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terça-feira, 3 de junho de 2014

Show do Eddie Vedder em São Paulo - O Dia Seguinte

Por Tarso Marques


O dia pós-shows foi de pura ressaca. A sensação de que ‘o que era doce havia acabado’ estava brabo. Além de não ter mais shows, o sétimo dia em solo paulista também representava o ultimo por lá.
Organizamos as malas (Organizamos = Adelana), fizemos o check-out no hotel, mesmo assim deixamos as malas na recepção e fomos bater mais um pouco as pernas. Fazia frio naquela manhã/tarde de 9 de Maio e almoçar com o Danilo seria um dos objetivos naquele ‘dia curto’.

O lugar escolhido para o almoço foi o Central Park, um restaurante panorâmico que fica no 23 andar de um prédio na Av Paulista. O local agrada a gregos e troianos. É uma boa para turistas que querem ver um pouco de São Paulo do alto e uma ótima para nativos, pois o cardápio apesar de não ser tão recheados para os padrões 'megalopianos' da capital, não deixa a desejar e o preço é bem camarada... camarada e ainda fornece descontos para funcionários de empresas vizinhas. O Danilo, como bom funcionário, estava com o crachá da empresa durante todo o rango, e quando fomos pagar, o gerente achou que nós 3 éramos funcionários e então nos fez um desconto em cima do preço tabelado :)
O almoço serviu também pra entregar a palheta conquistada na madrugada anterior ao Danilo  \0/



De todos os dias em São Paulo, aquele com certeza foi o mais frio. O vento forte e frio nos fez usar pela primeira vez as jaquetas que ficam eternamente esquecidas em nosso guarda roupa.
Após uma pequena volta pela região perto do restaurante, decidimos que seria inviável irmos até o Museu do Ipiranga, que além de estar fechado (pensávamos em visitar a parte de fora, na verdade - Parque do Ipiranga), contava contra o passeio o medo do caótico transito. Tínhamos medo de não chegar a tempo no aeroporto. Detalhe é que faltavam 8 horas para o voo...

Antes de voltar ao hotel, paramos em um mini shop onde só se vende acessórios para celulares/tablets (um mundo de coisas que provavelmente nunca usaríamos, mas que ficamos coçando os bolsos para comprar), as lojinhas são – praticamente – todas de Coreanos (ou chineses, japoneses... ah, sei lá). O lugar é bem pequeno, com ‘ruas’ que parecem labirintos. Capas pra celular nem parece ser algo para vender, mas sim a decoração do próprio lugar :)

Saímos da parte Coreana (chinesa, japonesa... ah, sei lá) de SP e fomos buscar as malas e em seguida, ir ao aeroporto de Congonhas. De lá fomos no ônibus da Gol até Guarulhos.

Quando enfim você faz o check in e despacha as malas no aeroporto, é aí que a ficha começa a cair que os dias de férias começam a chegar ao fim. Foi tudo muito bom, não há nada que não repetisse da mesma forma. A falta do Pablo foi algo que incomodou bastante, assim como foi em Buenos Aires, no ano passado. Após sensações vividas iguais as que vivemos durante aquela semana, a certeza que temos que aproveitar (e criar) as oportunidades que surgem em nossa frente a cada dia fica mais forte, cada vez mais essa certeza vai criando ‘asas e malas’ pra dar e vender.



Mais uma vez obrigado a todos em Guarulhos, obrigados a todos do whatsapp Jammer, obrigado a todos que ficaram em Fortaleza ajudando... obrigado Eddie, por tudo.


Até a próxima!
Acabam aqui as postagens ‘turísticas’ da turnê do Ed em terras Paulistas. As postagens sobre o assunto ‘Turnê’ devem continuar. Alguns vídeos, pequenas histórias e set lists dos shows do Rio devem aparecer aqui no blog ainda.

Para ler toda essa saga que vem chegando ao fim, clique aqui e veja tudo, do anuncio da turnê até esse texto ;)



P.s. No apagar das ‘luzes’ daquele 9 de Maio, já em solo cearense, vi a divulgação dos ganhadores do concurso da McDonalds “Sonho de Craque”. Pablo estava na lista e estará participando da Copa do Mundo 2014!
p.s.2: 9 de Maio também é comemorado o aniversário de fundação do Ferroviário A Clube. S2







segunda-feira, 19 de maio de 2014

Eddie Vedder em São Paulo, 07/05/2014 - Show #2

Por Tarso Marques



Manhã de ­­­­7 de Maio. Acordamos cedo naquele dia. Ainda estava bastante presente o que havíamos sentido na noite anterior, e a excitação pelo repeteco de sentimentos que estava marcado para aquela noite ajudou bastante para que nós descêssemos cedo para o café da manhã.
Ainda não sabíamos (claro), mas o show daquela noite seria o melhor dos 3 da turnê em São Paulo.

Igualmente ao dia anterior, ficou certo de irmos ao Citibank Hall com o Danilo, porém, naquele dia iriamos ter que se encontrar com ele as 4 da tarde (e não as 5, como foi no dia anterior), pois aquele dia da semana correspondia a placa do carro dele no rodizio de carros no irritante transito paulistano. Por causa disso, nos programamos (Eu e Adelana) para visitar lugares próximos a Av Paulista ou que precisássemos pegar apenas Metrô.
Fomos a Galeria do Rock.
Engraçado é que quando saímos do hotel, perguntamos a recepcionista a quantas quadras estávamos da ‘Paulista’, ela nos disse que eram apenas 6 quadras. ‘Ótimo, da pra ir conhecendo a área’ – pensamos na hora... não esperávamos que seriam 6 quadras de subida verticalmente cansativa :(
1 quadra subindo = 2 'normais'.

Passamos no Parque Mario Covas, que fica na Av Paulista. Um ponto para auxilio a turistas funciona lá. Muito bacana. Eu já havia ido até lá ano passado, e parece que não mudou nada. Até o funcionário é o mesmo. Lembro que enquanto estávamos lá e falamos que tínhamos tempo para apenas um pequeno passeio, ele nos perguntou o por que de nossa viagem a São Paulo (ele vai no perfil do turista para indicar os lugares a serem visitados), quando falamos que era por causa do show do Eddie Vedder, ele fez uma cara de quem ta tentando lembrar do nome, mas o segurança do local que estava ao lado de imediato disse: ‘ah, da banda Pearl Jam, é lá no Citibank o show’.

