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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Bye São Paulo, Olá Brasília!!!

15 de Novembro
Turnê 2015 dia #11, São Paulo dia #5 e #1 em Brasília 





Mais um dia pós show.


Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê: Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas em São Paulo...

São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em 2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.




Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael (membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :), almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram – virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)


Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/

Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia Azul.




Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta de...de... morros).


Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade), Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já merecida.


Boa noite, Brasília!   




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Show do Pearl Jam em São Paulo com Raios e Chuva!




14 de Novembro
Turnê 2015 dia #10, São Paulo dia #4




Dia de show do Pearl Jam!

Apesar de ser dia de show, resolvemos na noite anterior que iriamos aproveitar a parte da manhã para fazer alguma coisa ‘diferente’, os dias em São Paulo definitivamente não estava combinando nem um pouco com a nossa veia turística.
Olhei agora os horários em que as fotos foram batidas e vi que as 10 horas da manhã estávamos na estação Butantã do metrô, as 11 estávamos tomando o café da manhã no Mercado Municipal – já falei antes e volto a repetir: o Pablo deve ter adora a estadia gastronômica em São Paulo :)
fizemos a tour pela ‘25 de Março’ como todo e qualquer bom louco por compras e antes das 13:00 horas já estávamos em casa novamente.



O Show




Chegamos as 3 da tarde no estádio do Morumbi. Lá no início das nossas organizações para os shows (depois que descobrimos que Pablo poderia sim entrar no show da Argentina), quando decidimos que no show de São Paulo Eu iria só e Adelana e Pablo ficariam em casa, não imaginávamos que teríamos uma amiga em uma pousada no mesmo quarteirão do estádio. E o melhor: de lá dava para ouvir o som da banda e ver parte da arquibancada.
Após estacionar o carro, por uma bagatela de 100 reais, fomos direto na pousada que Luzia e Gloria estavam (Luzia e Gloria são do Rio de Janeiro e estavam conosco em Buenos Aires) e de lá acompanhamos uma minúscula passagem de som da banda.
Adelana e Pablo ficaram, Eu segui para o estádio com Danilo, Luzia e Gloria.




O Sol naquela tarde estava derretendo qualquer cuca tranquila. Engraçado é que nos 6 shows que fui até então (falta incluir Brasília a essa contagem), tirando Buenos Aires 2013 (que fomos no fim da tarde) nenhum outro aliviou com o calor na hora da chegada, e olha que nessa lista incluo Curitiba, que é historicamente fria.  A entrada no estádio foi tranquila e apesar das filas longas, nada de apertos ou empurrões. Lá dentro a expectativa tradicional disfarçada/fantasiada de fotos do palco, cerveja que se vai em 3, 4 goles, o senta e levanta insistente, a bexiga que enche quando o palco já está montado e som chegado, a boa conversa com estranhos que, igualmente a você, estão em terras estranhas.



Não houve banda de abertura no show de São Paulo (diferente de Buenos Aires).
A banda subiu ao palco as 20:45 (45 minutos de atraso) e as 3 primeiras músicas (tradicionalmente calmas) foram daquelas que você não imaginava que poderia rolar ou fazem parte daquelas que você as adiciona em um set list imaginário. ‘Long Road’ abriu o show (essa é uma das músicas incríveis do Pearl Jam que NÃO estão em nenhum cd oficial) e por uma – feliz - coincidência de datas, em 2013, quando também assisti ao show em São Paulo sem a Adelana, imaginei cantando o refrão dessa música: ‘I have wished for so long, how i wish for you today’ (‘Eu desejei por tanto tempo, como Eu desejei por você hoje”), pois naquele ano a música não veio, e agora, tudo se repete e a música toca na abertura do show :)

Em seguida mais uma com o carimbo ‘Lado B’ de qualidade ( Of The Girl) para em seguida surgir uma das ‘top 5’ quando o assunto é ‘Meu set list preferido’: ‘Love Boat Captain’.


