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domingo, 31 de maio de 2015

Pra onde vamos?

Mais uma turnê e com ela a pergunta: Para onde vão os membros do blog?

Eu, Adelana e Pablo: Buenos Aires, São Paulo e Brasília (Pablo vai ao show de Buenos Aires apenas)
Tiago: Porto Alegre, São Paulo e Brasília
Paulo Cabeça: São Paulo e Rio (aqui existe uma intensão em trocar Rio por Buenos Aires)


Vamos, com fé!




terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meu primeiro show do Pearl Jam.


Por Tiago Camelo

Ha três anos vivia umas das experiências mais emocionantes dessas minhas quase três décadas de existência. Uma paixão, iniciada na minha puberdade, com uma fita K7 velha que reproduzia mais barulho a música. O álbum era o Yield do Pearl Jam e, enquanto todos achavam apenas Do The Evolution a única faixa legal, eu curtia cada canção de uma ponta a outra.
Em 2005, na primeira vinda da banda ao Brasil, me conformei em ficar alheio aos shows. Já em 2011 as expectativas já começaram um ano antes.
A ideia inicial era ir a São Paulo, devido a um amigo, mas por causa de um descuido, não consegui ingressos, então comecei o plano B. Na época não fazia muita questão de conhecer o Rio de Janeiro (Não me preguntem por que?), as opções se limitaram a Curitiba e Porto Alegre, como Rio Grande do Sul sempre me pareceu atraente, não tive dúvidas em escolher meu destino e de Nádia, até o Pearl Jam que ainda foi uma viagem a dois inesquecível.
Logo de início fomos super bem recebidos pelo taxista que nos levou a cidade baixa, bairro onde ficamos hospedados. O primeiro dia foi leve, apenas uma volta ao centro, conhecer os prédios históricos e um bar-pub a noite esquentando para o grande dia.
O 11/11/2011 foi um pouco que bipolar, há exatos três meses havia perdido meu pai, a lembrança desta data me perseguiu em meio a felicidade e as expectativas para a noite, as horas na fila, nove no total, não foram incomodas para quem estava prestes a realizar um sonho. Quando  Morning Passages do Philip Glass começou a tocar e o Pearl Jam entrou tudo se tornou mágico, surreal, indescritível. Para minha surpresa fiquei muito emocionado em Just Breathe e Oceans, composições que faziam parte da minha “lista B”, Alive passou a trazer mais sentido a minha vida depois do show.
No dia seguinte, fomos a Gramado, mesmo com as belezas da cidade, ainda estava extasiado, não caia a ficha da noite anterior. No domingo, ja de volta a Porto Alegre, relaxando o Parque da Redenção confirmava com Nádia o ocorrido de sexta-feira que sempre, isso mesmo, por mais de uma vez, respondia, com um sorriso, que sim.
Até hoje as memórias estão vivas e o desejo de retornar ao Rio Grande do Sul em 2015, agora também para rever amigos que conheci por meio do Pearl Jam, são enormes. Quem sabe, daqui a pouco menos de um ano, eu não esteja escrevendo aqui sobre isso?


Setlist: Pearl Jam ao vivo em Porto Alegre (11/11/2001).

·  Why Go 
·  Do the Evolution 
·  Severed Hand 
·  Corduroy 
·  Got Some 
·  Low Light 
·  Given to Fly 
·  Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 
·  Even Flow 
·  Unthought Known 
·  Present Tense 
·  Daughter (Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It's Ok Tag)
·  1/2 Full 
·  Wishlist 
·  Rats 
·  State of Love and Trust 
·  Black 
·  Encore:
·  Just Breathe 
·  Oceans 
·  Comatose 
·  Light Years 
·  I Believe in Miracles (Ramones cover)
·  The Fixer 
·  Rearviewmirror 
·  Encore 2:
·  Last Kiss (Wayne Cochran cover)
·  Better Man 
·  Crazy Mary (Victoria Williams cover)
·  Jeremy 
·  Alive 
·  Rockin' in the Free World (Neil Young cover)
·  Indifference 
·  Yellow Ledbetter 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Amigos distantes

Por Tarso Marques


Antes de começar a falar dos shows em si, (tentando) descrever um pouco do que vimos/sentimos e adicionar os set-lists...quero antes registrar em letras garrafais a incrível experiência que é de conhecer novas pessoas. Pessoas do bem, diga-se de passagem. Sou muito feliz em dizer que todos que estiveram conosco (Eu e Adelana) nessa incrível semana por ruas, bares, mercados e tantos outros lugares em solo paulista, são pessoas que dificilmente iremos esquecer. Sempre fomos muito bem recebidos, em Guarulhos ou na capital.