Saímos de lá, andamos um pouco pela ‘Paulista’... Espetacular aquele lugar. Típico lugar que você anda e sente que está misturado a todo tipo de gente, povos e costumes.
Chegamos na Estação Consolação (do Metrô) na própria Av Paulista. No subsolo há um mundo de lojas e pessoas que passam apresadas. Não pegamos o ‘trem’ nessa estação. Existe uma ligação, a base de esteiras, que nos leva a Estação Paulista, e era lá que iriamos pegar o Metrô.
Agora vem o inusitado: A Estação Consolação fica na Av Paulista. E a Estação Paulista fica na Av da Consolação. As avenidas são perpendiculares e as Estações interligadas pelo subsolo. 
No fim das contas, São Paulo, com seu sistema de Metrô que liga os 4 pontos extremos da cidade e mais os tuneis em todos os lugares, parece ser uma cidade oca por baixo.

Chegamos a Galeria do Rock, aonde o barulho do motor de tatuagem disputa de frente com o som das guitarras que vem dos sons das lojas de discos. Além de música e tatoo, a Galeria tem varias lojas de roupas, acessórios e lanchonetes. Para o publico alvo, é uma mão na roda. Lá compramos roupas e acessórios (extraídos dos desenhos animados e vídeo games) para o Pablo e Acássio.
Almoçamos (e bem) próximo a Galeria, e diferente ao ano passado, dessa vez passei pelo cruzamento da Av Ipiranga e São João e não parei pra registrar o que aconteceu com meu coração :)

Voltamos de Metrô até a Paulista e o resto do percurso fizemos ladeira abaixo, até porque assim todo santo ajuda, né?


Chegamos no hotel próximo das 3 da tarde e a carona às 4.
Dessa vez, além do Danilo, estavam no carro o casal Sandro e Dani, que haviam chegado de Maringá naquela manhã e estavam usufruindo também da gentileza baiana que o Danilo estava nos proporcionando.
Já falei em outro texto sobre as amizades que fizemos nesses dias em São Paulo e igualmente a todos os familiares da Adelana que nos receberam muito bem em Guarulhos, Danilo, que há uns 2 anos mora em São Paulo, foi nosso braço direito na capital. Nos ajudou bastante. Inclusive nos dias em que ele não foi ao show.


Chegamos antes das 5 ao local do show. Danilo nos deixou lá e foi em casa vestir o ‘vestido’ especial para o show. Sentamos Eu, Adelana, Dani e Sandro. O local, um restaurante sem cardápio, fica ao lado da entrada do estacionamento do ‘Citi’. O local enche rápido com a turma que vai assistir ao show. A mistura de sotaques é um dos pontos interessantes. Vinicius e Thaís também apareceram por lá... por sinal eles continuaram lá no bar quando resolvemos ir para a frente do Citibank Hall (faltava menos de meia hora para abrir o local), e quando nos reencontramos dentro do local do show, Vinicius nos mostrou fotos com o Glen Hansard, que tinha ido ao bar tomar uma cervejas com a namorada :)

Vinicius com Glen Hansard

O show, que teve 34 músicas, foi um verdadeiro resgaste de canções antigas e ‘lados B’ do Pearl Jam (em seus shows solo, Eddie costuma montar o repertorio em cima de musicas dos seus dois álbuns solo, musicas do PJ escritas por ele e alguns covers de outras bandas).
Do repertorio, 12 músicas me fizeram lembrar muito do Pablo e mais uma vez o senti/imaginei ele ao nosso lado. Tenha uma certeza mais que absoluta que ele iria curtir demais os shows... e nós (Eu e Adelana) teríamos entre a gente alguém vivenciando aquele mar de alegria e duvida que os shows do Pearl Jam e do Eddie Vedder costumam ser. Teríamos alguém inocente ao nosso lado, assim como um dia já fomos juntos... e com a mesma trilha sonora.


Nesse show foi tocada Speed of Sound, primeira música do PJ que o Pablo cantou. Na hora em que o EV a anunciou, lembrei do rostinho do Pablo, redondinho de gordo quando ele tinha pouco mais de 2 anos. Foi um dos momentos mais incríveis não só dos shows, mas de toda a viagem. Clique aqui e veja o video do Pablo.

No 'player' abaixo, clique para ouvir o áudio de Speed Of Sound gravada por mim. Da pra ouvir a minha reação ao ouvir o nome da música ;) 
Speed Of Sound by Pearl Jam on Grooveshark
Talvez não seja possível ouvir via celular :(


Além de Speed Of Sound, destaques para Soon Forget, Wishlist e Off He Goes.
Por falar em Off He Goes, essa talvez tenha sido a música com que me imaginei segurando um cartaz pedindo pra ser tocada. Não precisou :)

Como disse no inicio, esse show foi um verdadeiro leque de antigas canções, muitas delas fiquei pensando há quantos anos atrás não as ouvia. A cover Walking The Cow (primeira musica do show) foi uma delas. Sobre essa música...quando a ouvi no show, fiquei buscando na memória quando exatamente eu a tinha ouvido e fiquei em uma duvida tremenda. Apenas tive a certeza que fazia tempo o bastante para poder lembrar...e agora, escrevendo esse texto, resolvi ouvir a versão original, do Daniel Johnston... e percebi a tamanha magica que o Vedder fez com essa música. incrível como ele pegou um carvão ainda em chamas e o transformou em um lindo diamante negro. (confira aqui a versão do Jahnston  e aqui a do Eddie Vedder)

Além das músicas, alguns fatos merecem destaque: Eddie bem mais solto que a noite anterior, com piadas entre uma canção e outra. Em dos casos, ele começou a falar (em inglês) que o português dele é ‘uma merda’. Enquanto ele falava, uma voz masculina grita da plateia: ‘I love you, Eddie!’, Ed olha pra platéia e responde também em inglês: ‘I dont understand portuguese’.