Sensação bacana a de quando você entende claramente o que uma música quer passar, e essa ‘explicação’ não vem de você ou outro alguém, mas sim de quem a escreveu – e o melhor de tudo é que aquilo explicado é justamente o que você entendeu quando a ouviu pela primeira vez.
Antes de LBC ser tocada naquela noite, Eddie Vedder leu um texto (em português) relatando o os tristes episódios promovidos por terroristas no dia anterior em Paris, várias pessoas foram assassinadas em um massacre às escuras, onde qualquer um poderia ser o alvo... e enquanto ele discursava, Eu imaginei que a música a seguir poderia ser Love Boat Captain, e foi o que aconteceu.
LBC fala abertamente de amor, e relembrando uma tão famosa música dos Beatles, uma das frases marcantes de Love Boat Captain diz: “Isso já foi cantado, mas nunca é demais dizer, tudo que precisamos é de Amor”. Além de eleger o Amor como algo a que todos devem acreditar, LBC também carrega em seus versos a lembrança do pior episódio na carreira do PJ, quando 9 fãs morreram esmagados no início de um show da banda na Dinamarca (em 2000). A letra diz mais ou menos assim: ‘É uma arte conviver com a dor, mistura de luz e cinzas, perdemos 9 amigos que nunca conheceremos, 2 anos atrás. E se nossas vidas se tornarem longas demais, isso nos fará sentir mais culpa?’ (no show de SP, Vedder trocou o ‘9 amigos’ e ‘Dois anos atrás’ por ’90 amigos’ e ‘Hoje, de novo’, deixando claro a dedicatória da música para as vítimas em Paris.

Sobre os ‘9 amigos que nunca conheceremos’, vejo o quanto foi bem colocado a palavra ‘amigo’ ao invés de ‘fãs’, pois é fascinante a maneira como os fãs do Pearl Jam ao redor do mundo se comunicam/entrelaçam/convivem. Seja em uma simples, mas segura dica pela cidade a que o fã distante vai visitar, seja no estar ao dispor de ajudar a apresentar lugares ou comprar a briga com uma empresa situada em seu país que não quer entregar o ingresso a um fã estrangeiro, seja sentar no bar e rir ao aprender palavras de outro idioma ou do sotaque diferente do seu próprio país, seja ao comprar de outro fã, mesmo com risco de ser enganado, o ingresso de um show que você vai em outro continente... tudo isso acima só é possível porque a palavra usada não deve ser taxada simplesmente de ‘fã’, mas sim ‘amigo’.



Vídeo do youtube, Love Boat Captain com discurso do Eddie no início

Para Adelana :)

Voltando ao show... após as 3 baitas músicas, vem uma sequência matadora de 7 músicas para levantar todo mundo, entre elas: ‘Hail, Hail’, com seus versos que foram parar nas costas da Adelana :) que pena não termos conseguido ouvi-la mais uma vez juntos, como foi em Buenos Aires 2013.

Após as 10 primeiras músicas, surge ‘Lightning Bolt’... e aqui o show toma um outro rumo.

‘Lightning Bolt’, que fala em um raio que vem das alturas procurando um lugar para pousar, parece que fez com que alguém no céu entendesse o recado e raios (trovões, vento forte e chuva) surgiram inexplicavelmente durante o rolar da música. Foi algo quase que surreal e a concordância com que tudo estava acontecendo parecia cena de filme. O vento forte fez com que os canhões de luzes suspensas que eram controlados por pessoas ou o grande painel atrás do palco fossem perigosamente movimentados de um lado a outro. Resultado? Os operadores dos canhões desceram e o painel foi desmontado. Isso tudo demorou uns 10 minutos (ou mais), durante esse tempo a chuva veio com força (vale lembrar que no primeiro show que Lightning Bolt foi tocada, em Chicago 2013, o show foi paralisado por infinitas 2 horas por causa dos raios daquela noite).
A chuva deu uma trégua, a música Eldery Woman Behind The Counter in a Small Town foi adicionada ao set list, com o Ed a tocando apenas no violão enquanto a produção cobria alguns instrumentos.

 
Vídeo do youtube. Repare no raio aos 1:36 e no vento que levanta o painel aos 2:07

A partir dali o show seguiu, mas as músicas estavam mais ‘colocadas’ umas nas outras. Vale lembrar que shows no estádio Morumbi tem hora marcada para acabar por causa de problemas antigos na região. No caso, some aí a questão do show ter começado atrasado (20:45 horas), mais a parada para manutenção/proteção dos equipamentos e uma banda que insiste em tocar por 3 horas, chegaremos facilmente ao limite estabelecido por lei no local: meia noite!

