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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

2013, 2015 e as coincidências da turnê

Algumas coincidências na turnê de 2013 e 2015 são descaradas...
Em 2013 fui ao show de São Paulo sem a Adelana,e dessa vez, pelo jeito, vai acontecer de novo.
Em 2013 fomos juntos ao show em Buenos Aires. Em 2015... :)
Alguns meses antes dos shows de 2013, passamos por uma pequena reforma em casa. Agora em 2015, podemos dizer que estamos terminando o que começamos há dois anos.
Em 2013 tive uma ajudinha (em São Paulo) de amigos que conheci no Facebook. 2015 tem tudo pra rolar uma 'ajudona'.






sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Quem marca a data?

No meio de 2013 me surgiu à ideia de fazer um quadro com algumas fotos de épocas marcantes em nossas vidas e pendurá-lo na parede. Porém a ideia não é tão simples assim...cada foto ‘contará’ a sua própria história, relembrando quando e como ela própria surgiu, e mais ainda, mostrará outras (fotos) tiradas no mesmo dia ou ocasião.
Como será isso?!?! Bom...tenho a ajuda de um blog e imagens QR Codes.

Hoje escrevi um texto para falar um pouco sobre a nossas viagens (Minha e da Adelana) aos shows do Pearl Jam.
O ‘Quadro’ ainda não saiu do papel. Ou melhor, está indo aos poucos, para o mundo virtual.



Abaixo o texto...


Dentro do Blog ‘Quadro Interativo’ há alguns textos que já foram escritos bem antes da ideia de ter um quadro pendurado na parede com varias fotos que – ligadas ao mundo virtual – contam as suas histórias por si só. A maioria desses textos foram retirados do blog cruzandoopais.blogspot.com, onde guardamos histórias dos pré-shows/Durante e Pós-Shows do Pearl Jam pelo Brasil (isso além de algumas viagens ‘não programadas pela banda’). Ali tem registros que vez por outra me pego relendo e relembrando tantos passos que cruzamos 4 grandes capitais: Curitiba/05 – Rio/11 – São Paulo/13 e Buenos Aires/13.

                     Buenos Aires, 2013

E uma das coisas mais bacanas, é que em quase todas eu estava com a Adelana – Sampa foi na contramão disso...
Além disso, vale relembrar o Pablo no Rio.

Às vezes me pego pensando que, igualmente a um corpo estranho que é expulso por nosso organismo naturalmente, algumas coisas más que aparecem no decorrer de nossas vidas se esvaem sem que a gente perceba, por incrível que aparece algumas delas doem no momento da partida, mas com o tempo, fica claro que aquilo na verdade foi o correto. Já algo - ou alguém que nos faz bem, vem e fica. Não querendo comparar, mas já comparando, acho que o Pearl Jam apareceu, assim como tantas outras bandas (ou simplesmente ‘coisas’ diferentes), foi ficando, ficando, mostrando caminhos bacanas para se caminhar e pensar, ficando, ficando...até que se moldou (literalmente) em nossas peles.

                               Curitiba, 2005

Falando das viagens em si... quando olho pra trás percebo que provavelmente não teria curtido/conhecido/vivido/chorado/sorrido/ido a esses 4 lugares se o Pearl Jam não tivesse ‘marcado a data’...

Em 2005, morando em Itapajé e tendo que estar por lá no mínimo 5 dias na semana, seria um desejo impensável ir até a fria Curitiba passar mais de uma semana por lá...
Em 2011, com o Pablo com 4 anos, provavelmente não cairia em nosso colos a ideia de ir até o Rio de Janeiro ficar por lá uma semana subindo e descendo morros com ele...
Em 2013...bom...em 2013 seria quase irresponsabilidade deixar Pablo e Adelana em Fortaleza, ir sozinho a São Paulo, passar três dias por lá e em seguida, se juntar com a Adelana e de lá ir até Buenos Aires ficar por lá mais alguns dias...

                                    Rio, 2011

‘Passamos’ por tudo isso e hoje somos provas vivas do velho ditado que diz que ‘viajar não nos deixa mais pobres, mas sim, ricos’. Sem duvidas foram grandes datas e épocas as que vivemos, pessoas que conhecemos, lugares que caminhamos, as marcas que deixamos.

Ainda estamos em 2013, no finzinho dele, e os boatos de turnê da banda por países europeus crescem a cada dia.
O sonho também.







segunda-feira, 6 de maio de 2013

Eddie Vedder em frente ao Hotel na Argentina

Resolvi escrever novamente sobre o dia em que Eu e Adelana fomos para o hotel em que o Pearl Jam estava hospedado em Buenos Aires e conseguimos imagens do Eddie Vedder e Mike McCready.

Na postagem que escrevi e coloquei o vídeo (com imagens dos dois) eu descrevi tudo detalhado de como foi o tempo que esperamos os dois aparecerem e o restante do dia...mas, como achei que o vídeo ficou meio que ‘perdido’ em uma postagem quase que exclusiva para o marcador ‘Turistas’, resolvi joga-lo aqui novamente.


Abaixo o vídeo:







quinta-feira, 25 de abril de 2013

Buenos Aires, 6º dia

 [DIA 07/04/2013 - AEROPORTO E AVIÕES]



O ultimo dia em terras portenhas (isso é, apenas a parte da manhã e depois áreas internacionais em aeroportos e acompanhar muitas nuvens no céu) começou com o tradicional café da manhã bem reforçado, até porque o restante do dia seria de refeições feitas dentro de aviões.