Dança a la Michael Jackson e uma musica sem ajuda dos microfones e violão plugado em caixas de som foram uma das variáveis no palco. Uma pessoa da plateia foi convidada para cantar com ele a música Should I Stay or Shoul I Go?, do The Clash. O ‘bate papo’ com a ‘Voz de Deus’ (que citei no texto anterior) foi mais uma vez repetida e assim seria também no show seguinte.

Fim de show. 
Dessa vez alguns minutos depois da meia noite. 
Estávamos mais uma vez com a alma lavada e com a certeza que estávamos no lugar certo.
A volta do segundo show foi de carro, com o Danilo. Ainda ficamos um bom tempo la por fora do ‘Citi’, aguardando a saída do Eddie, mas Danilo tinha trabalho cedo no dia seguinte e saímos de lá perto da 1:30 da manhã. Ele voltou até próximo do trabalho para deixar a nós e o casal de Maringá (que estavam próximos a Paulista) nos hotéis.


Chegamos no hotel, a Adelana pediu o capuccino para dormir (!) e subimos.


I Am Mine, Sleepless Nights (no gogó) e You’ve Got To Hide Your Love Away 


Mais um show/momento pra se guardar em sete chaves. Restava um ainda.

...Na contagem das músicas: 67 em dois shows. 56 diferentes. 


Abaixo, link para baixar o áudio do show (gravado por mim, no celular), set-list e o Poster do dia.

Link para baixar o áudio do show




01. Walking The Cow
02. Trouble
03. Dead Man Walking
04. Can’t Keep
05. Sleeping By Myself
06. Without You
07. Soon Forget
08. Light Today
09. Throw Your Arms Around Me
10. I’m One
11. Speed Of Sound
12. I Am Mine
13. Man Of The Hour
14. Wishlist
15. Far Behind
16. Setting Forth
17. Guaranteed
18. Long Nights ( com Glen Hansard)
19. You’ve Got To Hide Your Love Away
20. Unthought Known
21. Picture In A Frame
22. Future Days
23. Masters Of War
24. Porch
25.
Sleepless Nights ( com Glen Hansard)
26. Música nova, ainda sem titulo
27.
Society (com Glen Hansard)
28. Falling Slowly (com Glen Hansard)
29. Last Kiss
30. Should I Stay Or Should I Go?(Com  Marcelo da plateia)
31. Off He Goes
32. Open All Night
33. Better Days

Parada 1
34. Hard Sun (Com Glen Hansard)














quarta-feira, 14 de maio de 2014

Eddie Vedder em São Paulo, 06/05/2014 - Show #1

Por Tarso Marques


Bom...tá mais que na hora de começar a registrar como foram os 3 dias (6,7 e 8 de Maio) de shows...
Já estamos em 14/05, quer dizer: quase uma semana após o ultimo show do Eddie Vedder em São Paulo.

A Terça-Feira (6 de Maio) começou ainda em Guarulhos e por lá ficamos até após o almoço. A estadia na casa da Tia da Adelana estava chegando ao fim. Já falei aqui no blog como foram bons os 4 dias que passamos lá. Bom mesmo.


Chegamos em São Paulo por volta das duas da tarde e acreditem, Adelana mal deixou as malas no hotel, correu para um salão para dar um retoque na cabeleira (até porque ela tinha um encontro com o Sr Eddie naquele dia). O trajeto Hotel-Citibank Hall iria ser feito via metrô, porém...surgiu o Danilo (que comentei sobre ele em outro texto) e acabou nos levando ao show.




Chegamos por volta das 6 da tarde, o show estava previsto para às 21:30 (a abertura com o Glen Hansard: 20:30). As cadeiras numeradas ajudava no sentido de ‘poder chegar’ a qualquer hora antes do show. Pela primeira vez estava em um show dessa forma e foi boa a experiência.

Indo direto ao fim de tudo, informo que foram 33 músicas tocadas por Eddie (Glen Hansard fez um show bem reduzido: 7 músicas apenas), algumas dessas, foram a pedido da plateia que conversava com Ed entre as canções. Engraçado como um show em lugar pequeno e fechado acaba se transformando em algo meio parecido com a sala de casa. Qualquer um tem voz e momento para falar. Tá certo que às vezes aparece uns chatos e insistem em algo bobo, mas isso também tem em uma reunião em casa, não? :)

No meio desse ‘bate papo’, surgiu uma voz grave, alta e bem definida vindo da plateia. Eddie o batizou de: Voz de Deus. Mais a frente, nos textos seguintes, volto a falar sobre a tal voz...

Eddie se concentrava no meio do palco do Citibank Hall, em volta dele tinha alguns violões, guitarras, Ukeleles (o primo gringo do Cavaquinho), uma espécie de ‘micro system’ retrô-cult e um tapete redondo estendido por toda essa área aflorava mais ainda a ideia da ‘sala de casa’ em que o show se transforma. É nesse ambiente em que Vedder fica 90% do show, sentado em um banquinho enquanto reversa os instrumentos e vai até a plateia para presentear alguém com alguma palheta.
A gente, láaaaaaaa na plateia mais alta, curtia um vento extremamente frio que saia da tubulação do local. O ponto alto era: ninguém a sua frente (devido o local ser em subida, como uma arquibancada de estádio) e a qualidade do som.
Das 33 músicas do show, umas 12 me fez lembrar muito do Pablo... foram músicas que sei que ele canta sem parar em casa... e que faz sempre eu imaginá-lo conosco em um show do Pearl Jam (ou Eddie, no caso).
A verdade é que uma oportunidade igual a essa vai ser difícil outra vez, um show com lugares marcados...ou melhor dizendo: um show com a plateia calma :)

No set-list, destaque para: Sometimes, Crazy Mary, Bugs e Parting Ways.


'Crazy Mary' 




Saímos do Citibank Hall com um sorrisão no rosto. Alias... era fácil visualizar a alegria em volta.





O show terminou meia noite em ponto e a ideia de pegar o metrô para voltar ao hotel foi se apagando aos poucos (a estação do metrô próxima ao ‘Citi’ fechava às 00:07), mas quando chegamos na avenida que iriamos pegar um táxi, avistei um ônibus parado, na placa: Av 9 de Julho. Justamente a avenida em que estávamos...algumas pessoas que saiam do show entraram. E nós também. Em menos de 15 minutos estávamos no hotel.