Além das músicas que resolvi dar um destaque acima, não posso deixar de citar ‘I Am Mine’, à sequência repetida de Buenos Aires: ‘Footsteps’ e ‘Imagine’ (John Lennon). E lamentar o corte de ‘Indifference’ do set list original.

Diferente do show de 2013 na mesma São Paulo, esse de 2015 foi muito melhor. Infinitamente melhor. Aqui algumas canções me arrancaram lagrimas, sendo que eu nem preciso citar quais foram, basta ler o texto.
E mais uma vez senti a falta da Adelana, da mesma forma que em 2013.




Fim de show mais uma vez. Me encontrei com o Paulo, tomamos uma cerveja enquanto saiamos do estádio e relembrávamos uma ou outra situação do show.
Saí feliz do estádio, como em todos os outros shows do Pearl Jam e parece que essa é uma ‘sina’. A sensação que tenho é que em apenas alguns shows musicais você consegue se divertir mesmo que não conheça muito a banda e acredito que o Pearl Jam seja uma dessas.


Hora de ir embora, em 3 dias teríamos mais um show pela frente, dessa vez seria em Brasília, e o melhor: Adelana iria também \o/






Set List, Poster, Aúdio e Playlist do show para ouvir


Nesse set list rolou algumas mudanças, Indifference foi riscada (literalmente)  e Setting Forth foi esquecida, contra isso, 'Small Town' e All Long The Watchtower (Bob Dylan) foram adicionadas, mas não estão incluídas na foto oficial. Ao todo foram 33 músicas.  





Estranho. Confuso. Bonito. Tudo isso ao mesmo tempo. Vai pra moldura!


Sobre o Aúdio original do show, em breve link para download :)


Abaixo um playlist que criei no Spotify com as músicas que rolaram no Morumbi. Vale lembrar que Imagine (John Lennon) e All Long The Watchtower (Bob Dylan) estão com versões originais \0/








sábado, 5 de dezembro de 2015

Dois pelo preço de um em São Paulo

12 e 13 de Novembro
Turnê 2015 dias #8 e #9, São Paulo dias #2 e #3


Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro, faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos – com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.


Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas) buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter adorado essa dieta).



Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e vindas (ou tentativas de ir e vir).


Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista)  que enfim havíamos chegado a cidade... com seu cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio, Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).



Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos para onde ir e além de tudo, já era noite.

Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo depois foi a vez do Danilo.

Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de todos.

Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/



Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o anterior...





A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que chegou já no finzinho.

Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a todo instante quem eram os que faltavam.

Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.



Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta feira 13!). A chuva estava anunciada.


Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).

Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar :)








sexta-feira, 20 de novembro de 2015

?

Já estamos no dia 20 de novembro (dia do show em Belo Horizonte), já estamos em Fortaleza e não atualizei o blog :(
Agora sim vou passar a atualizar e relatar os dias em Buenos Aires, São Paulo e Brasília...

Vamos!





quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Vamos blog, vamos à Buenos Aires!

O blog parece que parou...ou melhor, olhando as postagens, a impressão que tenho é que desistimos da turnê ou algo assim. Mas não, não desistimos. No exato momento estou escrevendo para atualizar o Cruzando O País no vôo para Buenos Aires (estamos a caminho de São Paulo, lá devemos ficar umas 3 horas, e só então seguir caminho a terras portenhas). 
Pra falar a verdade muita coisa aconteceu nos últimos 2 meses e meio, nesse tempo resolvemos enfim terminar uma reforma que começamos meses antes da nossa ida a Buenos Aires em 2013. A história se repete e enfrentamos muita poeira nesses últimos dias, assim como na turnê de 2013.

quando pousarmos em São Paulo, Danilo vai estar nos esperando e vai seguir a turnê conosco, ele também irá ao show em São Paulo e Brasília \0/
Além dele, outros tantos amigos virtuais se transformaram em reais por alguns sonhados incríveis dias, e essa é sem dúvida uma dos grandes ideais dessa (e outras) turnês :)





Esperamos encontrar bastante alegria em terras argentinas, assim como em São Paulo e Brasília.
Pablo está bastante feliz e há dias sonha com essa viagem. Nós também.

