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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Que dia Brasília!!!

16 de Novembro
Turnê 2015 dia #12, Brasília #2




16 de novembro, chegávamos ali ao 12º dia de nossa turnê e pela primeira vez víamos o Sol em Brasília (aja visto que havíamos chegado a noite no dia anterior). Sentado agora (2 meses após) em frente ao computador para registrar aquele dia - e depois de revisar as fotos e vídeos feitos naquele data – vejo o quanto foi grande/útil/proveitoso e com tantas histórias aquele dia na capital federal... aquele foi sem dúvida o dia mais interessante, turisticamente falando, de toda a turnê. 
Dia de Sol, de chuva, de monumentos criados pelo homem, de foto com Eddie Vedder...




Saímos (nós 3 e tia Dêse) de casa e a ideia era tentar visitar alguns dos principais pontos turísticos de Brasília. Uma das facilidades de executar tal missão é que muitos dos locais a serem visitados estão distribuídos ao longo de uma grande avenida: Memorial JK, Palácio da Alvorada, Catedral de Brasília, Palácio do Planalto, Torre de TV Digital, Estádio Nacional, Praça dos Três Poderes... e por aí vai...
De todos esses lugares que citei, um ou outro não paramos para ver de perto ou entrar, mas o que todos eles transmitem para os que visitam (ou simplesmente passam pela frente) é a felicidade que teve Oscar Niemeyer em escolher os traços tão inovadores, além disso, vale registrar a coragem de JK de ‘bancar’ toda os ‘devaneios’ de Niemeyer.

Primeira parada: Torre da TV Digital, que estava fechada (era Segunda-Feira). De lá passamos no Santuário Dom Bosco, com sua coloração própria em azul predominante, em seguida fomos a Catedral.

Após passeios pela parte central do ‘avião’ e ver Camelo pelo caminho, Tia Dêse nos levou a um lugar para conhecermos e almoçar. No meio do trajeto encontramos um baita engarrafamento por causa da eleição da OAB, e ali tivemos o nosso momento Capital Paulista e passamos mais ou menos uma hora dentro do carro :(
Chegamos no (restaurante) Mangai com o horário de funcionamento quase estourado para almoço. O local é muito bonito, com a decoração voltado para cultura do Nordeste. A vista é um caso à parte, de lá dá para ver a Ponte Juscelino Kubitscheck, no Lago Paranoá.








Na saída do Mangai descobrimos o lado ‘cheio de fases’ do clima da capital federal, saiu um sol nordestino e veio uma chuva forte que depois de um período se transformou em céu nublado durante o resto do dia.

Antes de voltar pra casa, passamos na casa da Senhora Dilma, colhemos umas duas mangas que estava no chão e em seguida voltamos pra casa.


À noite a Tia Dêse deixou Eu e Adelana em frente ao hotel que a banda estava hospedada, Pablo não foi com a gente (ficou em casa com o Guilherme batendo papo). O combinado era ficarmos um tempo lá pelo hotel que a banda estava, encontrar algumas pessoas, mas sem a intensão de demorar muito tempo.

Lá nos reencontramos com o Camelo, passamos um tempo trocando ideia com outros fãs por um tempo e depois fomos em um posto de gasolina perto dali para comprarmos umas cervejas e algo para comer.
Aquela noite também era a data do encontro de fãs. Em um bar não tão perto do hotel iria rolar show de uma banda cover do Pearl Jam (por sinal o vocalista estava lá jogando conversa fora com a gente e foi com ele que Camelo foi para o bar).

O tempo foi passando, a cerveja que compramos na rua vizinha já tinha chegado ao fim, Camelo já tinha ido para o encontro de fãs e existia a quase certeza que a banda tinha saído do hotel... quer dizer, ficar ali mais tempo seria uma grande perda de tempo.

O hotel em que a banda estava hospedada na verdade é uma espécie de complexo (ou mini-shopping), duas torres – uma provavelmente comercial – são separadas por uma pequena rua construída pelo próprio hotel. Imagine aí duas torres, uma fica em uma grande avenida, de frente para um posto de gasolina (o das cervejas), atrás dessa torre, está o hotel – de mesmo nome desse da avenida. Os dois são interligados por uma pequena rua que começa no início da primeira torre, faz um meio círculo por trás dessa mesma torre, passando por frente da que está atrás e volta para a mesma avenida.