Ed Fazendo graça com Glen ('Ele adora filme porno') e os dois cantando 'Sleepless Nights'


Sim...o dia 6 de Maio ou melhor: a serie de 3 shows do Eddie havia começado ganhando. E de goleada!



Abaixo: Set-list do show, Áudio gravado pela platéia e o Poster \0/

Link para baixar o áudio  do show (gravado pela platéia) 

01. The Moon Son
02. Can’t Keep
03. Without You
04. Sleeping By Myself
05. More Than You Know
06. Sometimes
07. Immortality
08. The Needle and The Damage Done
09. Driftin’
10. Good Woman
11. Thumbing My Way
12. Instrumental - Guitarra
13. Far Behind
14. Guaranteed
15. No Ceiling
16. Rise
17. Better Man
18. Lukin
19. Nova música, ainda sem nome :)
20. Porch

Encore Break 1

21. Just Breathe
22. Unthought Known
23. Crazy Mary
24. Sleepless Nights (Com Glen Hansard)
25. Society (Com Glen Hansard)
26. Falling Slowly (Com Glen Hansard)
27. Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
28. Parting Ways
29. I Believe In Miracles
30. The End
31. Arc
32. Bugs
33. Hard Sun (Com Glen Hansard)








P.s.:  Dica: Se você está em Guarulhos, a dica quando você tem que ir de táxi para São Paulo é: vá até a divisa das duas cidades e após isso, pegue um táxi que seja da capital. Se você pegar um táxi de Guarulhos, eles vão te cobrar uma taxa a mais por ‘ cruzar’ a divisa das duas cidades. E caso esteja chegando no aeroporto (de avião) e tenha que ir a São Paulo, pegue os ônibus da Companhia que você voou (Tam, Gol ou Azul) até o aeroporto do Congonhas.



sábado, 3 de maio de 2014

Em solo paulista!

Pronto, chegamos (Eu e Adelana) em São Paulo. Em Guarulhos, mais precisamente.  Devemos ficar por aqui, na casa de uma Tia da Adelana até terça-feira. De terça pra frente, hotel e lugar do show até dia 8 ;)
A partir de agora as postagens serão na base do celular, com fotos aqui e acola e textos pequenos.
Bom...o clima aqui tá bem agradável e a recepção/estadia mais ainda.
Até mais!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Glen Hansard

As apresentações do Eddie Vedder no Brasil terão como abertura, shows de Glen Hansard (que também abriu os shows do Eddie na Austrália), vale lembrar que é comum os dois dividirem o palco.

Mais a frente devo voltar a falar um pouco mais sobre ele (que por sinal está no filme Once, como ator principal e responsável pela trilha sonora). Por hora deixo um vídeo de um show que ele fez no fim de 2013. Acho que os shows por aqui devem ser parecidos com esse...


Segue o vídeo:






segunda-feira, 17 de março de 2014

Segue a bagunça na venda dos ingressos...

São 10:25 da manha do dia 17 de Março, dia da terceira e a ultima fase de vendas dos ingressos para os show do EV no Brasil. E igualmente a primeira fase, a zona está instalada!


Nos grupos do Facebook já começam a surgir às primeiras reclamações de pessoas falando que ‘não tem mais ingressos’. Como assim?

Sei que já estamos na terceira fase e que a casa não é tão grande assim, mas o sentimento de que o site da Time Four Fun ser uma bosta e que é o responsável por toda a bagunça, é o que predomina.




Hospedagem: Ok!

Pronto...no fim do Domingo resolvemos onde ficaremos a metade da viagem a São Paulo. A primeira metade dos dias já estava certa – em Guarulhos.


A outra parte vamos ficar em um hotel da rede Ibis, perto da Av Paulista. Acabou ficando não tão perto da casa de show, porém perto ‘de tudo’. Sendo assim, não atravessaremos metade de São Paulo carregando os sacolões de roupas e ‘buchigangas’ que iremos comprar na 25 de Março.




Chove Chuva!

Chove em Fortaleza.
Será que no inicio de Abril vai estar assim no Paraná.
E Maio em São Paulo?


O_0




domingo, 16 de março de 2014

E a hospedagem em São Paulo?

Sobre a hospedagem...
falamos ontem com a Tia da Adelana. Ela mora em Guarulhos. Como todos sabem, um pouco distante de São Paulo. De qualquer forma ficamos mais ou menos certos com ela de ficar por lá dois dias.
Aproveitei o Domingo pra olhar/achar/decidir onde ficaremos depois de sair de Guarulhos. Já achei, mas ainda não fechamos a reserva. Ainda.

Enfim... não ficaremos todos os dias em Guarulhos pelo simples fato de acharmos que seria meio estressante ir e vir todos os dias do eixo ‘turístico’ de São Paulo. E além de tudo, as duas noites pós os dois shows chegando tarde à casa dos outros não seria conveniente J
Bom, vou lá olhar mais um pouco sobre hotéis...


P.s. Passei grande parte do Domingo achando que o Citibank Hall era em um bairro, mas na verdade é em outro. Puft!
Recomeçar a procura. Hahahahahahaha




sábado, 15 de março de 2014

Nem acredito... Mas é verdade!!!

Diferentemente de outras vezes, as quais nos programávamos com meses de antecedência, esse show nos pegou meio que de surpresa, não por ele (EV), vir fazer os shows aqui no Brasil, até porque várias pistas já haviam sido dadas, mais pelo pouco tempo que tínhamos para toda a preparação que a ocasião merece... e por já ter outra viagem programada pra exatamente um mês antes desses shows. 

Lembro que eu já estava quase dormindo e o Tarso me perguntou sobre o cadastro na T4F, vamos fazer hoje ou deixamos pra amanhã??? Aprendi com ele mesmo que não devemos deixar pra amanhã o que podemos fazer hoje... eu nem lembrava que ja era cadastrada no site, mais mesmo com muuuito sono fomos ver o tal cadastro, ainda bem... porque se isso nao tivesse acontecido, nao teríamos atualizado os dados e provavelmente eu não lembraria da senha, e não teríamos entrado tão rápido no site!!!!

