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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Bye São Paulo, Olá Brasília!!!

15 de Novembro
Turnê 2015 dia #11, São Paulo dia #5 e #1 em Brasília 





Mais um dia pós show.


Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê: Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas em São Paulo...

São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em 2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.




Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael (membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :), almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram – virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)


Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/

Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia Azul.




Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta de...de... morros).


Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade), Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já merecida.


Boa noite, Brasília!   




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Show do Pearl Jam em São Paulo com Raios e Chuva!




14 de Novembro
Turnê 2015 dia #10, São Paulo dia #4




Dia de show do Pearl Jam!

Apesar de ser dia de show, resolvemos na noite anterior que iriamos aproveitar a parte da manhã para fazer alguma coisa ‘diferente’, os dias em São Paulo definitivamente não estava combinando nem um pouco com a nossa veia turística.
Olhei agora os horários em que as fotos foram batidas e vi que as 10 horas da manhã estávamos na estação Butantã do metrô, as 11 estávamos tomando o café da manhã no Mercado Municipal – já falei antes e volto a repetir: o Pablo deve ter adora a estadia gastronômica em São Paulo :)
fizemos a tour pela ‘25 de Março’ como todo e qualquer bom louco por compras e antes das 13:00 horas já estávamos em casa novamente.



O Show




Chegamos as 3 da tarde no estádio do Morumbi. Lá no início das nossas organizações para os shows (depois que descobrimos que Pablo poderia sim entrar no show da Argentina), quando decidimos que no show de São Paulo Eu iria só e Adelana e Pablo ficariam em casa, não imaginávamos que teríamos uma amiga em uma pousada no mesmo quarteirão do estádio. E o melhor: de lá dava para ouvir o som da banda e ver parte da arquibancada.
Após estacionar o carro, por uma bagatela de 100 reais, fomos direto na pousada que Luzia e Gloria estavam (Luzia e Gloria são do Rio de Janeiro e estavam conosco em Buenos Aires) e de lá acompanhamos uma minúscula passagem de som da banda.
Adelana e Pablo ficaram, Eu segui para o estádio com Danilo, Luzia e Gloria.




O Sol naquela tarde estava derretendo qualquer cuca tranquila. Engraçado é que nos 6 shows que fui até então (falta incluir Brasília a essa contagem), tirando Buenos Aires 2013 (que fomos no fim da tarde) nenhum outro aliviou com o calor na hora da chegada, e olha que nessa lista incluo Curitiba, que é historicamente fria.  A entrada no estádio foi tranquila e apesar das filas longas, nada de apertos ou empurrões. Lá dentro a expectativa tradicional disfarçada/fantasiada de fotos do palco, cerveja que se vai em 3, 4 goles, o senta e levanta insistente, a bexiga que enche quando o palco já está montado e som chegado, a boa conversa com estranhos que, igualmente a você, estão em terras estranhas.



Não houve banda de abertura no show de São Paulo (diferente de Buenos Aires).
A banda subiu ao palco as 20:45 (45 minutos de atraso) e as 3 primeiras músicas (tradicionalmente calmas) foram daquelas que você não imaginava que poderia rolar ou fazem parte daquelas que você as adiciona em um set list imaginário. ‘Long Road’ abriu o show (essa é uma das músicas incríveis do Pearl Jam que NÃO estão em nenhum cd oficial) e por uma – feliz - coincidência de datas, em 2013, quando também assisti ao show em São Paulo sem a Adelana, imaginei cantando o refrão dessa música: ‘I have wished for so long, how i wish for you today’ (‘Eu desejei por tanto tempo, como Eu desejei por você hoje”), pois naquele ano a música não veio, e agora, tudo se repete e a música toca na abertura do show :)

Em seguida mais uma com o carimbo ‘Lado B’ de qualidade ( Of The Girl) para em seguida surgir uma das ‘top 5’ quando o assunto é ‘Meu set list preferido’: ‘Love Boat Captain’.


