Sonic Reducer (Dead Boys cover)
Alive
Rockin’ in the Free World (Neil Young cover)
Yellow Ledbetter

Lembrando que nesse show, em Sonic Reducer, um fã chileno foi convidado a tocar a musica com eles. E em  Rockin in the Free World, que subiu ao palco foi Perry Farrell (idealizador do Lollapalooza e Josh Homme, do Queens of the Stone Age)

Abaixo o vídeo do show (completo) do Pearl Jam no Lollapalooza Chile 2013 - Lembrando que o show foi transmitido ao vivo via web.






terça-feira, 23 de abril de 2013

Números dos 4 shows que fui...


Passei alguns minutinhos (ok, não devia ser no diminuitivo, mas sim no aumentativo) analisando os 4 shows do Pearl Jam (que fui) e cheguei a números interessantes (que não vai levar a nada).

Vejam bem – e não se percam -, nos 4 shows (Curtiba 05/ Rio 11/ SãoPaulo 13/Buenos Aires 13) o Pearl Jam tocou 109 musicas. Uma media de 27,25 musicas por show. O show com mais musicas foi o do Rio: 30 e o menor foi de BsAs: 25.

Das 109 musicas, apenas 10 delas estão em todos os 4 shows (pouco mais de 10%).
4 canções apareceram em 3 shows e 13 foram lembradas em 2 deles.
31 musicas foram tocadas apenas uma vez (quer dizer, mais que um set list completo só com ‘novidades’)

Resolvi também fazer uma comparação dos dois últimos shows que fui: São Paulo e Buenos Aires (os shows foram com uma diferença de 3 dias) e vi que 52 musicas foram tocadas nesses dois shows. 15 canções foram tocadas nas duas cidades.

Outra loucura de comparação foi sobre qual show dos 4 teve mais musicas sem que essa canção fosse tocada em nenhum outro dos 4 shows (entenderam?).
O show de Curitiba foi o mais ‘autêntico’ (das 26 do show), 12 musicas não foram repetidas em nenhum outro show.
Já o Rio, das 30 do set list, 10 só tocaram na cidade maravilhosa (estaticamente/proporcionalmente falando, Rio leva vantagem sobre Curitiba)
Em São Paulo, 6 musicas (das 27 do show) não foram repetidas nas outras apresentações.
Buenos Aires ficou com 4 musicas exclusivas.

Além disso, não posso deixar de registrar os covers, como não? Bandas como Ramones, Pink Floyd, Neil Young, The Who e MC5 tiveram gravações em formato ‘Jammer’.

E agora a estática mais inusitada: apenas uma musica está sempre na mesma posição na grade do show, Yellow Led Better, sempre sendo a ultima de cada apresentação.


Após isso tudo, vamos dar nomes aos bois?

Even Flow, Alive, Better Man, Corduroy, Black, Do The Evolution, Given to Fly, I Believe in Miracles, Jeremy e Yellow Led Better são as musicas tocadas em todos os shows.

Daughter, Rearviewmirror, Small Town e Got Some, essas são que foram tocadas em 3 shows.

Not For You, Free World, Lukin, Save You, Wishlist, Animal, Just Breathe, Why Go, Interstellar Overdrive, Nothingman, Unthought Known,  State of Love and Trust e Go, aqui é a lista das que foram lembradas em 2 shows.

Release, In Hiding, Deep, Hail, Hail, I Got Id, Comatose, Olé, Insignificance, World Wide Suicide, Baba O´Riley, Last Exit, Blood, Faithful, Habit, Immortality, The Fixer, Come back, Of The Earth, Mother, Indifference, Dissident, Sad, Grievance, Down, Once, Porch, Last Kiss, Spin the Black Circle, Kick of the Jam, Whipping e Glorifield G, essas foram tocadas apenas uma vez.

Bom, deu pra pirar ou esclareceu alguma coisa? rs.

Acho que com isso fica evidente como são diferentes os shows do PJ, mesmo quando tem shows próximos, como os de Sampa e BsAs, quando apenas 15 repetiram de 52 tocadas, mostra como a banda está sempre em mudança quando o quesito é set list.