Realmente é porque tinha que dar certo, Deus quer assim e assim vai ser, das três etapas mais importantes, já passamos por duas e uma está 90% concluída! Isso quer dizer que falta pouco... 

Se chegamos até aqui, é porque merecemos, e porque realmente Deus quer que estejamos, acredito que nada acontece sem a "autorização" D'Ele. Tudo no seu tempo, na sua hora e tudo vai dar certo, tenho certeza! E vamos estar lá, mais uma vez, sendo felizes, compartilhando da felicidade de várias outras pessoas que tem um amor em comum: o amor pela música, por um ídolo, pela amizade, pelo conhecimento, pelo desconhecido, pelo inusitado, pelo desejo de ser feliz! 

Falta pouco... Boa Sorte pra todod nós!!!




Ingressos: Ok! Passagens: Ok! Qual o próximo passo?

Após as bênçãos que foram a compra dos ingressos e as passagens em promoção, hoje a Adelana vai ver uma Tia dela de São Paulo que está passando férias aqui em Fortaleza ‘0_0`
A noticia da viagem já correu e a Tia ficou sabendo. E de cara quis falar com a Adelana sobre o assunto.

Os ventos. Aqueles mesmos que vem em nosso favor.

Obrigado.



sexta-feira, 14 de março de 2014

Gooooooooooooooolllllllllll

É Gol!
E é de placa!


Show anunciado 2 meses antes, o pensamento no valor alto das passagens já estava infiltrado em nós. Isso sem esquecer de citar que a semana do show é justamente na semana que ‘desemboca’ no Dia das Mães (quer dizer, tem muita gente indo e voltando nesse período). Tínhamos guardado na manga milhas aéreas suficientes para a viagem ida e volta de um de nós dois. Além de tudo, além do curto período do anuncio do show até ele, não podíamos comprar logo as passagens, a primeira barreira a ser quebrada sempre é a do ingresso. E essa barreira por si só já carregava muitas emoções.



Já havíamos olhado preços, e realmente estava tudo nas alturas... e eis que a Gol vem com essa promoção justamente no fim de semana que iriamos comprar uma passagem (a outra iria ser na base da milha) e com a opção de compra com parcelas a perder de vista. Saiu tão em conta que deixamos as milhas para um próxima :)




quinta-feira, 13 de março de 2014

Citibank Hall - Fotos

Os shows de Eddie Vedder em São Paulo serão realizados no Citibank Hall (antigo Credicard Hall). Abaixo as fotos:







Garçom, um dia láaaaaaaa em cima e um dia embaixo, por favor.
Obrigado.




quarta-feira, 12 de março de 2014

As vendas para o show do Eddie Vedder e O alívio de um Abençoado

Hoje teve inicio as vendas dos ingressos para os show do Eddie Vedder no Brasil. A primeira das 3 fases de vendas (Fase 1: destinada a venda aos membros do Fã Clube do Pearl Jam – Fase 2: destinada a venda de clientes do Banco Citibank – Fase 3, destinada ao publico em geral – lembrando que fase 1 e 2 tem descontos) dos ingressos foi marcada por uma total falta de  ~ organização dos organizadores ~. O Ten Club (Fã clube do PJ) informou aos membros que a pré-venda iria iniciar às 10 da manhã, porém o site que vende os ingressos (Time Four Fun) deu a largada nas vendas pouco tempo após das 9!

E aí, qual o problema? 
O problema é que, como os lugares para os shows não são para grandes plateias (somando os lugares dos 3 shows, não chegamos a 20 mil) e além disso, temos que lembrar que como tem varias fases de vendas, os lugares estão proporcionalmente divididos. Resumo da ópera: muitos do Ten Club não conseguiram comprar ingresso. ‘Muitos’ com M maiúsculo!
As reclamações no fórum do site oficial do PJ ou em grupos destinados à banda no Facebook se transformou em união entre os membros. Vários sites/blogs sobre a banda convidaram a todos enviarem e-mails padronizados para o TC explicando a situação. No fim da tarde, foi recolocado mais uma carga de ingressos para a venda. Que esgotou rapidamente também.

A verdade é que os erros começaram bem antes, o Ten Club soltar uma senha igual para todos os membros terem acesso a parte da venda foi um deles (aqui, até quem não era membro, poderia comprar, bastava conseguir a senha de um amigo), o absurdo do Time Four Fun dar inicio a venda uma hora antes do combinado, foi outro erro gigantesco!
O certo é que acho que as relações do TFF e TC não são lá essas coisas... vale lembrar que o TFF (Citibank) anunciou o show do EV bem antes que o site oficial do PJ, após isso tiveram que tirar o anuncio do ar e só colocaram depois que o site do PJ assim o fez. Isso sem esquecer de citar que eles divulgaram 5 shows, ao invés de apenas 3.

Imagina a decepção de muitos que tiveram que faltar emprego/aula ou chegaram atrasados em algum lugar simplesmente por ter que estar as 10 da manhã (um horário altamente comercial) em frente ao PC pra comprar o ingresso e quando entraram, os ingressos já haviam acabados. Foda!

Eu tive uma sorte abismal. Ou melhor, não foi sorte, fui abençoado!
No dia da venda, acordei e perto das 9 pensei em ligar o computador e já deixar tudo nos ‘trinques’. Achei melhor não fazer isso, lembrei que o meu PC tá sofrendo com um problema estranho de congelar após algum tempo ligado. Após alguns minutos resolvi ligar o notebook da Adelana e olhar o que a turma tava falando em relação a expectativa das vendas. Entrei e acessei o link enviado pelo Ten Club que dava acesso a pagina exclusiva dentro do site da Time 4 Fun para a pré-venda. Eram 9:20 mais ou menos e a pagina de venda já estava disponível.

Corri e liguei o PC para fazer a compra por lá. Consegui fazer. Olhando o histórico da compra, percebemos que nós (Eu e Adelana) éramos o numero 648 (da lista dos já haviam comprado).
Até ali tudo bem. O alivio da compra que sabia que iria ser brabo estava superada. Estamos garantidos em duas datas em São Paulo.