Por que estou falando sobre as duas torres e essa pequena rua?
Simples, quando fomos em direção a torre que fica em frente do posto, para esperar a Tia Dêse e voltar pra casa, avistamos Stone Gossard entrando justamente na outra ponta da rua do hotel... fomos em direção a ele e o vimos descer por um túnel (estacionamento) que ia em direção ao hotel dos fundos. O chamamos pelo nome, mas ele não deu bola. Enquanto estávamos nos reorganizando (colocando a caneta e o protetor de ouvido dentro da mochila) e o xingando em silencio por não ter olhado para a gente, eis que a gente ver o Mike atravessando a avenida e indo em direção ao túnel (nós já tínhamos visto o Mike tantas vezes em Buenos Aires e São Paulo, que resolvemos apenas acenar e sorrir – ele retribuiu da mesma forma). Mike ainda descia o túnel quando olhei para o outro lado da avenida e vi um grupo de pessoas na saída do restaurante que ficava ao lado do posto de gasolina. Eles estavam conversando com alguém. Era o Eddie Vedder.


Passamos a avenida rapidamente em direção ao grupo, chegamos justamente quando Eddie havia autografado camisas e cd´s de todos (eram 7 pessoas), a pose para a foto ‘oficial’ foi formada justamente quando alcançamos o local. Restou as costas do Eddie para Eu e Adelana ficar. Foram dois cliques no celular de um dos fãs. Foto tirada pelo segurança.
Após a foto, rapidamente mostramos a camisa e o protetor para o Vedder, ele nos olhou e deve ter pensado: “De onde vocês saíram?”, ele sorriu e agarrou primeiro a camisa (que continha o escudo do time de beisebol pelo qual ele torce), enquanto ele assinava falei pra ele que aquela camisa e o protetor era de nosso filho e que nós tínhamos ido a Buenos Aires para nosso filho ir ao show, já que no Brasil a censura não permitia. Enquanto falava ele balançava a cabeça e respondia com pequenas palavras, porem sempre sorrindo. No fim ele me olhou e me entregou 2 palhetas e apertou minha mão (pelo jeito ele ouviu sim o que disse e mandou palheta para o Pablo), olhou para Adelana, a apertou a mão e deu uma palheta. Antes dele sair e acenar a todos, Eu lembrei de dizer: thank you.

Enquanto Eddie, dois seguranças e um funcionário da banda atravessava a avenida, vejo a Tia Dêse passar por eles... no carro estava o Pablo. Ali imaginei o Pablo chegando segundos antes para poder realizar o que ele tentou desde Buenos Aires: se encontrar com o Eddie.
Nesse turbilhão de emoção, algumas das pessoas que estavam lá se abraçavam, algumas das meninas choravam, Eu cheguei perto de uma e perguntei (em português) quem era o dono do celular que tirou a foto, ela olhou pra mim e respondeu que não sabia, porem ela respondeu em inglês, sendo que eu sabia que ela era brasileira... a alegria era tamanha que o cérebro não estava processando bem o que estava acontecendo.








Antes de entrar no carro falei com o dono do celular e combinamos dele me enviar a foto logo depois. Durante o trajeto para casa, ficamos olhando as palhetas e falando repetidamente sobre o que tinha acontecido. Dias depois a Adelana falou que após a foto, quando Eddie já pensava em sair dali, ela o puxou pela jaqueta:)
Era a terceira vez em 3 anos seguidos que chegávamos perto do Eddie (por coincidência, sempre em cidades diferentes: Buenos Aires 2013, São Paulo 2014, Brasília 2015), mas pela primeira vez conseguimos o autografo, palhetas das mãos dele, foto e trocar algumas palavras.
Foi bacana, valeu pela noite, valeu pela espera.
Já escrevi no blog sobre esse sentimento de alegria/euforia quando estamos perto de alguém que de alguma forma é importante ou fez parte de grandes momentos vividos por nós... não quero reescrever tudo de novo, mas acho que todos aqueles que de alguma forma entendem, nem que seja um pouco, tudo isso que vivemos na turnê, está também de bem com a vida. Infelizmente muitos não entendem tudo isso, e passam a censurar ou ignorar.
Em miúdos: pessoas chatas enxergam chatice em tudo e em todos, e rotular negativamente A ou B (que está se divertindo, por sinal) é a ‘diversão’ principal :(

Como falei no início do texto, esse dia em Brasília foi inesquecível. Por tudo!
Já era o dia seguinte quando fomos dormir.