A ideia é tentar atualizar algo no blog diariamente durante a turnê a partir de agora. Espero que Eu consiga cumprir com a palavra :)







quinta-feira, 22 de outubro de 2015

2013, 2015 e as coincidências da turnê

Algumas coincidências na turnê de 2013 e 2015 são descaradas...
Em 2013 fui ao show de São Paulo sem a Adelana,e dessa vez, pelo jeito, vai acontecer de novo.
Em 2013 fomos juntos ao show em Buenos Aires. Em 2015... :)
Alguns meses antes dos shows de 2013, passamos por uma pequena reforma em casa. Agora em 2015, podemos dizer que estamos terminando o que começamos há dois anos.
Em 2013 tive uma ajudinha (em São Paulo) de amigos que conheci no Facebook. 2015 tem tudo pra rolar uma 'ajudona'.






quarta-feira, 7 de outubro de 2015

"Pablo, seguinte: Em Novembro..." - II

No fim de semana passado falamos ao Pablo a grande nova!


Antes do anuncio o fiz relembrar como foram os dias dele em 2013 quando Eu e Adelana fomos aquela turnê e ele ficou pulando – literalmente – entre as casas das avós e logo em seguida o revelamos que dessa vez ele vai sim com a gente...e vai ao show!

A reação dele foi inversa ao que Eu imaginava... Não houve sorrisos ou agradecimentos de imediato... houve sim uma demonstração nítida de nervosismo, com surgimento de frases totalmente fora do assunto... deu pra perceber claramente que ele estava confuso com a novidade.
Falo confuso porque ele demorou um tempo para entender toda a logística da viagem e repetia as mesmas perguntas.

Que consigamos um bom lugar para ver o show





quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Atenção senhores passageiros...

Enfim fechamos a saga de promoções-milhas das passagens aéreas.
Que tenhamos voos tranquilos em Novembro... que por sinal está bem próximo.

Que Deus continue nos abençoando :)




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O que passa? - III

Bom, como eu imaginava, ainda não falamos ao Pablo sobre a surpresa, ainda não conseguimos re-vender os ingressos de Belo Horizonte, os voos para Brasília e a volta a Fortaleza ainda não foram resolvidos 0_0 mas a gente chega lá :)

Nesses últimos meses algo muito importante está rolando em paralelo, estamos dando uma cara diferente a nossa casa... bom, ‘cara’ não, um ‘calçado’ diferente, digamos assim.
Além disso, vale deixar registrado que a situação política administrativa do Brasil está complicada, quase que à deriva :(
Hoje o Real está bastante desvalorizado perante ao Dólar (1 Dólar vale 4 Reais).
E por fim, é triste ver todos os dias pessoas da Síria e de alguns países da África buscando desesperadamente chegar a Europa para fugir das guerras em seus países.


Voltando a viagem/shows: Pouco mais de 1 mês nos divide do embarque à capital Argentina.
Guenta coração!

terça-feira, 23 de junho de 2015

" Pablo, seguinte: em novembro... "

Olhando os registros durante a espera para os shows de 2013 (São Paulo e Buenos Aires) passei a relembrar todo aquele frio na barriga que foram os meses que antecederam a viagem, e falando especialmente da capital portenha, curti novamente a expectativa que era a de se deparar com o novo além fronteira, com uma nova cultura, língua e sotaque. Muito bom viver tudo aquilo novamente, dessa vez sabemos que o arroz argentino não vai nos enganar (assim como ele o fez por duas vezes) com o seu mau gosto. Dessa vez vamos com a certeza mais que absoluta que sim, Buenos Aires é uma cidade para se conhecer e apreciar a pé. Dessa vez vamos acompanhados de quem nos fez falta da outra vez. Se Deus quiser.

Engraçado, mas apesar das cidades que estamos nos organizando a ir (Buenos Aires, São Paulo e Brasília) serem cidades não tão aconselháveis para crianças, acredito fielmente que o Pablo vai curtir bastante a viagem, os passeios. Principalmente Buenos Aires, onde ele passou a ter uma paixão que não sabemos realmente de onde veio. Ou melhor, obvio que veio das histórias que ele ouviu há dois anos atrás, mas é algo que vai além disso.

Durante a leitura de textos passados, vi um registro interessante: a época que informamos ao Artur sobre a viagem e que ele não iria. O texto, de fevereiro 2013, dois meses antes da viagem.
Acho que dessa vez não vamos aguardar tanto para falar a ele a boa nova.

Estamos há menos de 5 meses distante de novembro, provavelmente já no próximo mês, que por sinal é o mês do aniversário dele, devemos revelar que ele vai ter que passar uns 6 dias sem comer arroz :)





sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ingressos comprados!!!