Resolvi gravar todo o percurso que fazíamos sempre que íamos para a primeira refeição do dia. Um dos pontos que queria registrar era a cozinheira que ficava apostos para preparar ovos (eles tem uma maneira interessante ao misturar presunto ou queijo com ovo, fazendo da pele do ovo como se fosse um pastel), mas quando chegamos lá percebi que naquele dia quem estava no lugar era um rapaz, muito antipático, por sinal.


Após o tempo do café e quando estávamos fazendo o check-out, tivemos a sorte de lá ter um taxista (conhecido da recepcionista) que nos levou até ao aeroporto (recebendo por isso, é claro). Quando chegamos ao aeroporto, percebi que ‘ele’ (o aeroporto) já não estava tão complicado da mesma maneira da nossa chegada. Acho que tudo novo tem um pouco de dificuldade, mas com o passar das horas ou dias, tudo vai ficando mais fácil e claro.
Só não ficou claro o porquê da TAM ter mudado o horário do vôo que seria perto do meio dia para as 5 (!) da tarde. Enfim... eu ainda estava com a madrugada no aeroporto de Guarulhos bem viva na minha memoria e dessa vez seria uma tarde inteira em outro aeroporto. Dessa vez passou bem mais rápido, a Adelana estava comigo, passamos um tempo esperando a fila (sempre enorme) da TAM diminuir um pouco, passamos mais um tempo na fila e depois fomos comer alguma coisa. E vale o registro de pela primeira vez a gente ter que comer em um lugar mundialmente conhecido (McDonalds). Na hora de passar do caixa, percebi o quanto a garota que trabalha no caixa tem que ser esperta, o aeroporto é sim internacional com ‘I’ maiúsculo. Na fila do atendimento se ouvia línguas de todo as partes.



Antes do embarque, passamos na migração e os argentinos tiraram fotos nossas para guardar de recordação. O vôo até São Paulo foi tranquilo, a aeronave muito grande e igualmente a que nos trouxe de Sampa a BsAs, também tinha um sistema de multimídia com vários filmes, cd´s, programas de tv,  documentários e rádios temáticas. Isso tudo para cada passageiro.


O tempo em São Paulo, por causa da mudança do horário do vôo de BsAs, também foi modificado e lá fomos nós passar mais um tempinho em ‘terras internacionais’. Dessa vez, o avião (de Sampa a Fortaleza) parecia uma ‘lata velha’ que estava esquecida na garagem imaginaria da TAM. E justamente igual a minha ida de Fortaleza a São Paulo, o percurso inverso também foi de uma instabilidade/turbulência chata de se viver. Esse foi sem duvidas nenhum o voo mais estranho que presenciei, além de eu ter dormido um pouco (que quase nunca consigo dormir durante o voo , a turbulência não ‘calou’ os passageiros. As pessoas não paravam de conversar em nenhum minuto, parecia que ninguém ali estava preocupado com o balançar seguido do avião (isso tudo sem citar a ‘lata velha’ fabricando barulhos por toda a parte). Fora isso tudo, ainda teve um ‘pouso de mierda’, onde o avião foi simplesmente jogado na pista do aeroporto de Fortaleza. Ufa!

Chegamos após as 2 da manhã e ainda na sala de desembarque a Adelana recebeu via celular a foto do Pablo esperando por nós na porta do desembarque:)



Ainda em relação ao Pablo (e já finalizando o texto), quando nós estávamos ainda decidindo se realmente seria viável a ida a Buenos Aires, percebemos que, com isso, ficaríamos uma semana distante dele, e com isso, claro, ele ficaria uma semana distante de nós. Após tudo, e percebendo/sabendo como tudo correu bem, tanto ele aqui em Fortaleza e nós em terras distantes, vejo que ‘sofremos’ um pouco em vão quando ficávamos pensando que ele iria sentir nossa falta ou que não iria se comportar adequadamente na casa das avós.

Além disso, e após as gostosas caminhadas por BsAs, que é de fato algo bacana de se fazer naquela cidade, imagino que talvez não teríamos ‘visto’ a cidade da mesma forma se ele tivesse ido.
A viagem foi ótima e inesquecível (o show idem), recomendo a qualquer pessoa e penso que talvez possamos voltar lá um dia.

Se Deus quiser.
Obrigado.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Buenos Aires, 5º dia

[DIA 06/04/2013 - BATER PERNA NO FRIO]


Após uma noite supimpa (é o novo!), o dia 6 de Abril começou com uma caminhada pelas ruas perto do hotel. Estava um frio de cruzar os braços no peito. Engraçado é que sempre saíamos e sempre levávamos as jaquetas (ou já saíamos com roupas bem ‘agasalháveis’) para qualquer problema com a temperatura, mas nesse dia, justamente o dia mais frio, não levamos. O vento frio estava cruel.

Bom, já que estava frio demais para ficar andando com o vento batendo de frente e a intensão para aquela manhã era comprar algumas coisas, entramos na primeira galeria que encontramos no caminho. Os preços não são as maravilhas que imaginávamos, a inflação ta comendo e ficando cada vez mais gorda pelas bandas da Argentina, o dinheiro deles realmente não tem valor e somado a inflação, tudo tende a estar com valores altos. Pelo menos para turistas.
Mesmo dentro do estabelecimento (uma espécie de galeria com varias pequenas lojas), o vento estava passeando em velocidade alta. E com isso, após as compras, voltamos de imediato (adiantamos tudo, na verdade) para o hotel para nos agasalhar melhor.