Após a compra, anunciei em um grupo do FB que as vendas já estavam rolando. Com o passar dos minutos começaram a aparecer vários comentários de outras pessoas que não estavam conseguindo comprar mais ingressos (SP ou RJ). Com o tempo as historias foram se multiplicando e algumas historias que só de ouvir já dava dó (uma garota ficou em casa esperando para comprar o do Rio e que justamente no dia 11, no show do Rio, ele estaria completando ano de namoro). Algumas pessoas falavam que entraram no site as ‘9 e pouco’ para conferir se já tinha começado, mas não tinha nada. As historias foram se multiplicando, multiplicando, multiplicando até que virou a bola de neve e virou o que citei no inicio do texto.

‘Mas ainda restam 2 fases de vendas’, alguém deve pensar. 
Claro que sim. Ainda faltam duas fases. Uma delas, para clientes de um banco que quase ninguém é cliente, é praticamente bola fora. Sobra a venda normal. Com valores lá em cima. O certo é que, para quem é do fã clube, perder a chance de comprar pela metade do preço e entrar em fila diferente no dia do show já é uma perda muito grande. Isso sem esquecer que ‘já perdeu’ uma chance da compra e que o perigo de não conseguir segue adiante.


Enfim...
Para quem caiu aqui de para quedas e fica cagando para tamanha idolatria, isso tudo dito acima é uma tremenda besteira. 
E é mesmo, como não?
Mas um evento desse não é apenas as poucas horas em que você fica ali em pé (ou sentado, nesse caso) olhando algumas pessoas tocando musicas em cima de um palco. Vai muito além disso. Por muitas vezes um evento assim não é em sua cidade, surge aí a oportunidade de viajar – e quase sempre, com alguém que você gosta muito, além disso, é a chance de ver pessoalmente pessoas que gostam do mesmo tipo de som e estão ali com o mesmo proposito. Além de conhecer, existe a chance clara de ver amigos virtuais. Isso tudo com a trilha sonora de sua vida tocando com pano de fundo.
Já falei sobre isso aqui mesmo no blog um monte de vezes, com o tempo aprendi a não censurar quem curta isso ou aquilo. Sempre tem alguém que fica criticando um ou outro por paladares duvidosos. O certo é que nunca sabemos o quanto aquilo faz bem ao outro, e no fim das contas, isso é o que importa: se sentir bem.


Uma noite antes do inicio da pré-venda, me perguntei se estaria fazendo o certo. se não seria exagero desenfreado sair de uma viagem ao outro lado do país e entrar em outra um mês depois. Ah...sei lá...mesmo com tudo que acebei de escrever nas ultimas linhas sobre se sentir bem, fiquei me perguntando se isso tudo não seria um exagero.
Perguntei a mim mesmo. Perguntei a quem me ouve quando estou em silencio e pedi uma resposta. Uma rápida resposta. Em menos de 8 horas teria que ter a resposta, até porque estava no fim da noite antes da pré-venda do ingresso...
Não percebi, mas a resposta veio logo pela manhã quando tive o estalo de ligar o notebook (que passa meses fechado) justamente na hora certa.


A resposta veio, por isso mesmo sei que não tive sorte, mas sim abençoado!
Graças a Deus.




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Quem marca a data?

No meio de 2013 me surgiu à ideia de fazer um quadro com algumas fotos de épocas marcantes em nossas vidas e pendurá-lo na parede. Porém a ideia não é tão simples assim...cada foto ‘contará’ a sua própria história, relembrando quando e como ela própria surgiu, e mais ainda, mostrará outras (fotos) tiradas no mesmo dia ou ocasião.
Como será isso?!?! Bom...tenho a ajuda de um blog e imagens QR Codes.

Hoje escrevi um texto para falar um pouco sobre a nossas viagens (Minha e da Adelana) aos shows do Pearl Jam.
O ‘Quadro’ ainda não saiu do papel. Ou melhor, está indo aos poucos, para o mundo virtual.



Abaixo o texto...


Dentro do Blog ‘Quadro Interativo’ há alguns textos que já foram escritos bem antes da ideia de ter um quadro pendurado na parede com varias fotos que – ligadas ao mundo virtual – contam as suas histórias por si só. A maioria desses textos foram retirados do blog cruzandoopais.blogspot.com, onde guardamos histórias dos pré-shows/Durante e Pós-Shows do Pearl Jam pelo Brasil (isso além de algumas viagens ‘não programadas pela banda’). Ali tem registros que vez por outra me pego relendo e relembrando tantos passos que cruzamos 4 grandes capitais: Curitiba/05 – Rio/11 – São Paulo/13 e Buenos Aires/13.

                     Buenos Aires, 2013

E uma das coisas mais bacanas, é que em quase todas eu estava com a Adelana – Sampa foi na contramão disso...
Além disso, vale relembrar o Pablo no Rio.

Às vezes me pego pensando que, igualmente a um corpo estranho que é expulso por nosso organismo naturalmente, algumas coisas más que aparecem no decorrer de nossas vidas se esvaem sem que a gente perceba, por incrível que aparece algumas delas doem no momento da partida, mas com o tempo, fica claro que aquilo na verdade foi o correto. Já algo - ou alguém que nos faz bem, vem e fica. Não querendo comparar, mas já comparando, acho que o Pearl Jam apareceu, assim como tantas outras bandas (ou simplesmente ‘coisas’ diferentes), foi ficando, ficando, mostrando caminhos bacanas para se caminhar e pensar, ficando, ficando...até que se moldou (literalmente) em nossas peles.

                               Curitiba, 2005

Falando das viagens em si... quando olho pra trás percebo que provavelmente não teria curtido/conhecido/vivido/chorado/sorrido/ido a esses 4 lugares se o Pearl Jam não tivesse ‘marcado a data’...

