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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meu primeiro show do Pearl Jam.


Por Tiago Camelo

Ha três anos vivia umas das experiências mais emocionantes dessas minhas quase três décadas de existência. Uma paixão, iniciada na minha puberdade, com uma fita K7 velha que reproduzia mais barulho a música. O álbum era o Yield do Pearl Jam e, enquanto todos achavam apenas Do The Evolution a única faixa legal, eu curtia cada canção de uma ponta a outra.
Em 2005, na primeira vinda da banda ao Brasil, me conformei em ficar alheio aos shows. Já em 2011 as expectativas já começaram um ano antes.
A ideia inicial era ir a São Paulo, devido a um amigo, mas por causa de um descuido, não consegui ingressos, então comecei o plano B. Na época não fazia muita questão de conhecer o Rio de Janeiro (Não me preguntem por que?), as opções se limitaram a Curitiba e Porto Alegre, como Rio Grande do Sul sempre me pareceu atraente, não tive dúvidas em escolher meu destino e de Nádia, até o Pearl Jam que ainda foi uma viagem a dois inesquecível.
Logo de início fomos super bem recebidos pelo taxista que nos levou a cidade baixa, bairro onde ficamos hospedados. O primeiro dia foi leve, apenas uma volta ao centro, conhecer os prédios históricos e um bar-pub a noite esquentando para o grande dia.
O 11/11/2011 foi um pouco que bipolar, há exatos três meses havia perdido meu pai, a lembrança desta data me perseguiu em meio a felicidade e as expectativas para a noite, as horas na fila, nove no total, não foram incomodas para quem estava prestes a realizar um sonho. Quando  Morning Passages do Philip Glass começou a tocar e o Pearl Jam entrou tudo se tornou mágico, surreal, indescritível. Para minha surpresa fiquei muito emocionado em Just Breathe e Oceans, composições que faziam parte da minha “lista B”, Alive passou a trazer mais sentido a minha vida depois do show.
No dia seguinte, fomos a Gramado, mesmo com as belezas da cidade, ainda estava extasiado, não caia a ficha da noite anterior. No domingo, ja de volta a Porto Alegre, relaxando o Parque da Redenção confirmava com Nádia o ocorrido de sexta-feira que sempre, isso mesmo, por mais de uma vez, respondia, com um sorriso, que sim.
Até hoje as memórias estão vivas e o desejo de retornar ao Rio Grande do Sul em 2015, agora também para rever amigos que conheci por meio do Pearl Jam, são enormes. Quem sabe, daqui a pouco menos de um ano, eu não esteja escrevendo aqui sobre isso?


Setlist: Pearl Jam ao vivo em Porto Alegre (11/11/2001).

·  Why Go 
·  Do the Evolution 
·  Severed Hand 
·  Corduroy 
·  Got Some 
·  Low Light 
·  Given to Fly 
·  Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 
·  Even Flow 
·  Unthought Known 
·  Present Tense 
·  Daughter (Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It's Ok Tag)
·  1/2 Full 
·  Wishlist 
·  Rats 
·  State of Love and Trust 
·  Black 
·  Encore:
·  Just Breathe 
·  Oceans 
·  Comatose 
·  Light Years 
·  I Believe in Miracles (Ramones cover)
·  The Fixer 
·  Rearviewmirror 
·  Encore 2:
·  Last Kiss (Wayne Cochran cover)
·  Better Man 
·  Crazy Mary (Victoria Williams cover)
·  Jeremy 
·  Alive 
·  Rockin' in the Free World (Neil Young cover)
·  Indifference 
·  Yellow Ledbetter 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

As 3 primeiras músicas do Ukelele Songs...

O que as três primeiras músicas do Ukelele Songs do Eddie Vedder tem em comum? 
as 3 já foram gravadas por outros artistas e apesar de serem bem diferentes, ficaram bacanas da mesma forma.
A primeira, Can't Keep, na verdade fez o caminho inverso, ela já havia sido gravada pelo Pearl Jam. Foi gravada originalmente para o disco Riot Act (2002) e por coincidência, também é a primeira música do cd :)
Sleeping By Myself foi regravada também pelo PJ, saiu no Lightning Bolt (2013)

Já a Without You, regravada por Natalie Maines, no disco Mother (2013) fecha o trio ‘Ctrl C + Ctrl V’

Das 3, confesso que fiquei de cara com a versão da Natalia Maines. Já escrevi uma vez sobre essa versão aqui no blog e na época falei na postagem que quase ‘cometi o sacrilégio de dizer que a versão dela era melhor que a do Ukelele’. Hoje não tenho medo de dizer isso.

Can’t Keep parece que ficou no mesmo lugar. Engraçado, mas parece que ela não evoluiu. Mesmo com tanto tempo.
Sleeping By Myself ficou legal no Lightning Bolt, com o jeito caipirão das guitarras. A versão do ‘cavaco’ ukelele também é bacana, com uma calma impar.