O sábado não estava necessariamente com um passeio pré-definido, resolvemos então sair andando. Primeiro fomos até a Catedral, mas o local estava fechado. A frente da catedral era o local para recebimento de roupas, alimentos e outras coisas para as pessoas que estavam sofrendo com os problemas pós-chuvas fortes.



Saímos daquela região e fomos andando mesmo para umas das avenidas mais importantes de Buenos Aires, a Corrientes. Por ser sábado e nós já havíamos visto muitas lojas fechadas no caminho do hotel até a Catedral (que fica ao lado da Casa Rosada), resolvemos ir andar pela Corrientes pelo fato de eu já ter visto que essa avenida é uma espécie de ‘Avenida 24 horas’. E pelo jeito é isso mesmo, tudo estava muito bem aberto. E a avenida não é só um ponto para determinado seguimento, lá você tem de tudo: lojas, lanchonetes, bibliotecas e teatros.



Após uns 4 quarteirões (vindo da 9 de Julio), encontramos o El Gato Negro, uma cafeteria que havia visto muitas informações a respeito na web. Entramos e o que encontramos dentro foi, além de uma trégua para o vento frio do lado de fora, um cheiro quase que inesquecível de café. Enfim...como disse antes, o El Gato Negro é uma cafeteria (como milhares outras). Sentamos, a Adelana pediu um cappuccino e a senha do wi fi:)
 

Senha do wi fi sempre foi um problema, até porque nunca entendíamos exatamente o que a pessoa 
estava dizendo letra por letra.

No corpo desse texto estão provavelmente os vídeos com mais tempo de caminhada. Após sairmos da Avenida Corrientes, entramos em outra (Av callao) e fomos em direção a um monumento que vimos no Google. Andamos mais uns quarteirões, chegamos ao local, mas estava fechado! Provavelmente por ser sábado. Mas isso nem de longe foi problema, voltamos, sempre com o vento ajudando a não deixar cair nem um pingo de suor, apesar dos quilômetros que íamos percorrendo.


Resolvemos voltar para perto do hotel para almoçar. Por falar em ‘almoçar’, o horário do almoço nosso em terras argentinas sempre foi bastante atrasado, digamos que o horário tava mais para um chá (das 5). A intenção seria ir caminhando até o restaurante que havíamos almoçado nos últimos dois dias. Motivo pela repetição? Primeiro pelo fato de nós termos sido bem atendidos lá, depois vem pelo fato deles receberem (muito bem) o Real, além do wi fi e nós já estávamos ‘sem’ Pesos... mas no caminho, eis que encontramos um restaurante que recebia em Real (e com a cotação bem melhor que o outro) e que além da tradicional carne argentina, ainda servia massa. Isso tudo sem esquecer o wi fi, of course.
Durante o tempo que ficamos no restaurante a Adelana fez uma vídeo chamada com a Lorena e pode conversar com o Pablo e Dona Adelaide.



Saímos de lá e o vento frio parecia que aumentava cada vez mais (a tarde estava chegando ao fim e já não havia tantas pessoas na rua). Fomos direto para o hotel.


Quando a noite caiu (ultima noite em Buenos Aires da viagem) resolvemos ir até Palermo, uma área da cidade bastante servida de restaurantes, barzinhos, pubs e tudo o que você poder imaginar em termos de passar umas horas durante a noite. Dessa vez saímos já prevenidos, o frio realmente estava sinistro (se não me falha a memoria, a temperatura marcava 13°). Quando chegamos a Palermo, na região com bastantes bares, andamos um pouco para achar um local que aceitasse Real. Por causa disso acabamos não ficando em algum dos locais que havia visto na internet. Dentro e na frente do estabelecimento que ficamos tinha uma grande corrente de ar quente saindo de uns tubos pendurados no teto. Enquanto aqui em Fortaleza procuramos um arzinho frio artificial, lá eles procuram por ar quente. Passamos pouco tempo por lá, só o tempo de uma cerveza de 1 litro e tanto. O ambiente era bem bacana e com varias divisões... tipo: na parte de baixo, no setor tal, só se bebe, nada de comidas. No outro setor, a parte da ‘discoteca’. No andar de cima, bebidas e comidas.



No percurso de volta, o taxista olha pra trás e diz: ‘Brasíii?’ – ‘sim, de Fortaleza’ – ‘É perto de Salvador?’, ele pergunta.

Alias, pelo jeito Salvador e Recife são os pontos de referencia para Fortaleza... quando estávamos no Hard Rock Café, o barman perguntou se era perto de Recife após nós falamos que éramos de Fortaleza.

Bom, voltando a fria noite (nesse momento estava marcando 10°)...
A Adelana estava, além de frio, com os pés doendo, mesmo assim descemos antes do hotel para comer uma pizza. Paramos no Kentucky Café, na Avenida Corrientes (que apesar da altas horas no momento – Duas da manhã – ainda estava cheio, tanto o local como a Avenida em si) e mais uma vez fomos bem atendidos. Apesar do horário, a caminhada (ainda faltavam uns 5 quarteirões ate o hotel) a caminhada em direção ao ‘berço’ foi tranquila, sem problemas com A ou B durante o caminho, mesmo passando por ruas pequenas.

Acabava ali, debaixo de um frio de rachar lábios, a nossa viagem por Buenos Aires, o dia seguinte seria praticamente todo dentro de aeroportos e aviões, e foi o que ocorreu.





Até ao texto com muitas nuvens e chá de cadeira.



terça-feira, 23 de abril de 2013

Queda de Meteoro na Argentina


Na madrugada de ontem para hoje, durante um show na Argentina, uma pessoa filma o momento em que um Meteoro (?) cruza o céu e ilumina assustando os que estavam na plateia.