Sensação bacana a de quando você entende claramente o que uma música quer passar, e essa ‘explicação’ não vem de você ou outro alguém, mas sim de quem a escreveu – e o melhor de tudo é que aquilo explicado é justamente o que você entendeu quando a ouviu pela primeira vez.
Antes de LBC ser tocada naquela noite, Eddie Vedder leu um texto (em português) relatando o os tristes episódios promovidos por terroristas no dia anterior em Paris, várias pessoas foram assassinadas em um massacre às escuras, onde qualquer um poderia ser o alvo... e enquanto ele discursava, Eu imaginei que a música a seguir poderia ser Love Boat Captain, e foi o que aconteceu.
LBC fala abertamente de amor, e relembrando uma tão famosa música dos Beatles, uma das frases marcantes de Love Boat Captain diz: “Isso já foi cantado, mas nunca é demais dizer, tudo que precisamos é de Amor”. Além de eleger o Amor como algo a que todos devem acreditar, LBC também carrega em seus versos a lembrança do pior episódio na carreira do PJ, quando 9 fãs morreram esmagados no início de um show da banda na Dinamarca (em 2000). A letra diz mais ou menos assim: ‘É uma arte conviver com a dor, mistura de luz e cinzas, perdemos 9 amigos que nunca conheceremos, 2 anos atrás. E se nossas vidas se tornarem longas demais, isso nos fará sentir mais culpa?’ (no show de SP, Vedder trocou o ‘9 amigos’ e ‘Dois anos atrás’ por ’90 amigos’ e ‘Hoje, de novo’, deixando claro a dedicatória da música para as vítimas em Paris.

Sobre os ‘9 amigos que nunca conheceremos’, vejo o quanto foi bem colocado a palavra ‘amigo’ ao invés de ‘fãs’, pois é fascinante a maneira como os fãs do Pearl Jam ao redor do mundo se comunicam/entrelaçam/convivem. Seja em uma simples, mas segura dica pela cidade a que o fã distante vai visitar, seja no estar ao dispor de ajudar a apresentar lugares ou comprar a briga com uma empresa situada em seu país que não quer entregar o ingresso a um fã estrangeiro, seja sentar no bar e rir ao aprender palavras de outro idioma ou do sotaque diferente do seu próprio país, seja ao comprar de outro fã, mesmo com risco de ser enganado, o ingresso de um show que você vai em outro continente... tudo isso acima só é possível porque a palavra usada não deve ser taxada simplesmente de ‘fã’, mas sim ‘amigo’.



Vídeo do youtube, Love Boat Captain com discurso do Eddie no início

Para Adelana :)

Voltando ao show... após as 3 baitas músicas, vem uma sequência matadora de 7 músicas para levantar todo mundo, entre elas: ‘Hail, Hail’, com seus versos que foram parar nas costas da Adelana :) que pena não termos conseguido ouvi-la mais uma vez juntos, como foi em Buenos Aires 2013.

Após as 10 primeiras músicas, surge ‘Lightning Bolt’... e aqui o show toma um outro rumo.

‘Lightning Bolt’, que fala em um raio que vem das alturas procurando um lugar para pousar, parece que fez com que alguém no céu entendesse o recado e raios (trovões, vento forte e chuva) surgiram inexplicavelmente durante o rolar da música. Foi algo quase que surreal e a concordância com que tudo estava acontecendo parecia cena de filme. O vento forte fez com que os canhões de luzes suspensas que eram controlados por pessoas ou o grande painel atrás do palco fossem perigosamente movimentados de um lado a outro. Resultado? Os operadores dos canhões desceram e o painel foi desmontado. Isso tudo demorou uns 10 minutos (ou mais), durante esse tempo a chuva veio com força (vale lembrar que no primeiro show que Lightning Bolt foi tocada, em Chicago 2013, o show foi paralisado por infinitas 2 horas por causa dos raios daquela noite).
A chuva deu uma trégua, a música Eldery Woman Behind The Counter in a Small Town foi adicionada ao set list, com o Ed a tocando apenas no violão enquanto a produção cobria alguns instrumentos.

 
Vídeo do youtube. Repare no raio aos 1:36 e no vento que levanta o painel aos 2:07

A partir dali o show seguiu, mas as músicas estavam mais ‘colocadas’ umas nas outras. Vale lembrar que shows no estádio Morumbi tem hora marcada para acabar por causa de problemas antigos na região. No caso, some aí a questão do show ter começado atrasado (20:45 horas), mais a parada para manutenção/proteção dos equipamentos e uma banda que insiste em tocar por 3 horas, chegaremos facilmente ao limite estabelecido por lei no local: meia noite!

Além das músicas que resolvi dar um destaque acima, não posso deixar de citar ‘I Am Mine’, à sequência repetida de Buenos Aires: ‘Footsteps’ e ‘Imagine’ (John Lennon). E lamentar o corte de ‘Indifference’ do set list original.

Diferente do show de 2013 na mesma São Paulo, esse de 2015 foi muito melhor. Infinitamente melhor. Aqui algumas canções me arrancaram lagrimas, sendo que eu nem preciso citar quais foram, basta ler o texto.
E mais uma vez senti a falta da Adelana, da mesma forma que em 2013.