Após uma sequência incrível de erros bisonhos da operadora do cartão de crédito, de cobranças que pareciam (ou melhor, parecem não se desfazer, pois ainda persiste uma parte) não acabar e do site da operadora argentina, ficamos impossibilitados de usar o cartão por alguns dias – e isso justamente durante as vendas para o show em terras portenhas. A possibilidade dos ingressos acabar era real :(

Poderíamos comprar os ingressos com outro cartão, mas só poderíamos retirá-los com a presença do dono do cartão :(

Uma baita sinuca de bico, não?
Seria sim...caso o Danilo não fosse também a Argentina e resolvesse nosso problema \o/

Enfim os 3 ingressos (mais o do próprio Danilo, que já tinha garantido) estão comprados!!!

Ingressos para Buenos Aires, São Paulo e Brasília: Comprados
Ingressos do Rio que temos que vender: 3 (Eu, Adelana e Paulo). Ingressos do Rio já vendidos: 2 (para fãs italianos que vem ao Brasil).
Ingressos de Belo Horizonte que temos que vender: 2 (Eu e Adelana). Ingressos de BH já vendidos: 0

Passagens: Por enquanto Sp – BsAs – Sp

Hospedagem: BsAs: Nada ainda. – Sp: Mansão do Danilo. – Brasília: Tia da Adelana.





Valeu Danilo!!!
Nos vemos em Buenos Aires!








domingo, 31 de maio de 2015

Pra onde vamos?

Mais uma turnê e com ela a pergunta: Para onde vão os membros do blog?

Eu, Adelana e Pablo: Buenos Aires, São Paulo e Brasília (Pablo vai ao show de Buenos Aires apenas)
Tiago: Porto Alegre, São Paulo e Brasília
Paulo Cabeça: São Paulo e Rio (aqui existe uma intensão em trocar Rio por Buenos Aires)


Vamos, com fé!




quarta-feira, 27 de maio de 2015

Pablo, A Censura e Um Sonho



Quem lê os dois últimos textos (os únicos de 2015) onde falo sobre a expectativa dos shows, percebe facilmente que algo sublime pode estar por rolar.

Volto no tempo e percebo que algo se repetiu – Em um dos textos cito o meu egoísmo doentio que senti em 2005, quando ao pensar que não poderia se descolar a outra cidade para acompanhar um show do Pearl Jam no Brasil, torcia para os rumores sobre possíveis turnês fossem furada total.

Após os shows solo do Eddie (2014), torci abertamente que a turnê do PJ demorasse um pouco mais. Os shows foram inesquecíveis, mesmo com a falta que o Pablo fez ali. Nós já tínhamos imaginado o Pablo conosco naqueles shows, mas a censura impediu... e foi a partir daquela sensação que pensamos como seria 'complicado' assistir a um show do Pearl Jam (ou Ed) sem o Pablo ao lado.

Na época - do show do Eddie  - o Artur tinha 6 anos. A censura no show: 8

Veio o anuncio da turnê 2015. Nas redes sociais era fácil ver amigos que vão aos shows já comprando as passagens aéreas aproveitando os 8 meses (o anuncio oficial foi em Março. Os show em Novembro) de antecedência para pagar um valor bem mais em conta. 
Optamos por aguardar e ver qual seria a censura.
Imagina aí Eu e Adelana comprando passagens e no fim das contas a censura estar liberada?


De toda a turnê na America Latina, Brasil e Argentina foram os últimos países a começar as vendas. Foram também os últimos a mostrar os detalhes dos shows (como valores, por exemplo). Entre o anúncio e o início das vendas (2 meses), enviei um e-mail para o site oficial do Pearl Jam, os perguntei sobre a censura no Brasil (nessa época já tinha visto que no México era 6 anos), a resposta um tanto vaga, falaram que isso era determinado por cada país. Em Maio (que foi o mês prometido para informações sobre as vendas no Brasil) resolvi enviar novamente a pergunta e dessa vez os pedi que me dissessem a censura. E eles me responderam: 10 anos, acompanhado pelos pais.

Pablo em novembro terá 8 anos.
Por coincidência, dias atrás ele me perguntou qual era a idade permitida para ir nos shows do Pearl Jam. Eu já sabia, mas preferi falar que não sabia.