Veja o vídeo noticia que foi exibido no Jornal Hoje da Rede Globo.


Já pensou se isso tivesse acorrido no inicio do mês?


Para saber mais sobre o fenômeno, clique aqui




Números dos 4 shows que fui...


Passei alguns minutinhos (ok, não devia ser no diminuitivo, mas sim no aumentativo) analisando os 4 shows do Pearl Jam (que fui) e cheguei a números interessantes (que não vai levar a nada).

Vejam bem – e não se percam -, nos 4 shows (Curtiba 05/ Rio 11/ SãoPaulo 13/Buenos Aires 13) o Pearl Jam tocou 109 musicas. Uma media de 27,25 musicas por show. O show com mais musicas foi o do Rio: 30 e o menor foi de BsAs: 25.

Das 109 musicas, apenas 10 delas estão em todos os 4 shows (pouco mais de 10%).
4 canções apareceram em 3 shows e 13 foram lembradas em 2 deles.
31 musicas foram tocadas apenas uma vez (quer dizer, mais que um set list completo só com ‘novidades’)

Resolvi também fazer uma comparação dos dois últimos shows que fui: São Paulo e Buenos Aires (os shows foram com uma diferença de 3 dias) e vi que 52 musicas foram tocadas nesses dois shows. 15 canções foram tocadas nas duas cidades.

Outra loucura de comparação foi sobre qual show dos 4 teve mais musicas sem que essa canção fosse tocada em nenhum outro dos 4 shows (entenderam?).
O show de Curitiba foi o mais ‘autêntico’ (das 26 do show), 12 musicas não foram repetidas em nenhum outro show.
Já o Rio, das 30 do set list, 10 só tocaram na cidade maravilhosa (estaticamente/proporcionalmente falando, Rio leva vantagem sobre Curitiba)
Em São Paulo, 6 musicas (das 27 do show) não foram repetidas nas outras apresentações.
Buenos Aires ficou com 4 musicas exclusivas.

Além disso, não posso deixar de registrar os covers, como não? Bandas como Ramones, Pink Floyd, Neil Young, The Who e MC5 tiveram gravações em formato ‘Jammer’.

E agora a estática mais inusitada: apenas uma musica está sempre na mesma posição na grade do show, Yellow Led Better, sempre sendo a ultima de cada apresentação.


Após isso tudo, vamos dar nomes aos bois?

Even Flow, Alive, Better Man, Corduroy, Black, Do The Evolution, Given to Fly, I Believe in Miracles, Jeremy e Yellow Led Better são as musicas tocadas em todos os shows.

Daughter, Rearviewmirror, Small Town e Got Some, essas são que foram tocadas em 3 shows.

Not For You, Free World, Lukin, Save You, Wishlist, Animal, Just Breathe, Why Go, Interstellar Overdrive, Nothingman, Unthought Known,  State of Love and Trust e Go, aqui é a lista das que foram lembradas em 2 shows.

Release, In Hiding, Deep, Hail, Hail, I Got Id, Comatose, Olé, Insignificance, World Wide Suicide, Baba O´Riley, Last Exit, Blood, Faithful, Habit, Immortality, The Fixer, Come back, Of The Earth, Mother, Indifference, Dissident, Sad, Grievance, Down, Once, Porch, Last Kiss, Spin the Black Circle, Kick of the Jam, Whipping e Glorifield G, essas foram tocadas apenas uma vez.

Bom, deu pra pirar ou esclareceu alguma coisa? rs.

Acho que com isso fica evidente como são diferentes os shows do PJ, mesmo quando tem shows próximos, como os de Sampa e BsAs, quando apenas 15 repetiram de 52 tocadas, mostra como a banda está sempre em mudança quando o quesito é set list.



Ah, e não acabou...
Nos 4 shows, devo ter bebido (antes, durante e depois) uns 2 (ou 3) copos de cerveja. Apenas o show de São Paulo não fui com a Adelana e nem com um amigo de longas datas (fui com recém conhecidos do Facebook, que devo falar sobre isso mais a frente). Paulo Cabeça e Dani foram outras duas pessoas que nos acompanharam (show do Rio e Curitiba, respectivamente)

Espero refazer todas essas anotações após a próxima turnê...




sexta-feira, 19 de abril de 2013

Buenos Aires, 4º dia - Noite para a Adelana

[DIA 05/04/2013 - TANGO]


A noite do dia 5 de Abril foi em grande estilo. Foi na verdade o inicio do dia mais importante do mês: 6 de Abril, aniversário da Adelana.


Após passear bastante na parte da manhã e tarde por vários locais legais, chegamos no hotel ainda de tarde e descasamos um pouco enquanto esperávamos a van que iria nos levar para o Madero Tango - local que escolhemos para ser a noite de gala especial com bastante Tango em Buenos Aires. Sobre o Madero Tango, nós já havíamos visto fotos do local quando estávamos em Fortaleza e sempre achei que aquele seria o lugar escolhido para conhecer um pouco da tradição argentina. Olhar as águas do Puerto Madero, com suas luzes durante a noite, da parte de dentro do Madero Tango é uma atração a parte. Lembrando que, além de ser proibido filmar a apresentação dos dançarinos atuando e dançando durante o espetáculo, o grande ‘janelão’ de vidraça que divide a parte interna do Madero Tango e as ruas do Porto Madero fica boa parte do evento coberto por um grande toldo preto.