Fim de show mais uma vez. Me encontrei com o Paulo, tomamos uma cerveja enquanto saiamos do estádio e relembrávamos uma ou outra situação do show.
Saí feliz do estádio, como em todos os outros shows do Pearl Jam e parece que essa é uma ‘sina’. A sensação que tenho é que em apenas alguns shows musicais você consegue se divertir mesmo que não conheça muito a banda e acredito que o Pearl Jam seja uma dessas.


Hora de ir embora, em 3 dias teríamos mais um show pela frente, dessa vez seria em Brasília, e o melhor: Adelana iria também \o/






Set List, Poster, Aúdio e Playlist do show para ouvir


Nesse set list rolou algumas mudanças, Indifference foi riscada (literalmente)  e Setting Forth foi esquecida, contra isso, 'Small Town' e All Long The Watchtower (Bob Dylan) foram adicionadas, mas não estão incluídas na foto oficial. Ao todo foram 33 músicas.  





Estranho. Confuso. Bonito. Tudo isso ao mesmo tempo. Vai pra moldura!


Sobre o Aúdio original do show, em breve link para download :)


Abaixo um playlist que criei no Spotify com as músicas que rolaram no Morumbi. Vale lembrar que Imagine (John Lennon) e All Long The Watchtower (Bob Dylan) estão com versões originais \0/








sábado, 5 de dezembro de 2015

Dois pelo preço de um em São Paulo

12 e 13 de Novembro
Turnê 2015 dias #8 e #9, São Paulo dias #2 e #3


Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro, faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos – com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.


Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas) buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter adorado essa dieta).



Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e vindas (ou tentativas de ir e vir).


Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista)  que enfim havíamos chegado a cidade... com seu cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio, Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).



Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos para onde ir e além de tudo, já era noite.

Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo depois foi a vez do Danilo.

Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de todos.

Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/



Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o anterior...





A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que chegou já no finzinho.

Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a todo instante quem eram os que faltavam.

Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.



Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta feira 13!). A chuva estava anunciada.


Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).

Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar :)








quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Olá Mike, Olá Matt, senta aqui com a gente, vamos passar a tarde aqui


8 de Novembro
Turnê 2015 dia #4, Buenos Aires dia #4 


O dia pós show foi, provavelmente, o mais curto de toda a viagem – ou teria sido o mais longo?

A euforia, psicológico, horas em pé e mais alguns motivos nos fizeram acordar um pouco mais tarde naquela manhã de Domingo, o Sol em Buenos Aires fazia jus ao dia e brilhava forte sobre nossas cabeças e apesar de todos os motivos disponíveis para uma tarde de passeios, resolvemos ficar em frente ao hotel da banda. Na verdade, o objetivo inicial seria um período por lá e depois seguir para a região do Palermo e seus inúmeros bosques, mas não foi o que aconteceu.




Chegamos no Four Season (Hotel) por volta de 12:30 pm, nos juntamos a outras 30 a 40 pessoas que estavam lá em busca do mesmo que nós. Tudo muito bem organizando com uma grade demarcando o espaço de nós fãs e garantindo o vai e vem dos hospedes do hotel...eis que um tempo após estarmos lá surge Mike McCready, guitarrista do Pearl Jam. Muito atencioso, foi para uma das pontas da grade para começar o festival de autógrafos e mini bate papos.
McCready começou justamente no lado em que nós estávamos...



Ele avistou o Pablo pendurado em minhas costas e estendeu a mão a ele, enquanto isso o falei sobre o primeiro show do Pearl Jam do Pablo na noite anterior e falei sobre um grupo de fãs do Brasil que fazíamos parte e que juntos tínhamos feito camisas para todos da banda... nesse momento ele me perguntou: ‘Onde estão as camisas?’
Fiquei com cara de taxo e disse que estavam no Brasil e quando chegássemos lá (aqui no Brasil, no caso), iriamos procurar algum deles para entregar. O papo foi rápido, coisa de 20 segundos, mas a maneira como ele deu atenção para ouvir o que Eu estava falando foi de uma simpatia ímpar.
Após esse pequeno dialogo Mike continuo a dar autógrafos e ter pequenas inesquecíveis conversas com os que estavam lá.



(Um jogo estava rodando em segundo plano no celular que estava gravando, por isso essa trilha sonora)





Interessante é que após uns 20 minutos chegaram duas garotas nessa ponta da grade em que estávamos e após ouvir a gente conversando, elas perguntaram se éramos do Brasil e daí começou a puxar assunto... elas perguntaram se alguém da banda já tinha saído, falamos que o Mike tinha sim descido há um tempo e que tinha falado com todos... daí que quando olhamos para toda extensão da grade avistamos o Mike que AINDA  estava lá depois de tanto tempo.

Após o Mike voltar para o hotel, nos perguntamos se estava na hora de ir, mas resolvemos ficar um pouco mais... deveria ser umas 2 horas da tarde naquele momento...