Em 2005, morando em Itapajé e tendo que estar por lá no mínimo 5 dias na semana, seria um desejo impensável ir até a fria Curitiba passar mais de uma semana por lá...
Em 2011, com o Pablo com 4 anos, provavelmente não cairia em nosso colos a ideia de ir até o Rio de Janeiro ficar por lá uma semana subindo e descendo morros com ele...
Em 2013...bom...em 2013 seria quase irresponsabilidade deixar Pablo e Adelana em Fortaleza, ir sozinho a São Paulo, passar três dias por lá e em seguida, se juntar com a Adelana e de lá ir até Buenos Aires ficar por lá mais alguns dias...

                                    Rio, 2011

‘Passamos’ por tudo isso e hoje somos provas vivas do velho ditado que diz que ‘viajar não nos deixa mais pobres, mas sim, ricos’. Sem duvidas foram grandes datas e épocas as que vivemos, pessoas que conhecemos, lugares que caminhamos, as marcas que deixamos.

Ainda estamos em 2013, no finzinho dele, e os boatos de turnê da banda por países europeus crescem a cada dia.
O sonho também.







terça-feira, 19 de novembro de 2013

Pearl Jam Conectando as Pessoas

É fato, visto o tamanho do Brasil, a enorme variedade de gostos e modos da nossa população, tanto que podemos distinguir uma pessoa, muitas vezes, já pelo sotaque. Entre tantas diferenças, basta uma simples coisa em comum para iniciar um contato minucioso. No caso a seguir foi o Pearl Jam.
Em 2011 conheci, virtualmente, uma galera bacana por causa do show em Porto Alegre, meu primeiro. Foi um contato mais efêmero de minha parte e a única pessoa que conheci é do mesmo estado que o meu.
Com o retorno da banda esse ano no Festival Lollapalooza e o maior uso das redes sociais para compartilhar informações, principalmente das pessoas que foram de fora, o grupo ficou muito maior, porém, desta vez, saímos do mundo virtual para um “Pré-Lolla” dois dias antes do show (31). Organizado por mim, Tiago Camelo do Ceará, Alê Santos de São Paulo, Lala Roque de Brasília e Brenda Tirp do Rio Grande do Sul, conseguimos levar em torno de 40 pessoas para o Bar Santa Augusta, localizado na Rua Augusta.
Quando cheguei já tinha boa parte da turma, a primeira vista fiquei meio deslocado, pensando “Que raios estou fazendo aqui?”, mas logo a integração foi geral e a noite muito agradável, cantamos em um só coro Jeremy, todos riram quando eu disse que a garrafa de 600ml de cerveja era long neck no Ceará, pois já estava tomando na boca mesmo, aliás, “breja” foi o que não faltou e muita “prosa” nos mais variados sotaques, fluminense, sul-mato-grossense, mineiro, capixaba, gaúcho... sempre em torno do Pearl Jam e das expectativas para o show.
Após tudo isso pensei que os contatos esfriariam, mas com um grupo no whatsapp ninguém fica quieto, nos comunicamos diariamente, nem que sejam trivialidades, como o dia que o Maurício Chaves furou o pneu do carro ou as saídas da turma em busca de covers em São Paulo. O melhor é que, além de ter feito amizades, já tenho companheiros para as próximas vindas do Pearl Jam, sem falar desse amor incondicional que aumentou por essa banda que contagia nos cada vez mais.


                                     Carol, Leo, Eu, Lala, Fabio, Roseane e Tatiana.





quinta-feira, 2 de maio de 2013

Um Grupo, by Facebook


Na discrição do Cruzando o País deixamos claro uma das grandes maravilhas de viajar: conhecer novas pessoas. E isso foi exercido sim mais uma vez. Aliás, conhecer e ser conhecido devem ser uma das primeiras anotações de qualquer um quando tá se organizando prestes a seguir viagem.

Na verdade o que pretendo falar é sobre um conjunto...um grupo (melhor dizendo) de pessoas que desde bem antes do show de São Paulo no Lollapalooza começaram a trocar mensagens/experiências/desejos/ideias/sonhos via Facebook dentro de um grupo privado (onde só quem via as mensagens publicadas eram os que ali dentro estavam e só entrava quem fosse convidado por alguém que já estivesse dentro) na rede social.
Meses antes do show a tônica dos tópicos eram dicas de lugares pra ficar (ou não ficar), preços de passagens aéreas, dicas e mais dicas... eu mesmo escolhi o hotel em que fiquei hospedado em Sampa por causa do Grupo. Acho até que se não fossem pelas dicas, teria me dado muito mal...

Quando enfim chegamos próximo do festival, começaram a chover tópicos com a turma (de todo o Brasil) combinando de se encontrar na antevéspera do show para sair e estreitar os laços. Não cheguei a ir, até porque cheguei à véspera do show, mas imagino o quanto deve ter sido bacana a mistura de sotaques nas varias conversas de tantos portos distantes unidos em uma grande mesa.

Dentro do festival (e ainda na fila, principalmente) era fácil visualizar alguém que, mesmo que não tenha tido um contato pessoalmente – talvez apenas virtualmente no Grupo – dava pra saber que aquele desconhecido, com a camisa escolhida (na forma de voto) pelo Grupo (que conta atualmente com 800 membros), fazia parte de algo que eu também estava participando.

Os lugares em frente ao palco foram praticamente preenchidos ‘por nós’. No site da Multishow há varias entrevistas com membros do Grupo. Vale lembrar também de como foi legal a ‘estadia’ em frente ao palco. Como ninguém queria sair (e após um período, ‘não dava’ pra sair mesmo), chegou um momento que alimentos e agua (dentro de mochilas e sacolas pessoais) passaram a ser de domínio publico. A turma que estava ali ficou tão bem (em termos de alimentação) que provavelmente alguns nem comeram mais nada após o festival naquela noite.
Ah, lembrando que nesses dias bem próximos ao festival, foi criado um grupo paralelamente no WhatsApp, onde com certeza facilitou a comunicação de todos quando já estavam na capital paulista. Sobre o grupo no WhatsApp, lembro que quando entrei, percebi que não havia ninguém da mesma cidade, com o passar dos dias e a proximidade do show, o grupo já contava com bastante gente com vários códigos de áreas (telefônico) diferente e alguns repetidos. Aqui de Fortaleza existiam alguns números começando com o mesmo ‘código de área’.