Quer ouvir as músicas?
Cliquem nos nomes então:

Can’t Keep (Ukelele)
Without You (Ukelele)
Without You (Natalie Maines)



domingo, 27 de abril de 2014

Relíquias do Ten

Enquanto batiamos perna por aí, li algo sobre isso e achei interessante...

Vou colar aqui o texto da RollingStone Brasil;


A mesa de mixagem usada para gravar discos como Ten, do Pearl Jam, e Louder Than Love, do Soundgarden, precisa desesperadamente de reparos. Para reunir dinheiro suficiente para consertá-la, os donos do estúdio no qual ela se encontra, o London Bridge Studio, em Seattle, lançaram uma campanha de crowdfunding.
 Desde que foi instalada lá, em 1985, a Neve 8048, fabricada em 1973, já foi usada para gravar discos de Alice in Chains, Temple of the Dog, Mother Love Bone, 3 Doors Down, Death Cab for Cutie e Cat Power, entre outros.Agora, ela precisa de uma reforma bastante cara para continuar a ser usada. O estúdio busca arrecadar US$ 75 mil até este sábado, 19, para que o trabalho seja feito e ela volte à ativa.“Chegamos ao consenso de que a Neve era simplesmente muito importante para a comunidade musical de Seattle para ser substituída”, disse Eric Lilavois, um dos donos do London Bridge. “Ao invés de aumentarmos os preços do estúdio e o torná-lo inacessível para a comunidade musical, nós estamos convidando pessoas interessadas em conservar essa riqueza histórica a fazer parte da restauração e ajudar que a mesa esteja disponível por mais 40 anos.”O outro dono do estúdio, Jonathan Plum, diz que existem apenas algumas outras mesas Neve como esta nos Estados Unidos. “Nós estamos pedindo ajuda para a nossa comunidade”, disse. “A importância desta Neve e o significado histórico dela podem dar oportunidade para gerações de artistas que estão por vir.”Os prêmios pelas doações incluem camisetas com a estampa “Team Neve”, discos do Fleet Foxes autografados, uma pele de bateria assinada pelo 3 Doors Down, sessões no estúdio e, por US$ 15 mil, o doador terá um tempo no estúdio com um “produtor surpresa”. Um comunicado enviado à imprensa revela que se trataria de Rick Parashar, quem trabalhou nos discos Temple of the Dog(Temple of the Dog), Ten (Pearl Jam), Sap (Alice in Chains), Blind Melon (Blind Melon), Silver Side Up (Nickelback ) e Have a Nice Day (Bon Jovi), entre outros.





A matéria é do dia 18 de Abril.



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

2014, é você mesmo?

O Pearl Jam tem uma maneira interessante de fazer surpresa. E Eu tenho um jeito, até meio chato, que enxergar o ‘formato’ do vento...nem sempre acerto a forma do invisível, mas as vezes vou na mosca!

Em 2005, antes de divulgarem a vinda deles ao Brasil, lembro muito bem quando ouvi a música Garota de Ipanema rolando sem parar na pagina inicial do grupo na web. Aquilo foi muito ‘na cara’ que eles já estavam com passagens na mão para viajar ao Brasil. Fora que antes, meses antes, eles haviam feito o mesmo ‘ritual’ antes de anunciar turnê pelo Canada com uma música de lá...

Eis que agora, no mundo das redes sociais, o PJ vem, desde Novembro 2013 enviando vídeos para o Youtube onde o que conseguimos ver são apenas informações/curiosidades de uma determinada música. O áudio de cada um desses vídeos é justamente da música com informações em questão...todos os áudios desses vídeos foram de apresentações deles ao vivo.
No inicio, todas as músicas eram de apresentações pela Europa (a turnê ainda não tinha sido anunciada).  Depois de um par de mão de vídeos sempre por países da Europa, surgiram alguns vídeos no mesmo formato com apresentações pelos  Estados Unidos.
Eis que hoje, sai um vídeo com o áudio de uma música tocadas por eles no Brasil.





E aí?

Vamos aguardar, né?



sábado, 14 de dezembro de 2013

Turnê 2014: Australia e Europa

Em dois dias o Ten Club anunciou duas turnês: Eddie Vedder – solo - na Australia ( a banda já havia anunciado uma turnê por lá também) e Pearl Jam na Europa, em 2014.
Infelizmente não iremos a nenhum desses :(

Eddie Solo na Australia 2014

07 e 08/02, Perth
11 e 13/02, Sidney
16 e 18/02, Melbourne
22 e 23/02, Brisbane

Pearl Jam na Europa 2014

16/06, Amsterdam
20/06, Milan
22/06, Trieste
25/06, Vienna
26/06, Berlin
28/06, Stockholm
29/06, Oslo
03/07, Gdynia
05/07, Werchter
08/07, Leeds

11/07, Milton Keynes


O jeito é esperar pelos shows (cd´s) ao vivo, ne?







sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Quem marca a data?