Bom...
O ‘pacote’ do evento tinha com um dos ‘beneficios’ uma van para nos pegar no hotel e após o evento, nos deixar também. Além disso, aula de Tango para quem desejasse (ficamos para a aula, mas não participamos). O ambiente, como disse antes, é um dos pontos altos. Muitos brasileiros na plateia, nenhum argentino.



















Após o fim do show de tango, foi a hora da aula. Já era dia 6 de Abril naquele momento. Aproveitei o momento que a Adelana foi ao banheiro e combinei com a garçonete (muito simpática que nos atendeu) para um ‘parabéns’ surpresa. E foi o que aconteceu.
Durante os parabéns (em espanhol) eu estava com as duas mãos ocupadas, em uma estava a filmadora, esperando o momento surpresa para ser registrado, na outra estava o celular, transmitindo tudo ao vivo (via Google+) para o Lorena, que estava em Fortaleza. Não consegui bater palmas:(




Aquela foi sem duvidas uma grande noite. Tudo correu muito bem, sem pressa ou alguma burocracia do local (por exemplo). Fomos muito bem atendidos e o espetáculo em si é interessante de se assistir.  Recomendo.

Enfim, o dia 6 de Abril estava apenas começando...muito bom, como sempre.






terça-feira, 16 de abril de 2013

Postagem Nº 200!


Olhei de relance quando postei o ultimo texto (sobre o novo cd do Stone Gossard) para a parte de configurações do blog e vi que aquela era a postagem nº 199, e essa, claro, é a de número 200.

Quando o blog chegou a postagem número 100, também deixei registrado aqui o feito. De forma bem tímida (tímida até demais, diga-se de passagem), mas registrei. Na época da postagem 100, no dia 20 de Outubro de 2012, o blog estava com 15 meses no ar. Da postagem 100 para a 200, foram mais 6 meses (bem mais atualizações, por sinal).

O blog criou uma nova maneira nessa atual turnê, passei a dar um valor a mais a viagem em si. Na verdade esse foi sempre a ideia do blog, registrar as novidades em relação ao Pearl Jam somando a expectativa da chagada dos shows e toda a magia das viagens. Porem percebo que esses dias em Sampa e Buenos Aires estão sim mais valorizadas em comparação a ida ao Rio de Janeiro (lembrando que o blog da época da viagem a Curitiba em 2005 está desativado). 
E a valorização fez surgir um novo marcador: Turistas (que fica no menu lateral junto a outros marcadores).

Segue o Cruzando o País!



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Buenos Aires, 4º dia - Manhã e parte da tarde em La boca


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[DIA 05/04/2013 - PARTE DA MANHÃ E TARDE]

Mais um dia em Buenos Aires. E hoje, pra onde vamos? Bom, já que no dia anterior fomos para o lado Norte da cidade, nada mais justo de ir para lado Sul, não?

Descemos o mapa de BsAs e fomos até o bairro La Boca, isso após de um passeio pela Plaza de Mayo, local que estão a Catedral e a Casa Rosada, além de muitos pombos e turistas. Lá encontramos duas brasileiras (Mãe e Filha) que haviam chegado naquele dia ao país e tinham perdido as malas no aeroporto. Após a ‘praça de Maio’, fomos ao Café Tortoni para conhecer e em seguida seguir o rumo até o La Boca.

Café Tortoni é um daqueles lugares que todo turista recebe a dica de ir pelo menos conhecer. Fundado em 1858, resiste ao tempo muy bien, carregando ainda os traços de épocas distantes, é um lugar interessante, principalmente para os que adoram um pouco de historia. Durante o pequeno tempo que ficamos lá (só o tempo de tomar um capuchino), falamos com um casal, com a idade (provavelmente) um pouco mais baixa que a nossa, que também eram brasileiros. Eles pediram pra a gente tirar fotos deles e eles retribuíram o favor. O assunto não rendeu. E mais ou menos meia hora depois, nos encontramos de novo com eles no Museu do Boca Juniores.





Bom, voltando ao Café Tortoni...saimos de lá e fomos andando até a avenida 9 de Julho. Pegamos um taxi e falei que iriamos até o estádio do Boca. O taxista olha pra trás e diz que torce pelo River Plate (rival histórico do Boca). Será que estávamos em apuros? rs.

O museu do Boca, para quem gosta de futebol, é realmente uma maravilha, muita informação e material do time argentino. Além disso, uma espécie de linha do tempo mostrando as ultimas décadas (mostrando tudo desde o inicio da era da TV) de uma forma interessante, cada década representada por três televisores, uma mostrando a década do Boca Juniores, a segunda mostrando o que aconteceu na Argentina e a terceira mostrando o mundo. Fora isso, muitos troféus. A visitação do estádio também é liberada. O guia do museu que nos conduziu, parecia muito com o Luciano Huck. Ele não parava de tirar onda com brasileiros que estavam no grupo (no caso, o mesmo que eu estava) e se esquivava quando a turma retrucava alguma coisa. Saímos do museu e fomos percorrendo as ruas de La Boca – é incrível como o bairro respira o time de futebol, praticamente todos os estabelecimentos próximo do estádio são ligados as cores do Boca (ou simplesmente ao futebol em geral).