Um tempo depois surge Matt Cameron, baterista da banda. O alvoroço tradicional da turma que fica em pé ao lado da grade foi interrompido quando Matt disse que iria dar uma pequena caminhada e logo voltaria para falar com todos. A turma abriu caminho e ele passou sem perturbações.
Paralelo a isso, Luzia e Gloria, as duas amigas nossa do Rio largaram a fila quilométrica para visitação a Casa Rosada, pegaram um taxi e chegaram no hotel para se juntar a nós. Quando Luzia chegou foi logo perguntando:
‘E então, fora o Mike, quem mais desceu? ’, falamos a ela sobre o Cameron e o passeio a pé pelas ruas próximas... pronto, esse foi o que ela queria.
‘Pois Eu também vou passear, como não?’, com essa frase Luzia foi se afastando de nós e indo a procura do Matt. Minutos depois, ela surge com um sorriso no rosto e uma foto no celular com Cameron :)



Depois disso, Adelana foi comprar um lanche para gente no quarteirão próximo. Nesse meio tempo, Matt retornou e igualmente ao Mike, veio para a ponta da grade onde estávamos e se alegrou ao ver o Pablo pendurado nela. Ele autografou as nossas camisas, e quando tava saindo eu disse a ele que Pablo tinha ido ao show, de imediato ele olhou pra mim e perguntou se Pablo tinha usado proteção (fez a pergunta apontando para os ouvidos), o respondo que sim e ele sorriu positivamente.
Matt voltou ao hotel, logo em seguida Adelana surge. Nós todos fomos falar a ela sobre a novidade e eis que ela também tinha uma novidade...
Adelana falou que passou ao lado do Matt... e não fez nada O_o
Sim, essas coisas acontecem :)
Ela estava com o celular no bolso e poderia ter ‘pelo menos’ ter pedido pra tirar uma foto.
Detalhe: ela estava com uma camisa do Pearl Jam!

O tempo foi passando. A esperança de ver outro membro da banda foi aos poucos perdendo forças. Vez por outra rolava uma movimentação dos seguranças, mas nada. Eis que no cair da noite, uma movimentação de seguranças deixou claro que mais alguém iria sair. E sim, saiu.
Eddie saiu do hotel direto para um carro e saiu com outras pessoas. Foi nessa hora que percebemos que estava mais que na hora de irmos embora.

Saímos de lá com um misto de alegria por ter falado com Mike e Matt e arrependimento por não termos saído de lá antes.
No fim das contas acredito que sempre estamos no lugar que deveríamos estar.

Voltamos pro hotel a pé (a caminhada de um hotel a outro não levava 10 minutos) e o combinado seria um jantar no Puerto Madero.






Em 2013 Eu e Adelana não tínhamos caminhado por Puerto Madero (apenas passamos no ônibus de turismo) e a vontade de conhecer o local no pôr do sol tinha ficado para outro dia.
Puerto Madero é um dos principais lugares de Buenos Aires. Uma área da cidade com uma arquitetura nova, bem diferente do resto da cidade, com seus prédios com estilo antigo.
Pablo só aguentou ficar acordado no restaurante até a colherada final do jantar :)


Bom... foi isso.
como disse no início, esse talvez tenha sido o dia mais curto – ou longo – da viagem.

Até amanhã!
 












quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Vamos blog, vamos à Buenos Aires!

O blog parece que parou...ou melhor, olhando as postagens, a impressão que tenho é que desistimos da turnê ou algo assim. Mas não, não desistimos. No exato momento estou escrevendo para atualizar o Cruzando O País no vôo para Buenos Aires (estamos a caminho de São Paulo, lá devemos ficar umas 3 horas, e só então seguir caminho a terras portenhas). 
Pra falar a verdade muita coisa aconteceu nos últimos 2 meses e meio, nesse tempo resolvemos enfim terminar uma reforma que começamos meses antes da nossa ida a Buenos Aires em 2013. A história se repete e enfrentamos muita poeira nesses últimos dias, assim como na turnê de 2013.

quando pousarmos em São Paulo, Danilo vai estar nos esperando e vai seguir a turnê conosco, ele também irá ao show em São Paulo e Brasília \0/
Além dele, outros tantos amigos virtuais se transformaram em reais por alguns sonhados incríveis dias, e essa é sem dúvida uma dos grandes ideais dessa (e outras) turnês :)





Esperamos encontrar bastante alegria em terras argentinas, assim como em São Paulo e Brasília.
Pablo está bastante feliz e há dias sonha com essa viagem. Nós também.

A ideia é tentar atualizar algo no blog diariamente durante a turnê a partir de agora. Espero que Eu consiga cumprir com a palavra :)