No meio de 2013 me surgiu à ideia de fazer um quadro com algumas fotos de épocas marcantes em nossas vidas e pendurá-lo na parede. Porém a ideia não é tão simples assim...cada foto ‘contará’ a sua própria história, relembrando quando e como ela própria surgiu, e mais ainda, mostrará outras (fotos) tiradas no mesmo dia ou ocasião.
Como será isso?!?! Bom...tenho a ajuda de um blog e imagens QR Codes.

Hoje escrevi um texto para falar um pouco sobre a nossas viagens (Minha e da Adelana) aos shows do Pearl Jam.
O ‘Quadro’ ainda não saiu do papel. Ou melhor, está indo aos poucos, para o mundo virtual.



Abaixo o texto...


Dentro do Blog ‘Quadro Interativo’ há alguns textos que já foram escritos bem antes da ideia de ter um quadro pendurado na parede com varias fotos que – ligadas ao mundo virtual – contam as suas histórias por si só. A maioria desses textos foram retirados do blog cruzandoopais.blogspot.com, onde guardamos histórias dos pré-shows/Durante e Pós-Shows do Pearl Jam pelo Brasil (isso além de algumas viagens ‘não programadas pela banda’). Ali tem registros que vez por outra me pego relendo e relembrando tantos passos que cruzamos 4 grandes capitais: Curitiba/05 – Rio/11 – São Paulo/13 e Buenos Aires/13.

                     Buenos Aires, 2013

E uma das coisas mais bacanas, é que em quase todas eu estava com a Adelana – Sampa foi na contramão disso...
Além disso, vale relembrar o Pablo no Rio.

Às vezes me pego pensando que, igualmente a um corpo estranho que é expulso por nosso organismo naturalmente, algumas coisas más que aparecem no decorrer de nossas vidas se esvaem sem que a gente perceba, por incrível que aparece algumas delas doem no momento da partida, mas com o tempo, fica claro que aquilo na verdade foi o correto. Já algo - ou alguém que nos faz bem, vem e fica. Não querendo comparar, mas já comparando, acho que o Pearl Jam apareceu, assim como tantas outras bandas (ou simplesmente ‘coisas’ diferentes), foi ficando, ficando, mostrando caminhos bacanas para se caminhar e pensar, ficando, ficando...até que se moldou (literalmente) em nossas peles.

                               Curitiba, 2005

Falando das viagens em si... quando olho pra trás percebo que provavelmente não teria curtido/conhecido/vivido/chorado/sorrido/ido a esses 4 lugares se o Pearl Jam não tivesse ‘marcado a data’...

Em 2005, morando em Itapajé e tendo que estar por lá no mínimo 5 dias na semana, seria um desejo impensável ir até a fria Curitiba passar mais de uma semana por lá...
Em 2011, com o Pablo com 4 anos, provavelmente não cairia em nosso colos a ideia de ir até o Rio de Janeiro ficar por lá uma semana subindo e descendo morros com ele...
Em 2013...bom...em 2013 seria quase irresponsabilidade deixar Pablo e Adelana em Fortaleza, ir sozinho a São Paulo, passar três dias por lá e em seguida, se juntar com a Adelana e de lá ir até Buenos Aires ficar por lá mais alguns dias...

                                    Rio, 2011

‘Passamos’ por tudo isso e hoje somos provas vivas do velho ditado que diz que ‘viajar não nos deixa mais pobres, mas sim, ricos’. Sem duvidas foram grandes datas e épocas as que vivemos, pessoas que conhecemos, lugares que caminhamos, as marcas que deixamos.

Ainda estamos em 2013, no finzinho dele, e os boatos de turnê da banda por países europeus crescem a cada dia.
O sonho também.







terça-feira, 12 de novembro de 2013

Shows de 2011, 2 anos!

O que você estava fazendo durante os primeiros dias de Novembro de 2011?
Aqueles dias acabaram matando a ansiedade acumulada nos meses anteriores?
Qual dia você lembra mais? 3? 4? 6? 9? 11? Ou de todos?

Eu particularmente lembro bem do dia 6 de Novembro – 4 dias após meu aniversário, que parecia ainda fazer parte... parecia que há dias não dormia até a chegada do dia 6 e que todos os dias antes, desde o anuncio oficial da banda, no dia 24 de Julho 2011, já faziam parte do tal ‘6 de Novembro’... ou será que eu simplesmente (tentava) dormir sempre mais cedo para que os dias acabassem logo?

Lembro bem de cada passo dado naquele dia, de cada conversa, de cada bandeira aberta em minha frente durante o show, das lagrimas que caiam sem parar do rosto de um amigo meu que estava ao meu lado, e das minhas também. Lembro bem de um dos dias mais espetaculares de minha vida, o dia em que vi o Pearl Jam tocar na Apoteose, no Rio de Janeiro.

E você, conta aí no ‘comentário’ o que você estava fazendo durante os primeiros dias de Novembro 2011.


Na época escrevi sobre o dia, clique aqui e veja.