A verdade é que o bairro é bastante cheio de cores, suas ruas pequenas, com carros velhos estacionados de uma maneira que parecem que estão há séculos ali (acho que são vários carros abandonados na região), com muitas folhas se misturando a flandagem, isso ajuda a dar um ‘tchan’ a mais na região que é bem boemia, principalmente quando chegamos perto do El Caminito, que é meio que o centro de uma área (bem próxima a La Bombonera, estádio do Boca) feita para turistas. Vários pequenos restaurantes, casais dançando tango (e cobrando por isso), outros (casais de tango) que cobram para tirar fotos com eles, além de um sósia do Maradona devidamente com a camisa da seleção argentina no ponto para tirar fotos com o mundo inteiro (também cobra pelo serviço, claro). Além disso, tem outras maneiras de gastar o dinheiro (alias, a região parece que vive para isso), como uma rua dedicada exclusivamente a venda de quadros, um mini shop com varias lojas vendendo camisetas, chaveiros e bugigangas em geral.



Já era quase fim de tarde e a fome estava apertando, e como saímos (como todo bom turista que vai ao La Boca), com varias sacolas com compras, resolvemos tentar pegar um taxi e ir direto para o restaurante perto do hotel.
Naquele dia não pedimos arroz, claro.

domingo, 14 de abril de 2013

Buenos Aires, 3º dia


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[DIA 04/04/2013 - EDDIE VEDER/FLORALIS GENERICA/HARD ROCK CAFÉ]

O dia após o show do Pearl Jam em terras portenhas começou um pouco depois do que esperávamos. O café da manhã, igualmente ao dia anterior, foi bem reforçado. Saímos do hotel com a intensão de ir para o lado norte de BsAs, no percurso um dos lugares certos para a visita seria a Embaixada Brasileira. Primeiro porque queríamos conhecer e depois que passamos no Banco de La Nación Argentina e não conseguimos trocar Real por Pesos, a visita agora também teria um valor maior. Precisávamos de dicas de onde conseguir fazer a troca. A Embaixada estava fechada quando chegamos lá (provavelmente para almoço, era próximo de meio dia) e usando o aplicativo para smartphones do TripAdvisor CityGuides (Buenos Aires), que é sensacional, por sinal, descobrimos que estávamos bem próximos (uma esquina apenas) do hotel onde estava hospedada a banda (havia descoberto o nome do hotel quando estava na fila do show em São Paulo!).


Descemos a rua que dava acesso ao hotel e logo avistamos um grupo de pessoas em frente ao hotel. Muita camisa do Pearl Jam. Pronto, era ali mesmo o lugar. Ficamos um pouco sentados conversando e passando o tempo para retornar a Embaixada. Avistamos uns restaurantes embaixo de um viaduto e resolvemos ir lá para comprar água e abusar do wi-fi.
‘Restaurante embaixo de viaduto’, estranho isso, não? Mas engraçado e bacana de presenciar um ambiente tão legal em um lugar que costuma ser tão marginalizado no Brasil. Do restaurante avistamos um senhor (do hotel) conversando com a turma que estava em frente ao hotel com uma grande bandeira da Argentina que continha uma frase de uma música do PJ. Voltamos para junto aos outros e após mais um tempinho, apareceu Eddie Vedder, que veio ‘se despedir’ dos fãs argentinos. Os acenos e sorrisos foram rápidos. Mike McCready também apareceu, bateu fotos dos que estavam lá (depois vou vasculhar e ver se estamos nas fotos). Adelana conseguiu um aperto de mão de Eddie Velho. Já eu não tive a mesma sorte, quando ele chegou próximo de onde eu estava, alguém me empurrou e ele saiu de perto.




No fim do vídeo da pra ver a Adelana comemorando o ‘feito’ :)


Após o Pearl Jam jogar as malas nas vans e ir a caminho do Chile, voltamos a Embaixada. Conseguimos informação sobre troca cambial com um segurança que falava o português péssimo. Ele nos indicou o Banco Patagônia, que pertence ao Banco do Brasil. Poderíamos sim trocar lá o dinheiro, mas se mostrássemos cartões do BB e como não tínhamos nenhum, saímos de mão abanando. Após esse episódio, fomos a alguns lugares que aceitava o real (com um valor bem melhor que o oficial) e daí percebemos que o pouco de Pesos que ainda restava seria o suficiente - passamos então a usar mais o Real. E foi o melhor que fizemos.

A dica em relação à questão cambial é: quando chegar em Buenos Aires troque sim Real por Pesos ainda dentro do Aeroporto no Banco de La Nación (lá o Real não é tão valorizado como no cambio negro, porém é garantido), mas um valor baixo. Em seguida, sempre que for a algum lugar, pergunte se recebe em Real. Simples. Outra coisa, o Dólar é recebido em praticamente 100% dos lugares.

Voltando ao passeio...
após o percurso no ônibus de turismo no dia anterior, percebemos que aquela região é bastante servida de bosques e parques. E um dos lugares era o que esperávamos visitar: Floralis Generica. Porém, antes da Floralis, passamos em um shopping bem diferente dos que vimos pelas bandas de cá. O local é dentro de um bosque, na parte da frente, ao invés de uma grande rua ou avenida movimentada com paradas de ônibus a frente, havia uma grande área verde, com alguns casais sentados na grama jogando conversa fora. O shop fica na parte mais alta do bosque, e ele meio que fica encravado em umas rochas. Foi nesse shop que almoçamos, contratamos o pacote para ir ao Tango na noite seguinte e (após irmos à Floralis) passamos um tempo no Hard Rock Café experimentando o chopp da Quilmes.



Após o almoço, fomos em direção a área onde fica a Faculdade de Direito e ao lado, a Floralis Generica. Chegamos lá e descansamos um pouco a nossa beleza, de pernas pro ar, deitados na grama.


Ah, não havia citado, praticamente todos os lugares públicos de Buenos Aires são servidos de wi-fi grátis, tá certo que nem sempre funcionava, mas vale o registro.