Bom dia, dia seguinte :)





sexta-feira, 20 de novembro de 2015

?

Já estamos no dia 20 de novembro (dia do show em Belo Horizonte), já estamos em Fortaleza e não atualizei o blog :(
Agora sim vou passar a atualizar e relatar os dias em Buenos Aires, São Paulo e Brasília...

Vamos!





quarta-feira, 7 de outubro de 2015

"Pablo, seguinte: Em Novembro..." - II

No fim de semana passado falamos ao Pablo a grande nova!


Antes do anuncio o fiz relembrar como foram os dias dele em 2013 quando Eu e Adelana fomos aquela turnê e ele ficou pulando – literalmente – entre as casas das avós e logo em seguida o revelamos que dessa vez ele vai sim com a gente...e vai ao show!

A reação dele foi inversa ao que Eu imaginava... Não houve sorrisos ou agradecimentos de imediato... houve sim uma demonstração nítida de nervosismo, com surgimento de frases totalmente fora do assunto... deu pra perceber claramente que ele estava confuso com a novidade.
Falo confuso porque ele demorou um tempo para entender toda a logística da viagem e repetia as mesmas perguntas.

Que consigamos um bom lugar para ver o show





quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Atenção senhores passageiros...

Enfim fechamos a saga de promoções-milhas das passagens aéreas.
Que tenhamos voos tranquilos em Novembro... que por sinal está bem próximo.

Que Deus continue nos abençoando :)




segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O que passa? - III

Bom, como eu imaginava, ainda não falamos ao Pablo sobre a surpresa, ainda não conseguimos re-vender os ingressos de Belo Horizonte, os voos para Brasília e a volta a Fortaleza ainda não foram resolvidos 0_0 mas a gente chega lá :)

Nesses últimos meses algo muito importante está rolando em paralelo, estamos dando uma cara diferente a nossa casa... bom, ‘cara’ não, um ‘calçado’ diferente, digamos assim.
Além disso, vale deixar registrado que a situação política administrativa do Brasil está complicada, quase que à deriva :(
Hoje o Real está bastante desvalorizado perante ao Dólar (1 Dólar vale 4 Reais).
E por fim, é triste ver todos os dias pessoas da Síria e de alguns países da África buscando desesperadamente chegar a Europa para fugir das guerras em seus países.


Voltando a viagem/shows: Pouco mais de 1 mês nos divide do embarque à capital Argentina.
Guenta coração!

terça-feira, 23 de junho de 2015

" Pablo, seguinte: em novembro... "

Olhando os registros durante a espera para os shows de 2013 (São Paulo e Buenos Aires) passei a relembrar todo aquele frio na barriga que foram os meses que antecederam a viagem, e falando especialmente da capital portenha, curti novamente a expectativa que era a de se deparar com o novo além fronteira, com uma nova cultura, língua e sotaque. Muito bom viver tudo aquilo novamente, dessa vez sabemos que o arroz argentino não vai nos enganar (assim como ele o fez por duas vezes) com o seu mau gosto. Dessa vez vamos com a certeza mais que absoluta que sim, Buenos Aires é uma cidade para se conhecer e apreciar a pé. Dessa vez vamos acompanhados de quem nos fez falta da outra vez. Se Deus quiser.

Engraçado, mas apesar das cidades que estamos nos organizando a ir (Buenos Aires, São Paulo e Brasília) serem cidades não tão aconselháveis para crianças, acredito fielmente que o Pablo vai curtir bastante a viagem, os passeios. Principalmente Buenos Aires, onde ele passou a ter uma paixão que não sabemos realmente de onde veio. Ou melhor, obvio que veio das histórias que ele ouviu há dois anos atrás, mas é algo que vai além disso.

Durante a leitura de textos passados, vi um registro interessante: a época que informamos ao Artur sobre a viagem e que ele não iria. O texto, de fevereiro 2013, dois meses antes da viagem.
Acho que dessa vez não vamos aguardar tanto para falar a ele a boa nova.

Estamos há menos de 5 meses distante de novembro, provavelmente já no próximo mês, que por sinal é o mês do aniversário dele, devemos revelar que ele vai ter que passar uns 6 dias sem comer arroz :)





sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ingressos comprados!!!