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Enquanto isso na turnê americana...

Cuidado Eddie, cuidado que você não tem mais idade pra isso...
hahahahahahaha

Lightning Bolt alcança o topo da lista da Billboard

Fonte do texto: Folha De S Paulo
Com seu novo disco "Lightning Bolt", a banda de rock americana Pearl Jam alcançou pela quinta vez em sua carreira o topo da lista da revista "Billboard", que monitora os álbuns mais vendidos nos Estados Unidos.O novo trabalho dos roqueiros de Seattle vendeu 166 mil cópias em sua semana de lançamento.Anteriormente, a banda havia ocupado o primeiro posto na "Billboard" com os álbuns "Vs." (1993), "Vitalogy" (1994), "No Code" (1996) e "Backspacer" (2009). Este último, aliás, vendeu ainda mais que "Lightning Bolt" em sua primeira semana: 189 mil cópias.Mesmo assim, o Pearl Jam quebrou um tabu. O último disco de rock que havia ocupado o topo da lista em sua estreia foi "The World From the Side of the Moon", de Phillip Phillips, em novembro de 2012. O cantor foi uma das atrações do Rock in Rio em setembro.A ex-líder da Billboard, Miley Cyrus, com seu disco "Bangerz", caiu para o segundo lugar, com 72 mil cópias.Em terceiro, ficou Paul McCartney com "New" (67 mil cópias) e, em quarto, o rapper Drake e seu "Nothing Was the Same" (58 mil cópias).



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Músicas de Lightning Bolt

Durante toda a última semana o Pearl Jam foi – dia a dia – divulgando o nome e sequencia das musicas do novo disco (Lightning Bolt) que será lançado em 15 de Outubro. Os canais escolhidos (pela banda) para divulgação dos nomes foram o Twitter e Instagram. Relembrando um pouco da expectativa da contagem regressiva que foram as divulgações da nova turnê norte americana, do anúncio do lançamento do single Mind Your Manners e da data de ‘estreia’ do Lightning Bolt, a divulgação das músicas também foi na base da surpresa... cada canção do novo álbum é representada por uma imagem/foto, então durante um período do dia, a banda foi ‘postando’ nas redes sociais a determinada foto que representa a musica aos poucos... aos poucos a imagem foi sendo mostrada por completo...enfim... no fim da história foi essa a sequencia das músicas: 

Getaway
Mind Your Manners 
My Father's Son 
Sirens 
Lightning Bolt 
Infallible 
Pendulum 
Swallowed Whole 
Let The Records Play 
Sleeping By Myself 
Yellow Moon 
Future Days

Lembrando que das 12 canções de Lightning Bolt, conhecemos Mind Your Manners (Claro!), Lightning Bolt, Future Days (que foram executadas ao vivo em Chicago) e Sleeping by Myself (música que tem o mesmo nome de uma canção que está no cd solo de Eddie Vedder).
Abaixo foto com todas as imagens das músicas...






terça-feira, 27 de agosto de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

E as viagens não Jammers?

Tô pensando seriamente em criar uma pagina paralela no blog, algo como: cruzandoopais.blogspot.com/Turistas e jogar nela não só viagens ‘com o Pearl Jam’, mas também com registros de ‘trips’ não jammers.


Até porque o que interessa é o registro, ne?





segunda-feira, 6 de maio de 2013

Eddie Vedder em frente ao Hotel na Argentina

Resolvi escrever novamente sobre o dia em que Eu e Adelana fomos para o hotel em que o Pearl Jam estava hospedado em Buenos Aires e conseguimos imagens do Eddie Vedder e Mike McCready.

Na postagem que escrevi e coloquei o vídeo (com imagens dos dois) eu descrevi tudo detalhado de como foi o tempo que esperamos os dois aparecerem e o restante do dia...mas, como achei que o vídeo ficou meio que ‘perdido’ em uma postagem quase que exclusiva para o marcador ‘Turistas’, resolvi joga-lo aqui novamente.


Abaixo o vídeo:







terça-feira, 30 de abril de 2013

Set-list e Show em Santiago, Chile (Lollapalooza 2013)


Bom, apesar dos dias que já se passaram, lá vai eu atualizar um set list que faltou aqui no Cruzando o País...
No dia do show no Chile a gente ainda estava de férias na Argentina, então só agora (no derradeiro dia de Abril) vou jogar aqui o set list do show do dia 6 de Abril, em Santiago.