Ah, e não acabou...
Nos 4 shows, devo ter bebido (antes, durante e depois) uns 2 (ou 3) copos de cerveja. Apenas o show de São Paulo não fui com a Adelana e nem com um amigo de longas datas (fui com recém conhecidos do Facebook, que devo falar sobre isso mais a frente). Paulo Cabeça e Dani foram outras duas pessoas que nos acompanharam (show do Rio e Curitiba, respectivamente)

Espero refazer todas essas anotações após a próxima turnê...




terça-feira, 19 de março de 2013

Andrew Wood


Hoje, 19 de Março de 2013, completam 23 anos de morte do cantor Andrew Wood.

Andrew Wood foi o vocalista da banda Mother Love Bone, uma das pioneiras bandas de rock da cena de Seattle no inicio dos anos 90. Após uma overdose de heroína, Wood ficou em coma por 3 dias, durante esses dias, ficou ligado a aparelhos que lhe seguravam vivo, porem, ele já havia sofrido uma aneurisma hemorrágico. Seu cérebro perdeu a atividade por causa de um bom tempo sem oxigênio. Seu quadro não mostrava melhoras, então a família resolveu desligar os aparelhos que lhe transmitiam a respiração artificial.

Após o fim do Mother Love Bone (com a morte de Andrew), alguns integrantes da banda formaram o Pearl Jam (e também lançaram um cd em homenagem a Wood e batizaram o cd e a banda de Temple of The Dog).

Abaixo, o Mother Love Bone com a canção Chloe Dancer/Crown Of Thorns, em 1989 e logo em seguida, o Pearl Jam executando a mesma musica em 2003




P.s. O Google me ajudou a escrever esse texto, assim como a minha memória e o filme PJ20



Leia também: Temple Of The Dog




terça-feira, 12 de março de 2013

Without You com nova roupagem


Pra não esticar a conversa (daqueles posts bem diretos), essa postagem é só para jogar um link do áudio da música Without You, do Eddie Vedder, que a cantora Natalie Maines regravou e deve estar no cd dela que será lançado em maio 2013.

Achei a versão very, very, very boa. Confesso que pensei em cometer a audácia em escrever aqui que achei a versão dela bem melhor que a do Eddie Velho.

Para ouvir a versão dela, clique aqui.
Para ouvir a versão dele, clique aqui.

E seja feliz:)




sexta-feira, 8 de março de 2013

Contagem regressiva: Crazy Mary


O Contagem Regressiva de hoje vai se vestir - demoradamente - em forma de homenagem ao Dia Internacional das Mulheres. Parabéns a todas as Mulheres, especialmente a Adelana, que faz parte do blog, mas que não ‘acha’ tempo para atualizar o site:)

Bom, lá vou eu com o repetido discurso: resolvi criar uma forma diferente de fazer uma contagem regressiva até o dia 31 de Março, vou citar (espero que consiga) durante todos os dias do mês uma canção que espero que faça parte do set list do show do PJ em Sampa ou Buenos Aires. A pedida de hoje é: Crazy Mary

Crazy Mary é uma musica da cantora norte americana Victoria Williiams. Pearl Jam a regravou para o álbum Sweet Relief (um disco que continha gravações de vários artistas tocando musicas de Victoria). Todo o dinheiro arrecadado foi para um tratamento de saúde da própria Victoria Williams.

Abaixo dois vídeos, um com o PJ tocando e o outro o vídeo clip da música com Victoria nos vocais:








quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vedder + Waters


Ontem, no concerto 12/12/12, o nosso chapa, Eddie Velho, cantou Comfortably Numb, do Pink Floyd, junto a Roger Waters.

E o que eu falar aqui será em vão, então assista:



;)

sábado, 20 de outubro de 2012

Covers - Bob Marley

Mais uma postagem para encher muito bem 'enchido' o blog...
Aqui, dois videos com musicas by Bob Marley


Redemption Song


No Woman, No cry

O segundo vídeo, só o inico:)



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Covers - Mother

Vez por outra vou pincelar alguns covers que o Pearl Jam fez.
Para estrear: Mother, do Pink Floyd - Rio de Janeiro, 06/11/2011