Chegamos a quarta viagem ‘Cruzando O País’ por causa do Pearl Jam e sempre fomos agraciados com alguns braços que sempre estiveram abertos ao nos receber. Talvez o único lugar que não foi tão receptivo assim em termos de amizades tenha sido Buenos Aires, mas é compreensível pelo fato da língua (mas mesmo assim tivemos sorte com as pessoas que trocamos algumas palavras lá).
Acho que a ideia da interação que sempre acontece antes (e depois) dos shows é um dos motivos que nos convencem a fazer a turnê país afora. Aguardamos apenas a data ser oficializada e o lugar desejado. A verdade é que isso talvez seja ‘universal’ e não só acontece conosco: sempre se espera um motivo/data para fazer aquilo que faz bem. Seja aquilo o que for.


A marcação da data do show sempre vem acompanhada do medo, euforia, alegria, desejo... a vontade de conhecer novos lugares e pessoas está lá dividindo o topo do ‘altar’ com o momento épico e ao mesmo tempo simples em que os acordes são tocados no palco logo a frente.

A convivência com um novo lugar e novas pessoas foi incrível em 2005, rolou uma multiplicação de sentimentos em 2011 no Rio, quando enfim ‘assinamos’ a extensão de nossa  família, laços de amizades também foram traçados em 2013 em São Paulo, e agora em duas cidades de SP atingimos ‘uma maturidade’ incrível. O leque de ‘nomes’ que se transformaram em pessoas que nos fizeram um bem sem esperar algo (material) em troca foi algo incrível/sensacional.

                                  
           Audezia explicando para a Adelana não ser 'quadrada'

É bacana sentir o que sentimos. Saber que estão lhe tratando bem.

Os 3 primeiros dias (3 e meio, na verdade) em Guarulhos, na casa da Tia da Adelana foram como se estivéssemos em casa. De 3 noites lá, em duas os familiares espalhados pela cidade fizeram questão de se reunir e nos encontrar/ver/conhecer (muitos não conheciam a Adelana). Na primeira noite saímos com a Antoneide para a ‘balada’. Parque do Ibirapuera e ’25 de Março’ também foram locais que nos levaram.
Nunca vamos esquecer da recepção, lamentamos muito por ter ficado apenas metade da viagem por lá :(




Obrigado!






No 4º dia da viagem chegamos a capital, com seu transito parado e de dar medo aos que tem horário pra chegar em algum lugar.

Aqui, nesse trecho da história, surgiu um fã do Pearl Jam em nosso caminho: Danilo. Um baiano que já mora em São Paulo há alguns anos, e que não só nos levou os 3 (TRÊS) dias (e nos trouxe de volta em um) ao show, como também passou a ser o responsável por dicas de lugares a visitar e no fim de tudo, no fim de toda a estadia, deixou claro que dependendo dele, nunca mais nos hospedaríamos em hotel quando fossemos novamente a Sampa :)
Legal de registrar aqui também que no primeiro dia da carona ao show, nós (Eu e Adelana) chegamos atrasados (!) ao local de encontro, que por sinal era na esquina  (!) do hotel. Hahahahahahaha

Nos 3 dias de shows fixamos abraços e conversas no pré-show em frete ao Citibank Hall (ou no bar ao lado do evento) com algumas pessoas que estavam vindo de outras cidades, destaque para Paula e André (Guarulhos), Dani e Sandro (Maringá), Thaís (Curitiba), Vinicius (Porto Alegre), Guilherme (Uberlândia), Dudu (Fortaleza. rs.) e o Danilo, claro.