Release
Go
Even Flow
Do the Evolution
Corduroy
Amongst the Waves
Why Go
Severed Hand
Not For You
Got Some
Just Breathe
Once
Unthought Known
Daughter (It’s OK tag)
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Porch

Bis:

Present Tense
Animal
Given to Fly
Jeremy
Black
Sonic Reducer (Dead Boys cover)
Alive
Rockin’ in the Free World (Neil Young cover)
Yellow Ledbetter

Lembrando que nesse show, em Sonic Reducer, um fã chileno foi convidado a tocar a musica com eles. E em  Rockin in the Free World, que subiu ao palco foi Perry Farrell (idealizador do Lollapalooza e Josh Homme, do Queens of the Stone Age)

Abaixo o vídeo do show (completo) do Pearl Jam no Lollapalooza Chile 2013 - Lembrando que o show foi transmitido ao vivo via web.






quinta-feira, 25 de abril de 2013

Buenos Aires, 6º dia

 [DIA 07/04/2013 - AEROPORTO E AVIÕES]



O ultimo dia em terras portenhas (isso é, apenas a parte da manhã e depois áreas internacionais em aeroportos e acompanhar muitas nuvens no céu) começou com o tradicional café da manhã bem reforçado, até porque o restante do dia seria de refeições feitas dentro de aviões.

Resolvi gravar todo o percurso que fazíamos sempre que íamos para a primeira refeição do dia. Um dos pontos que queria registrar era a cozinheira que ficava apostos para preparar ovos (eles tem uma maneira interessante ao misturar presunto ou queijo com ovo, fazendo da pele do ovo como se fosse um pastel), mas quando chegamos lá percebi que naquele dia quem estava no lugar era um rapaz, muito antipático, por sinal.


Após o tempo do café e quando estávamos fazendo o check-out, tivemos a sorte de lá ter um taxista (conhecido da recepcionista) que nos levou até ao aeroporto (recebendo por isso, é claro). Quando chegamos ao aeroporto, percebi que ‘ele’ (o aeroporto) já não estava tão complicado da mesma maneira da nossa chegada. Acho que tudo novo tem um pouco de dificuldade, mas com o passar das horas ou dias, tudo vai ficando mais fácil e claro.
Só não ficou claro o porquê da TAM ter mudado o horário do vôo que seria perto do meio dia para as 5 (!) da tarde. Enfim... eu ainda estava com a madrugada no aeroporto de Guarulhos bem viva na minha memoria e dessa vez seria uma tarde inteira em outro aeroporto. Dessa vez passou bem mais rápido, a Adelana estava comigo, passamos um tempo esperando a fila (sempre enorme) da TAM diminuir um pouco, passamos mais um tempo na fila e depois fomos comer alguma coisa. E vale o registro de pela primeira vez a gente ter que comer em um lugar mundialmente conhecido (McDonalds). Na hora de passar do caixa, percebi o quanto a garota que trabalha no caixa tem que ser esperta, o aeroporto é sim internacional com ‘I’ maiúsculo. Na fila do atendimento se ouvia línguas de todo as partes.



Antes do embarque, passamos na migração e os argentinos tiraram fotos nossas para guardar de recordação. O vôo até São Paulo foi tranquilo, a aeronave muito grande e igualmente a que nos trouxe de Sampa a BsAs, também tinha um sistema de multimídia com vários filmes, cd´s, programas de tv,  documentários e rádios temáticas. Isso tudo para cada passageiro.


O tempo em São Paulo, por causa da mudança do horário do vôo de BsAs, também foi modificado e lá fomos nós passar mais um tempinho em ‘terras internacionais’. Dessa vez, o avião (de Sampa a Fortaleza) parecia uma ‘lata velha’ que estava esquecida na garagem imaginaria da TAM. E justamente igual a minha ida de Fortaleza a São Paulo, o percurso inverso também foi de uma instabilidade/turbulência chata de se viver. Esse foi sem duvidas nenhum o voo mais estranho que presenciei, além de eu ter dormido um pouco (que quase nunca consigo dormir durante o voo , a turbulência não ‘calou’ os passageiros. As pessoas não paravam de conversar em nenhum minuto, parecia que ninguém ali estava preocupado com o balançar seguido do avião (isso tudo sem citar a ‘lata velha’ fabricando barulhos por toda a parte). Fora isso tudo, ainda teve um ‘pouso de mierda’, onde o avião foi simplesmente jogado na pista do aeroporto de Fortaleza. Ufa!

Chegamos após as 2 da manhã e ainda na sala de desembarque a Adelana recebeu via celular a foto do Pablo esperando por nós na porta do desembarque:)



Ainda em relação ao Pablo (e já finalizando o texto), quando nós estávamos ainda decidindo se realmente seria viável a ida a Buenos Aires, percebemos que, com isso, ficaríamos uma semana distante dele, e com isso, claro, ele ficaria uma semana distante de nós. Após tudo, e percebendo/sabendo como tudo correu bem, tanto ele aqui em Fortaleza e nós em terras distantes, vejo que ‘sofremos’ um pouco em vão quando ficávamos pensando que ele iria sentir nossa falta ou que não iria se comportar adequadamente na casa das avós.

Além disso, e após as gostosas caminhadas por BsAs, que é de fato algo bacana de se fazer naquela cidade, imagino que talvez não teríamos ‘visto’ a cidade da mesma forma se ele tivesse ido.
A viagem foi ótima e inesquecível (o show idem), recomendo a qualquer pessoa e penso que talvez possamos voltar lá um dia.