Após uma sequência incrível de erros bisonhos da operadora do cartão de crédito, de cobranças que pareciam (ou melhor, parecem não se desfazer, pois ainda persiste uma parte) não acabar e do site da operadora argentina, ficamos impossibilitados de usar o cartão por alguns dias – e isso justamente durante as vendas para o show em terras portenhas. A possibilidade dos ingressos acabar era real :(

Poderíamos comprar os ingressos com outro cartão, mas só poderíamos retirá-los com a presença do dono do cartão :(

Uma baita sinuca de bico, não?
Seria sim...caso o Danilo não fosse também a Argentina e resolvesse nosso problema \o/

Enfim os 3 ingressos (mais o do próprio Danilo, que já tinha garantido) estão comprados!!!

Ingressos para Buenos Aires, São Paulo e Brasília: Comprados
Ingressos do Rio que temos que vender: 3 (Eu, Adelana e Paulo). Ingressos do Rio já vendidos: 2 (para fãs italianos que vem ao Brasil).
Ingressos de Belo Horizonte que temos que vender: 2 (Eu e Adelana). Ingressos de BH já vendidos: 0

Passagens: Por enquanto Sp – BsAs – Sp

Hospedagem: BsAs: Nada ainda. – Sp: Mansão do Danilo. – Brasília: Tia da Adelana.





Valeu Danilo!!!
Nos vemos em Buenos Aires!








domingo, 31 de maio de 2015

Pra onde vamos?

Mais uma turnê e com ela a pergunta: Para onde vão os membros do blog?

Eu, Adelana e Pablo: Buenos Aires, São Paulo e Brasília (Pablo vai ao show de Buenos Aires apenas)
Tiago: Porto Alegre, São Paulo e Brasília
Paulo Cabeça: São Paulo e Rio (aqui existe uma intensão em trocar Rio por Buenos Aires)


Vamos, com fé!




quarta-feira, 27 de maio de 2015

Pablo, A Censura e Um Sonho



Quem lê os dois últimos textos (os únicos de 2015) onde falo sobre a expectativa dos shows, percebe facilmente que algo sublime pode estar por rolar.

Volto no tempo e percebo que algo se repetiu – Em um dos textos cito o meu egoísmo doentio que senti em 2005, quando ao pensar que não poderia se descolar a outra cidade para acompanhar um show do Pearl Jam no Brasil, torcia para os rumores sobre possíveis turnês fossem furada total.

Após os shows solo do Eddie (2014), torci abertamente que a turnê do PJ demorasse um pouco mais. Os shows foram inesquecíveis, mesmo com a falta que o Pablo fez ali. Nós já tínhamos imaginado o Pablo conosco naqueles shows, mas a censura impediu... e foi a partir daquela sensação que pensamos como seria 'complicado' assistir a um show do Pearl Jam (ou Ed) sem o Pablo ao lado.

Na época - do show do Eddie  - o Artur tinha 6 anos. A censura no show: 8

Veio o anuncio da turnê 2015. Nas redes sociais era fácil ver amigos que vão aos shows já comprando as passagens aéreas aproveitando os 8 meses (o anuncio oficial foi em Março. Os show em Novembro) de antecedência para pagar um valor bem mais em conta. 
Optamos por aguardar e ver qual seria a censura.
Imagina aí Eu e Adelana comprando passagens e no fim das contas a censura estar liberada?


De toda a turnê na America Latina, Brasil e Argentina foram os últimos países a começar as vendas. Foram também os últimos a mostrar os detalhes dos shows (como valores, por exemplo). Entre o anúncio e o início das vendas (2 meses), enviei um e-mail para o site oficial do Pearl Jam, os perguntei sobre a censura no Brasil (nessa época já tinha visto que no México era 6 anos), a resposta um tanto vaga, falaram que isso era determinado por cada país. Em Maio (que foi o mês prometido para informações sobre as vendas no Brasil) resolvi enviar novamente a pergunta e dessa vez os pedi que me dissessem a censura. E eles me responderam: 10 anos, acompanhado pelos pais.

Pablo em novembro terá 8 anos.
Por coincidência, dias atrás ele me perguntou qual era a idade permitida para ir nos shows do Pearl Jam. Eu já sabia, mas preferi falar que não sabia.