Voltamos pelo mesmo caminho até o shop e fomos e ficamos no Hard Rock Café até o cair da noite. Tentamos nos embriagar com 3 canecas de chopp. O lugar é fantástico, três andares. No primeiro a loja (que são vendidos camisas, canecas e mais alguns souvenirs), no segundo um bar, assim da mesma forma o terceiro. Como chegamos ainda de tarde e saímos logo no inicio da noite, não vimos o local cheio. A trilha sonora, claro, é de muito Rock and Roll, sempre com vídeo/clips (em telas espalhadas pelos três ambientes executando a mesma musica em conjunto) das canções.



Saímos de lá e voltamos a pé até bem próximo ao hotel. Aquela região da cidade (Recoleta) é muito bonita e movimentada e o vento frio de leves nos convenceu a andar um pouco mais.

Chegamos ao hotel e resolvemos descansar um pouco e em seguida sair para comer uma pizza.

O desenho para a caminhada do dia seguinte já estava todo desenhado e além de tudo, ainda teríamos o Tango no fim da noite.

Até amanhã!



Leia também: 
Buenos Aires, 2º dia
Buenos Aires, 1º dia


sábado, 13 de abril de 2013

Show completo de Buenos Aires 2013

Vídeo do show do Pearl Jam no Festival Pepsi Music 2013 (Argentina). Show realizado no dia 03/04/2013




Release
Even Flow
Lukin
Corduroy
In Hiding
Save You
Deep
Jeremy
Wishlist
Hail Hail
Given To Fly
I Got ID
Daughter/It´s Ok
Got Some
Better Man
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Rearviewmirror
Bis
Do The Evolution
Animal
Just Breathe
Black
I Believe In Miracles (Ramones)
Alive
Rockin’ In The Free World (Neil Young)
Yellow Ledbetter

Pôsteres - São Paulo e Buenos Aires (Pearl Jam 2013)


Os dois pôsteres dos shows de São Paulo e Buenos Aires (2013)





O de Buenos Aires já está na moldura:) Falta ‘achar’ o de Sampa. 



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pearl Jam, 03/04/2013 - Buenos Aires


[DIA 03/04/2013 - O SHOW]


Ver mapa maior

Após uma manhã bastante proveitosa passando por vários lugares da cidade e de ter inclusive visto dois brasileiros dentro do ônibus de turismo que também iriam ao festival por causa do Pearl Jam (eles eram de Porto Alegre e me falaram que conheceram dois caras de Fortaleza no hotel e que também estavam em BsAs para ver o show), havia chegado a hora de irmos para o Festival Pepsi Music (pode ser Pepsi?). Durante as varias voltas e caminhos do ônibus de turismo, nós havíamos passado bem próximo da entrada do festival (que por coincidência, é perto do lugar que aparece no vídeo que coloquei no texto que fala da manhã do 2º dia em BsAs).

Nesse show do Pearl Jam tenho que registrar algumas ‘primeiras vez’.
Era o primeiro show do PJ em que não íamos antes do meio dia para a fila – acho que ficar muito na frente, perto do palco em um show na Argentina não deve ser muito ‘calmo’. rs.
Era o primeiro show do Pearl Jam em que iriamos apenas Eu e Adelana, sem conhecer mais ninguém. Inclusive os que sempre conheciamos na fila.
Era o nosso primeiro show em terras internacionais
Era o primeiro show do Pearl Jam (pelo menos pra mim) em que não esperava anos entre o ultimo

Quando chegamos ao local, com as camisas iguais onde tinham metade da bandeira do Brasil e da Argentina – com o Stickman entre as duas, parecendo até um ‘X’ de versus. Hehehehe – alguns olhavam e provavelmente ficavam pensando coisas como: ‘esses vieram de longe’ ou ‘oh inveja’. O que não ouvimos foi piada ou olhar desviado. Alias, isso não aconteceu em nenhum momento durante toda a viagem, diga-se de passagem.


Na entrada, apesar de haver uma fila de um lado para a turma entrar, do outro simplesmente não havia, era engraçado. Antes de entrar na Costanera Sur (que a Adelana a rebatizou de Costanera Lama), passamos em um trailer para forrar o bucho. O cardápio/quadro que ficava pendurado era difícil entender, nomes como ‘Pati Solo’ e outros que nem lembro, mas que asseguro que nenhum era parecido com o que estava sendo servido no local (Sanduiches, Churrasco, Linguinças...). Ficamos atentos enquanto chegava a nossa vez e descobrimos que ‘Pati Solo’ deveria ser ‘Pão com Hambúrguer sem ovo’. E claro, foi essa a nossa pedida, não podíamos arriscar :). Vale o registro também de como é normal os argentinos beberem ‘cerveza’ com qualquer coisa. A cerveja lá é quase o refrigerante aqui. Praticamente tudo é com cerveja.

Nos dirigimos para a entrada do festival e não teve nenhum tipo de ‘revista’ em ninguém. Por causa disso, não vi ninguém com faca ou revolver lá dentro, mas sim uma turma tomando altos goles de vinho que sacaram de uma mochila. Outra coisa que vi lá que é difícil ver nos shows daqui: bandeira com mastro.