Se Deus quiser.
Obrigado.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Números dos 4 shows que fui...


Passei alguns minutinhos (ok, não devia ser no diminuitivo, mas sim no aumentativo) analisando os 4 shows do Pearl Jam (que fui) e cheguei a números interessantes (que não vai levar a nada).

Vejam bem – e não se percam -, nos 4 shows (Curtiba 05/ Rio 11/ SãoPaulo 13/Buenos Aires 13) o Pearl Jam tocou 109 musicas. Uma media de 27,25 musicas por show. O show com mais musicas foi o do Rio: 30 e o menor foi de BsAs: 25.

Das 109 musicas, apenas 10 delas estão em todos os 4 shows (pouco mais de 10%).
4 canções apareceram em 3 shows e 13 foram lembradas em 2 deles.
31 musicas foram tocadas apenas uma vez (quer dizer, mais que um set list completo só com ‘novidades’)

Resolvi também fazer uma comparação dos dois últimos shows que fui: São Paulo e Buenos Aires (os shows foram com uma diferença de 3 dias) e vi que 52 musicas foram tocadas nesses dois shows. 15 canções foram tocadas nas duas cidades.

Outra loucura de comparação foi sobre qual show dos 4 teve mais musicas sem que essa canção fosse tocada em nenhum outro dos 4 shows (entenderam?).
O show de Curitiba foi o mais ‘autêntico’ (das 26 do show), 12 musicas não foram repetidas em nenhum outro show.
Já o Rio, das 30 do set list, 10 só tocaram na cidade maravilhosa (estaticamente/proporcionalmente falando, Rio leva vantagem sobre Curitiba)
Em São Paulo, 6 musicas (das 27 do show) não foram repetidas nas outras apresentações.
Buenos Aires ficou com 4 musicas exclusivas.

Além disso, não posso deixar de registrar os covers, como não? Bandas como Ramones, Pink Floyd, Neil Young, The Who e MC5 tiveram gravações em formato ‘Jammer’.

E agora a estática mais inusitada: apenas uma musica está sempre na mesma posição na grade do show, Yellow Led Better, sempre sendo a ultima de cada apresentação.


Após isso tudo, vamos dar nomes aos bois?

Even Flow, Alive, Better Man, Corduroy, Black, Do The Evolution, Given to Fly, I Believe in Miracles, Jeremy e Yellow Led Better são as musicas tocadas em todos os shows.

Daughter, Rearviewmirror, Small Town e Got Some, essas são que foram tocadas em 3 shows.

Not For You, Free World, Lukin, Save You, Wishlist, Animal, Just Breathe, Why Go, Interstellar Overdrive, Nothingman, Unthought Known,  State of Love and Trust e Go, aqui é a lista das que foram lembradas em 2 shows.

Release, In Hiding, Deep, Hail, Hail, I Got Id, Comatose, Olé, Insignificance, World Wide Suicide, Baba O´Riley, Last Exit, Blood, Faithful, Habit, Immortality, The Fixer, Come back, Of The Earth, Mother, Indifference, Dissident, Sad, Grievance, Down, Once, Porch, Last Kiss, Spin the Black Circle, Kick of the Jam, Whipping e Glorifield G, essas foram tocadas apenas uma vez.

Bom, deu pra pirar ou esclareceu alguma coisa? rs.

Acho que com isso fica evidente como são diferentes os shows do PJ, mesmo quando tem shows próximos, como os de Sampa e BsAs, quando apenas 15 repetiram de 52 tocadas, mostra como a banda está sempre em mudança quando o quesito é set list.



Ah, e não acabou...
Nos 4 shows, devo ter bebido (antes, durante e depois) uns 2 (ou 3) copos de cerveja. Apenas o show de São Paulo não fui com a Adelana e nem com um amigo de longas datas (fui com recém conhecidos do Facebook, que devo falar sobre isso mais a frente). Paulo Cabeça e Dani foram outras duas pessoas que nos acompanharam (show do Rio e Curitiba, respectivamente)

Espero refazer todas essas anotações após a próxima turnê...




sábado, 13 de abril de 2013

Show completo de Buenos Aires 2013

Vídeo do show do Pearl Jam no Festival Pepsi Music 2013 (Argentina). Show realizado no dia 03/04/2013




Release
Even Flow
Lukin
Corduroy
In Hiding
Save You
Deep
Jeremy
Wishlist
Hail Hail
Given To Fly
I Got ID
Daughter/It´s Ok
Got Some
Better Man
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Rearviewmirror
Bis
Do The Evolution
Animal
Just Breathe
Black
I Believe In Miracles (Ramones)
Alive
Rockin’ In The Free World (Neil Young)
Yellow Ledbetter

Pôsteres - São Paulo e Buenos Aires (Pearl Jam 2013)


Os dois pôsteres dos shows de São Paulo e Buenos Aires (2013)





O de Buenos Aires já está na moldura:) Falta ‘achar’ o de Sampa. 