         André, Danilo, Sandro, Daniela, Paula, Eu, Adelana, Guilherme


André foi o responsável pelo inicio do movimento “Censura, libera o Pablo ver o show”, no site ‘Pearl Jam Evolution’. Paula é daquelas com o sorriso fácil e fica imaginando todos juntos em outros lugares. Dani e Sandro, o casal ‘de menor’, ficou junto com a gente por dois dias e estava ao nosso lado quando nos ‘encontramos ‘ com o Eddie após o 3º show. Sandro foi o sortudo dos 4 e recebeu do Ed varias palhetas e as dividiu com a gente. S2. Thaís, desde Curitiba 2005 vem se encontrando com a gente em todos os shows. Vinicius, o gaúcho que sempre ao se encontrar comigo falava em bom cearês: ‘E aí, macho!’, teve sorte após sorte durante os shows... Ele sentou ao nosso lado no primeiro dia. Estávamos na plateia mais alta...ele levou uma bandeira do Brasil personalizada, com o nome ‘EdVed’ a frente. Por causa disso, foi convidado pela produção que passava pela plateia (justamente na hora em que eu havia ido comprar agua e cerveja) para ir a área Vip. Ele aproveitou a ocasião e jogou a bandeira ao palco no fim do show, Eddie não viu e a bandeira ficou lá, no chão do palco enquanto a turma desmontava os equipamentos. Vinicius tentou pegar a bandeira junto aos seguranças, mas eles falavam que não podiam mexer em nada. Na cabeça dele, a bandeira estaria perdida, visto que o Ed não tinha se tocado dela... No dia seguinte, Eddie começa a ler um texto (em português) em que ele falava que tinha uma bandeira do Brasil em casa e que essa bandeira ficava em cima do piano dele(!). o texto falava que ele teria que tirar essa bandeira do piano pois ele tinha ganho uma outra na noite anterior. A bandeira era a do Vinicius (!) e foi levada ao palco e ficou por lá durante o resto do show. Quando me reencontrei com Vinicius após o show,  ele me confidenciou que chorava muito quando viu a bandeira no palco...e que algumas pessoas que estava em seu lado ficava olhando pra ele espantadas :)

      Eddie falando sobre a bandeira que ganhou do Vinicius

                      O Gigante Daniel


   Igual a foto de 2005 em Curitiba, nós mais uma vez com a Thaís

Daniel, que 'disputava' comigo no Instagram quem mais adicionava fotos do PJ, também foi outro que encontrei lá. Guilherme, que após um ano lado a lado na grade do Lollapalooza de 2013, nos reecontramos. Dudu, mesmo sendo de Fortaleza, não o conhecia pessoalmente e infelizmente nos falamos pouco...mas ele já disse que vai enviar textos para o Cruzando O País. 
Danilo, que foi apenas em um show, nos levou até eles (os shows) nas 3 noites e conseguiu a cadeira ao meu lado pra ver a apresentação... Foi um amigão nesses dias em Sampa.

                 Almoço na despedida de Sampa com o Danilo

Tem mais gente, muitas 'ainda' no mundo virtual do whatsapp, mas aí é outro texto...

Bom...os shows ficaram pra trás, as lembranças, definitivamente ficarão sempre bem guardadas. As amizades, mesmo distantes, espero que se firmem cada vez mais.

       Acreditem, não tem ninguém da capital paulista na foto \o/


Obrigado a todos!
Obrigado mesmo!





terça-feira, 26 de julho de 2011

Sim, mas Para onde???

Hoje poderá ser o dia da concretização do Rio de Janeiro como nosso destino para ver o show. Por problemas com a bela telefonia celular no país, ainda não conseguimos entrar em contato com quem está na cidade maravilhosa.
Quem sabe amanhã?
Por falar em cidade do show...
Hoje recebemos o convite da Laís Flores, do Rio Grande, para a hospedagem pelos Pampas!
Pelo jeito, “Rio” está no 1º e 2º lugar das escolhas;)