Não entendo como é determinado a censura. Sério mesmo. Acho que depende de vários fatores, claro, mas esses fatores seguem umas regras sem sentido, que acabam penalizando alguns. Imagino um show em uma área aberta, como o Rock In Rio (que tem censura bem baixa) ou Lollapalooza (censura livre), acredito que nesses, por ser lugar aberto (sem arquibancada), deve ter sim uma censura maior. Porém, não me entra na cabeça a ideia que um show, em um estádio, desses de Copa do Mundo, não pode abrigar crianças na arquibancada. Veta a venda para a pista e deixa as crianças na arquibancada!

Eis que abro um site qualquer e vejo que a justiça tá tentando vetar shows de um MC que ainda é uma criança e que as letras de suas músicas mostram cenários sexuais, passo os olhos na matéria e vejo que tem também uma garotinha MC que está passando pelo mesmo problema. Bom... no meu entender, isso era pra ser proibido logo de cara. Sinceramente os fatores, as regras, os pesos e as medidas são descabidas.

Enfim...
O sonho de levar o Pablo aos shows estava adiado.
Veio a pré-venda para os membros do fã clube. Compramos. Vamos a 4 cidades, vou então realizar o sonho que tinha desde a turnê de 2005: ir a vários shows seguidos. Dessa vez não passou pela nossa cabeça ir a outro país.
E enfim estava – não totalmente - feliz com tudo isso.

Um dia após o início da pré-venda sento em frente ao PC e vou olhar comentários das pessoas que estavam comprando os ingressos, alguns ‘exculhambavam’ os valores da tal ‘taxa de conveniência’, outros falavam dos ingressos, outros que o site de venda vivia caindo, bla, bla, bla...
Eis que abro a pré-venda do show na Argentina. Olho a censura. Olho de novo. Fico refazendo a leitura que não cabia em minha cabeça. Joguei a frase no ‘Google Tradutor’ para ver se não estava enganado, mas era aquilo mesmo que estava vendo. A censura em Buenos Aires para o show do Pearl Jam é maior de 1 (!) ano. E a partir de 3 anos já paga.

O que fazer?

Botei a cabeça para pensar, fiquei imaginando no possível e no impossível. No que passei/senti durante os shows do Eddie em São Paulo. Na falta que o Artur nos fez nos passeios pela própria Buenos Aires em 2013 e por São Paulo em 2014.
Lembrei que os ingressos para São Paulo, Brasilia, Belo Horizonte e Rio de Janeiro (aqui, talvez a maior expectativa: show no Maracanã!) já estavam comprados e não teria onde deixar o Pablo caso ele fosse também...

Os prós.
Os contras.

Percebi que Eu estava - Enfim! - extremamente feliz ao pensar nos ‘Prós’. E vi uma luz no fim do túnel. 

Acho que existe uma porta aberta para viver um dos maiores momentos da minha vida. Graças a Deus.

Pablo Artur vai ao show em Buenos Aires.
Nós vamos!


Como resolvi os ‘Contras’????
Teremos que vender os ingressos de Belo Horizonte e o sonho de ver um show no Maracanã.
A turnê começa por Buenos Aires, em seguida, São Paulo... A Adelana não vai ao show e fica com o Pablo. O show seguinte é em Brasilia, e lá o Pablo fica com a Tia da Adelana.


Amanhã, dia 28 de Maio começa a Terceira fase de vendas para o show da Argentina. Torçam por nós, pois vamos tentar comprar 3 :)

Até lá!



Video de 2009...




Update 1: Veio o dia 28 de Maio, mas tivemos problemas com o site de venda e o cartão. resumo da ópera: estamos por enquanto sem o cartão para comprar. Aguardamos cenas dos próximos capítulos...

Update 2: (Dia 29) Vendi os ingressos do Rio. Compradores: um casal da Itália que vem ver os shows no Brasil \o/

Update 3: Primeiros dias de Junho - Seguimos com problema bizonho no cartão. Danilo (e uma outra amiga que também vai a Buenos Aires) tentou comprar os nossos ingressos, mas não conseguiram :(

Uptade da Alegria:  Na tarde de 5 de Junho, Danilo conseguiu comprar os nossos 3 ingressos. O Dele já já estava garantido :) \o/ \,,/ o_0 









Leia tambem:
Pablo e a Censura