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pearl Jam, 03/04/2013 - Buenos Aires


[DIA 03/04/2013 - O SHOW]


Ver mapa maior

Após uma manhã bastante proveitosa passando por vários lugares da cidade e de ter inclusive visto dois brasileiros dentro do ônibus de turismo que também iriam ao festival por causa do Pearl Jam (eles eram de Porto Alegre e me falaram que conheceram dois caras de Fortaleza no hotel e que também estavam em BsAs para ver o show), havia chegado a hora de irmos para o Festival Pepsi Music (pode ser Pepsi?). Durante as varias voltas e caminhos do ônibus de turismo, nós havíamos passado bem próximo da entrada do festival (que por coincidência, é perto do lugar que aparece no vídeo que coloquei no texto que fala da manhã do 2º dia em BsAs).

Nesse show do Pearl Jam tenho que registrar algumas ‘primeiras vez’.
Era o primeiro show do PJ em que não íamos antes do meio dia para a fila – acho que ficar muito na frente, perto do palco em um show na Argentina não deve ser muito ‘calmo’. rs.
Era o primeiro show do Pearl Jam em que iriamos apenas Eu e Adelana, sem conhecer mais ninguém. Inclusive os que sempre conheciamos na fila.
Era o nosso primeiro show em terras internacionais
Era o primeiro show do Pearl Jam (pelo menos pra mim) em que não esperava anos entre o ultimo

Quando chegamos ao local, com as camisas iguais onde tinham metade da bandeira do Brasil e da Argentina – com o Stickman entre as duas, parecendo até um ‘X’ de versus. Hehehehe – alguns olhavam e provavelmente ficavam pensando coisas como: ‘esses vieram de longe’ ou ‘oh inveja’. O que não ouvimos foi piada ou olhar desviado. Alias, isso não aconteceu em nenhum momento durante toda a viagem, diga-se de passagem.


Na entrada, apesar de haver uma fila de um lado para a turma entrar, do outro simplesmente não havia, era engraçado. Antes de entrar na Costanera Sur (que a Adelana a rebatizou de Costanera Lama), passamos em um trailer para forrar o bucho. O cardápio/quadro que ficava pendurado era difícil entender, nomes como ‘Pati Solo’ e outros que nem lembro, mas que asseguro que nenhum era parecido com o que estava sendo servido no local (Sanduiches, Churrasco, Linguinças...). Ficamos atentos enquanto chegava a nossa vez e descobrimos que ‘Pati Solo’ deveria ser ‘Pão com Hambúrguer sem ovo’. E claro, foi essa a nossa pedida, não podíamos arriscar :). Vale o registro também de como é normal os argentinos beberem ‘cerveza’ com qualquer coisa. A cerveja lá é quase o refrigerante aqui. Praticamente tudo é com cerveja.

Nos dirigimos para a entrada do festival e não teve nenhum tipo de ‘revista’ em ninguém. Por causa disso, não vi ninguém com faca ou revolver lá dentro, mas sim uma turma tomando altos goles de vinho que sacaram de uma mochila. Outra coisa que vi lá que é difícil ver nos shows daqui: bandeira com mastro.

Chegamos justamente no fim do show do The Hives (no palco em que o Pearl Jam iria tocar), no outro lado estava tocando o Hot Chip e desde cedo eu sabia que havia perdido o horário de uma banda que gostaria de ter visto, o Alabama Shakes. Após o fim do The Hives, a turma do palco organizou o local para o The Black Keys (além do Alabama Shakes, essa era mais uma banda que tava a fim de ver). Achamos um local bem tranquilo no lado esquerdo do palco (direito de quem está de frente para o palco), poucas pessoas – até ali – e as que estavam ali eram casais, pessoas com mais idade (inclusive um com um filho de mais ou menos 10 anos).



Veio o show do The Black Keys. Realmente é uma banda boa, com musicas bem legais, mas que não conseguiu agradar ao vivo. Apenas umas 3 ou 4 canções arrebataram mesmo a turma.
Fim de show. O próximo seria o Pearl Jam. E igualmente no Lollapalooza, caberia ao PJ fechar o festival, sendo assim, os outros palcos já haviam encerrado, com isso, toda a massa estava agora concentrada em frente aquele palco. Continuamos no mesmo lugar e acho que tivemos sorte em escolher aquele espaço. O show foi tranquilo, não houve muito empurra empurra ou pessoas passando nos empurrando. Houve sim um aqui e ali, mas nada irritante. Ah, vale lembrar que o único consumo nosso dentro do festival foi uma garrafa d´gua (valor: 26 pesos – o que equivale a 10 reais no cambio oficial e mais ou menos 6 no melhor cambio negro que achamos). Outra coisa, durante os intervalos dos shows (The Hives/The Black Keys/Pearl Jam) ficava rolando nos telões uma espécie de ‘Casseta e Planeta’ de lá, com alguns pequenos vídeos de situações de humor. Todos estavam rindo, menos Eu e Adelana, até porque não entendíamos.
Veio o Pearl Jam, a primeira musica foi bem calma. Foi como se a banda estivesse falando a todos que tomassem seus lugares tranquilos para assistirem ao show. Aproveitei a situação e filmei boa parte da musica. Deixei o celular bem à frente e na altura da cabeça da Adelana (que estava na minha frente). O que percebi de imediato após as 4/5 primeiras musicas foi a maneira mais solta em que o Eddie Vedder estava no palco. Conversava mais com a plateia, se mexia mais. Vedder estava tão a vontade de chegou a cantar em espanhol parte de uma musica.