Não entendo como é determinado a censura. Sério mesmo. Acho que depende de vários fatores, claro, mas esses fatores seguem umas regras sem sentido, que acabam penalizando alguns. Imagino um show em uma área aberta, como o Rock In Rio (que tem censura bem baixa) ou Lollapalooza (censura livre), acredito que nesses, por ser lugar aberto (sem arquibancada), deve ter sim uma censura maior. Porém, não me entra na cabeça a ideia que um show, em um estádio, desses de Copa do Mundo, não pode abrigar crianças na arquibancada. Veta a venda para a pista e deixa as crianças na arquibancada!

Eis que abro um site qualquer e vejo que a justiça tá tentando vetar shows de um MC que ainda é uma criança e que as letras de suas músicas mostram cenários sexuais, passo os olhos na matéria e vejo que tem também uma garotinha MC que está passando pelo mesmo problema. Bom... no meu entender, isso era pra ser proibido logo de cara. Sinceramente os fatores, as regras, os pesos e as medidas são descabidas.

Enfim...
O sonho de levar o Pablo aos shows estava adiado.
Veio a pré-venda para os membros do fã clube. Compramos. Vamos a 4 cidades, vou então realizar o sonho que tinha desde a turnê de 2005: ir a vários shows seguidos. Dessa vez não passou pela nossa cabeça ir a outro país.
E enfim estava – não totalmente - feliz com tudo isso.

Um dia após o início da pré-venda sento em frente ao PC e vou olhar comentários das pessoas que estavam comprando os ingressos, alguns ‘exculhambavam’ os valores da tal ‘taxa de conveniência’, outros falavam dos ingressos, outros que o site de venda vivia caindo, bla, bla, bla...
Eis que abro a pré-venda do show na Argentina. Olho a censura. Olho de novo. Fico refazendo a leitura que não cabia em minha cabeça. Joguei a frase no ‘Google Tradutor’ para ver se não estava enganado, mas era aquilo mesmo que estava vendo. A censura em Buenos Aires para o show do Pearl Jam é maior de 1 (!) ano. E a partir de 3 anos já paga.

O que fazer?

Botei a cabeça para pensar, fiquei imaginando no possível e no impossível. No que passei/senti durante os shows do Eddie em São Paulo. Na falta que o Artur nos fez nos passeios pela própria Buenos Aires em 2013 e por São Paulo em 2014.
Lembrei que os ingressos para São Paulo, Brasilia, Belo Horizonte e Rio de Janeiro (aqui, talvez a maior expectativa: show no Maracanã!) já estavam comprados e não teria onde deixar o Pablo caso ele fosse também...

Os prós.
Os contras.

Percebi que Eu estava - Enfim! - extremamente feliz ao pensar nos ‘Prós’. E vi uma luz no fim do túnel. 

Acho que existe uma porta aberta para viver um dos maiores momentos da minha vida. Graças a Deus.

Pablo Artur vai ao show em Buenos Aires.
Nós vamos!


Como resolvi os ‘Contras’????
Teremos que vender os ingressos de Belo Horizonte e o sonho de ver um show no Maracanã.
A turnê começa por Buenos Aires, em seguida, São Paulo... A Adelana não vai ao show e fica com o Pablo. O show seguinte é em Brasilia, e lá o Pablo fica com a Tia da Adelana.


Amanhã, dia 28 de Maio começa a Terceira fase de vendas para o show da Argentina. Torçam por nós, pois vamos tentar comprar 3 :)

Até lá!



Video de 2009...




Update 1: Veio o dia 28 de Maio, mas tivemos problemas com o site de venda e o cartão. resumo da ópera: estamos por enquanto sem o cartão para comprar. Aguardamos cenas dos próximos capítulos...

Update 2: (Dia 29) Vendi os ingressos do Rio. Compradores: um casal da Itália que vem ver os shows no Brasil \o/

Update 3: Primeiros dias de Junho - Seguimos com problema bizonho no cartão. Danilo (e uma outra amiga que também vai a Buenos Aires) tentou comprar os nossos ingressos, mas não conseguiram :(

Uptade da Alegria:  Na tarde de 5 de Junho, Danilo conseguiu comprar os nossos 3 ingressos. O Dele já já estava garantido :) \o/ \,,/ o_0 









Leia tambem:
Pablo e a Censura