Chegamos justamente no fim do show do The Hives (no palco em que o Pearl Jam iria tocar), no outro lado estava tocando o Hot Chip e desde cedo eu sabia que havia perdido o horário de uma banda que gostaria de ter visto, o Alabama Shakes. Após o fim do The Hives, a turma do palco organizou o local para o The Black Keys (além do Alabama Shakes, essa era mais uma banda que tava a fim de ver). Achamos um local bem tranquilo no lado esquerdo do palco (direito de quem está de frente para o palco), poucas pessoas – até ali – e as que estavam ali eram casais, pessoas com mais idade (inclusive um com um filho de mais ou menos 10 anos).



Veio o show do The Black Keys. Realmente é uma banda boa, com musicas bem legais, mas que não conseguiu agradar ao vivo. Apenas umas 3 ou 4 canções arrebataram mesmo a turma.
Fim de show. O próximo seria o Pearl Jam. E igualmente no Lollapalooza, caberia ao PJ fechar o festival, sendo assim, os outros palcos já haviam encerrado, com isso, toda a massa estava agora concentrada em frente aquele palco. Continuamos no mesmo lugar e acho que tivemos sorte em escolher aquele espaço. O show foi tranquilo, não houve muito empurra empurra ou pessoas passando nos empurrando. Houve sim um aqui e ali, mas nada irritante. Ah, vale lembrar que o único consumo nosso dentro do festival foi uma garrafa d´gua (valor: 26 pesos – o que equivale a 10 reais no cambio oficial e mais ou menos 6 no melhor cambio negro que achamos). Outra coisa, durante os intervalos dos shows (The Hives/The Black Keys/Pearl Jam) ficava rolando nos telões uma espécie de ‘Casseta e Planeta’ de lá, com alguns pequenos vídeos de situações de humor. Todos estavam rindo, menos Eu e Adelana, até porque não entendíamos.
Veio o Pearl Jam, a primeira musica foi bem calma. Foi como se a banda estivesse falando a todos que tomassem seus lugares tranquilos para assistirem ao show. Aproveitei a situação e filmei boa parte da musica. Deixei o celular bem à frente e na altura da cabeça da Adelana (que estava na minha frente). O que percebi de imediato após as 4/5 primeiras musicas foi a maneira mais solta em que o Eddie Vedder estava no palco. Conversava mais com a plateia, se mexia mais. Vedder estava tão a vontade de chegou a cantar em espanhol parte de uma musica.


Durante a sequencia das musicas, algumas merecem destaques...

Lukin (do álbum No Code, 1996), que lembrei do Paulo Cabeça, um dos membros do blog e que gosta muito dessa musica. Gosta tanto que é o nome dessa musica o qual ele resolveu batizar o seu email pessoal \o/
Corduroy* (Do álbum Vitalogy, 1994), sempre apaixonante com seu primeiro verso: “A espera me deixou louco, você finalmente está aqui e eu estou perturbado
In Hiding* (do álbum Yield, 1998), está na lista das canções que sempre esperei em ouvir ao vivo.
Hail, Hail* (do álbum No Code, 1996), com toda sua velocidade, mas com um trecho que 'desde não lembro mais' escrevo para a Adelana (e ela escreve pra mim): “Te amo, juro que te amarei até o dia em que eu morrer...ou até além”.
I Got Id* (do álbum Rearviewmirror – The Best Of, de 2004), essa aqui provavelmente seja a musica que desde o show de 2005 ‘pedia’ muito pra ser tocada. É sem duvidas uma das minhas favoritas. Estranho é que ela não está em nenhum disco oficial, estava no cd (de 94) que a banda distribui anualmente para os fãs e apareceu no ‘The Best Of de 2004’.
Do The Evolution* (do álbum Yield, 1998), nesse momento, igualmente ao show do Lollapalooza, lembrei bastante do Pablo, que sempre a canta. Acho que a Adelana também lembrou e percebi que ela chorava durante a execução.
Black* (do álbum Ten, 1991), essa tocou bem próximo de Do The Evolution e acho que a Adelana ainda estava com o Pablo no pensamento. Deu as costas pro palco e chorou bastante abraçada a mim.

Fora esses destaques, houve outros, como a carteira que foi atirada ao palco e o Eddie ficou pegando todos os cartões de créditos e colocando em seu próprio bolso e rindo da situação ou quando ele, dessa vez um pouco preocupado, pediu para todos dessem dois passos para trás, para que os que estavam na frente pudessem respirar tranquilos ou quando ele falou sobre as fortes chuvas que mataram varias pessoas no país.

Dito isso tudo acima, não é de se espantar em pensar que esse show foi melhor que o de São Paulo. Tem muita coisa envolvida, entre elas a mais importante: a Adelana estava lá comigo.
Quando o show terminou, andamos um pouco por entre a multidão pra ver se achávamos uma bandeira do Brasil que avistei no meio da plateia, mas não conseguimos. O que achamos foi muita lama. Muita mesmo. Andamos borrando os tênis e fomos até a lojinha para comprar alguma camisa. Além da camisa comprei também o pôster do show.
No percurso de volta, andamos um bocadinho até a pista fora da parte do Porto Madero, a Adelana estava com os pés fudi-d-o-dos. Tivemos sorte de pegar um taxista gente boa que nos levou direto para o hotel, sem rodar para o valor aumentar (como tenho certeza disso? celular e gps, baby!).



Como falei no inicio da postagem do outro texto sobre esse 3 de Abril, esse dia entrou definitivamente na sala dos dias inesquecíveis e que sempre serão lembrados e falados por nós pra muita gente.
Um dia, acima de tudo, de nós dois.







Leia Também: 
Pearl Jam 31/03/2013 - Lollapalooza, São Paulo
06/11/2011, Pearl Jam no Rio de Janeiro, Eu Fui!
Agora eu acredito em milagres (show de 2005)




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