Não é exagero dizer que a tecnologia uniu tantos ali, claro. Por causa da internet (usada para o bem, como deve ser) varias pessoas economizaram bastante com gastos de transporte, alimentação e hospedagem durante os dias que estiveram em São Paulo. Eu, mesmo não tendo conseguido desbravar Sampa junto a alguém do grupo, economizei muito com a ida e vinda do táxi no trajeto hotel/festival/hotel quando fui acompanhado de um grupo que estava no mesmo hotel.

O festival já passou, o show ‘ficou pra trás’, mas o Grupo no Facebook ainda está a todo vapor. Tópicos novos com historias (muitas delas engraçadas) continuam a surgir diariamente, infelizmente as letras de teclado escondem o sotaque de cada um, mas revela descaradamente a vontade de se encontrarem novamente.

Até a próxima!


P.s. Pensando bem, o Grupo no Facebook parece ser uma versão nacional do Cruzando o País:)






terça-feira, 23 de abril de 2013

Números dos 4 shows que fui...


Passei alguns minutinhos (ok, não devia ser no diminuitivo, mas sim no aumentativo) analisando os 4 shows do Pearl Jam (que fui) e cheguei a números interessantes (que não vai levar a nada).

Vejam bem – e não se percam -, nos 4 shows (Curtiba 05/ Rio 11/ SãoPaulo 13/Buenos Aires 13) o Pearl Jam tocou 109 musicas. Uma media de 27,25 musicas por show. O show com mais musicas foi o do Rio: 30 e o menor foi de BsAs: 25.

Das 109 musicas, apenas 10 delas estão em todos os 4 shows (pouco mais de 10%).
4 canções apareceram em 3 shows e 13 foram lembradas em 2 deles.
31 musicas foram tocadas apenas uma vez (quer dizer, mais que um set list completo só com ‘novidades’)

Resolvi também fazer uma comparação dos dois últimos shows que fui: São Paulo e Buenos Aires (os shows foram com uma diferença de 3 dias) e vi que 52 musicas foram tocadas nesses dois shows. 15 canções foram tocadas nas duas cidades.

Outra loucura de comparação foi sobre qual show dos 4 teve mais musicas sem que essa canção fosse tocada em nenhum outro dos 4 shows (entenderam?).
O show de Curitiba foi o mais ‘autêntico’ (das 26 do show), 12 musicas não foram repetidas em nenhum outro show.
Já o Rio, das 30 do set list, 10 só tocaram na cidade maravilhosa (estaticamente/proporcionalmente falando, Rio leva vantagem sobre Curitiba)
Em São Paulo, 6 musicas (das 27 do show) não foram repetidas nas outras apresentações.
Buenos Aires ficou com 4 musicas exclusivas.

Além disso, não posso deixar de registrar os covers, como não? Bandas como Ramones, Pink Floyd, Neil Young, The Who e MC5 tiveram gravações em formato ‘Jammer’.

E agora a estática mais inusitada: apenas uma musica está sempre na mesma posição na grade do show, Yellow Led Better, sempre sendo a ultima de cada apresentação.


Após isso tudo, vamos dar nomes aos bois?

Even Flow, Alive, Better Man, Corduroy, Black, Do The Evolution, Given to Fly, I Believe in Miracles, Jeremy e Yellow Led Better são as musicas tocadas em todos os shows.

Daughter, Rearviewmirror, Small Town e Got Some, essas são que foram tocadas em 3 shows.

Not For You, Free World, Lukin, Save You, Wishlist, Animal, Just Breathe, Why Go, Interstellar Overdrive, Nothingman, Unthought Known,  State of Love and Trust e Go, aqui é a lista das que foram lembradas em 2 shows.

Release, In Hiding, Deep, Hail, Hail, I Got Id, Comatose, Olé, Insignificance, World Wide Suicide, Baba O´Riley, Last Exit, Blood, Faithful, Habit, Immortality, The Fixer, Come back, Of The Earth, Mother, Indifference, Dissident, Sad, Grievance, Down, Once, Porch, Last Kiss, Spin the Black Circle, Kick of the Jam, Whipping e Glorifield G, essas foram tocadas apenas uma vez.

Bom, deu pra pirar ou esclareceu alguma coisa? rs.

Acho que com isso fica evidente como são diferentes os shows do PJ, mesmo quando tem shows próximos, como os de Sampa e BsAs, quando apenas 15 repetiram de 52 tocadas, mostra como a banda está sempre em mudança quando o quesito é set list.



Ah, e não acabou...
Nos 4 shows, devo ter bebido (antes, durante e depois) uns 2 (ou 3) copos de cerveja. Apenas o show de São Paulo não fui com a Adelana e nem com um amigo de longas datas (fui com recém conhecidos do Facebook, que devo falar sobre isso mais a frente). Paulo Cabeça e Dani foram outras duas pessoas que nos acompanharam (show do Rio e Curitiba, respectivamente)

Espero refazer todas essas anotações após a próxima turnê...




terça-feira, 16 de abril de 2013

Postagem Nº 200!


Olhei de relance quando postei o ultimo texto (sobre o novo cd do Stone Gossard) para a parte de configurações do blog e vi que aquela era a postagem nº 199, e essa, claro, é a de número 200.

Quando o blog chegou a postagem número 100, também deixei registrado aqui o feito. De forma bem tímida (tímida até demais, diga-se de passagem), mas registrei. Na época da postagem 100, no dia 20 de Outubro de 2012, o blog estava com 15 meses no ar. Da postagem 100 para a 200, foram mais 6 meses (bem mais atualizações, por sinal).

O blog criou uma nova maneira nessa atual turnê, passei a dar um valor a mais a viagem em si. Na verdade esse foi sempre a ideia do blog, registrar as novidades em relação ao Pearl Jam somando a expectativa da chagada dos shows e toda a magia das viagens. Porem percebo que esses dias em Sampa e Buenos Aires estão sim mais valorizadas em comparação a ida ao Rio de Janeiro (lembrando que o blog da época da viagem a Curitiba em 2005 está desativado). 
E a valorização fez surgir um novo marcador: Turistas (que fica no menu lateral junto a outros marcadores).

Segue o Cruzando o País!