Durante a sequencia das musicas, algumas merecem destaques...

Lukin (do álbum No Code, 1996), que lembrei do Paulo Cabeça, um dos membros do blog e que gosta muito dessa musica. Gosta tanto que é o nome dessa musica o qual ele resolveu batizar o seu email pessoal \o/
Corduroy* (Do álbum Vitalogy, 1994), sempre apaixonante com seu primeiro verso: “A espera me deixou louco, você finalmente está aqui e eu estou perturbado
In Hiding* (do álbum Yield, 1998), está na lista das canções que sempre esperei em ouvir ao vivo.
Hail, Hail* (do álbum No Code, 1996), com toda sua velocidade, mas com um trecho que 'desde não lembro mais' escrevo para a Adelana (e ela escreve pra mim): “Te amo, juro que te amarei até o dia em que eu morrer...ou até além”.
I Got Id* (do álbum Rearviewmirror – The Best Of, de 2004), essa aqui provavelmente seja a musica que desde o show de 2005 ‘pedia’ muito pra ser tocada. É sem duvidas uma das minhas favoritas. Estranho é que ela não está em nenhum disco oficial, estava no cd (de 94) que a banda distribui anualmente para os fãs e apareceu no ‘The Best Of de 2004’.
Do The Evolution* (do álbum Yield, 1998), nesse momento, igualmente ao show do Lollapalooza, lembrei bastante do Pablo, que sempre a canta. Acho que a Adelana também lembrou e percebi que ela chorava durante a execução.
Black* (do álbum Ten, 1991), essa tocou bem próximo de Do The Evolution e acho que a Adelana ainda estava com o Pablo no pensamento. Deu as costas pro palco e chorou bastante abraçada a mim.

Fora esses destaques, houve outros, como a carteira que foi atirada ao palco e o Eddie ficou pegando todos os cartões de créditos e colocando em seu próprio bolso e rindo da situação ou quando ele, dessa vez um pouco preocupado, pediu para todos dessem dois passos para trás, para que os que estavam na frente pudessem respirar tranquilos ou quando ele falou sobre as fortes chuvas que mataram varias pessoas no país.

Dito isso tudo acima, não é de se espantar em pensar que esse show foi melhor que o de São Paulo. Tem muita coisa envolvida, entre elas a mais importante: a Adelana estava lá comigo.
Quando o show terminou, andamos um pouco por entre a multidão pra ver se achávamos uma bandeira do Brasil que avistei no meio da plateia, mas não conseguimos. O que achamos foi muita lama. Muita mesmo. Andamos borrando os tênis e fomos até a lojinha para comprar alguma camisa. Além da camisa comprei também o pôster do show.
No percurso de volta, andamos um bocadinho até a pista fora da parte do Porto Madero, a Adelana estava com os pés fudi-d-o-dos. Tivemos sorte de pegar um taxista gente boa que nos levou direto para o hotel, sem rodar para o valor aumentar (como tenho certeza disso? celular e gps, baby!).



Como falei no inicio da postagem do outro texto sobre esse 3 de Abril, esse dia entrou definitivamente na sala dos dias inesquecíveis e que sempre serão lembrados e falados por nós pra muita gente.
Um dia, acima de tudo, de nós dois.







Leia Também: 
Pearl Jam 31/03/2013 - Lollapalooza, São Paulo
06/11/2011, Pearl Jam no Rio de Janeiro, Eu Fui!
Agora eu acredito em milagres (show de 2005)




*: clicando nos nomes das músicas, você será direcionado para vídeos no Youtube


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Show completo de São Paulo 2013

Vídeo do show do Pearl Jam no Lollapalooza Brasil 2013. Show realizado no dia 31/03/2013 e transmitido pelo canal Multishow no dia 06/04/2013.





Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Why Go
Interstellar Overdrive (Pink Floyd)
Corduroy
Comatose
Olé
Do the Evolution
Wishlist
Got Some
Even Flow
Nothingman
Insignificance
Daughter/W.M.A.
World Wide Suicide
Jeremy
Unthought Known
State of Love and Trust
Rearviewmirror
Given to Fly

Not For You
Better Man
Black
I Believe in Miracles (Ramones)
Go
Alive
Baba O'Riley (The Who)
Yellow Ledbetter