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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

2013, 2015 e as coincidências da turnê

Algumas coincidências na turnê de 2013 e 2015 são descaradas...
Em 2013 fui ao show de São Paulo sem a Adelana,e dessa vez, pelo jeito, vai acontecer de novo.
Em 2013 fomos juntos ao show em Buenos Aires. Em 2015... :)
Alguns meses antes dos shows de 2013, passamos por uma pequena reforma em casa. Agora em 2015, podemos dizer que estamos terminando o que começamos há dois anos.
Em 2013 tive uma ajudinha (em São Paulo) de amigos que conheci no Facebook. 2015 tem tudo pra rolar uma 'ajudona'.






domingo, 31 de maio de 2015

O Blog amigo e os meses inativos

Não foi de propósito, mas Eu tinha noção sim que o Cruzando O País ficou parado (até) demais. Praticamente 1 ano! 0_o

Sim, Um ano. Até porque tirando a postagem do Tiago falando sobre a ida dele ao show da turnê de 2011 em Porto Alegre e o ‘Valeu 2014’ que escrevi no fim do ano, as postagens voltaram apenas agora. Um ano após os shows (e pós-shows) do Eddie em 2014.

Antes tarde que nunca’ ;)

E o que rolou nesses dias?
definitivamente muita coisa. Muita coisa bacana.

O mundo ‘Jammer’ ou ‘Jammily’ (Familia Jammer) teve pontos áureos nesses meses. Durante a Copa do Mundo, conheci (por meio do site oficial do Pearl Jam) dois fãs do PJ que vieram dos Estados Unidos e tivemos uns dias com culturas bem diferentes aqui em Fortaleza.

Perto do fim do ano (2014), a Sabrina (a garota que aparece ao meu lado no vídeo da Multishow no Lollapalooza) que conheci em 2013 também veio a Fortaleza. E tome mais trocas de conhecimentos culturais.

Da turnê do Ed em Março (2015), vieram os que tivemos Eu e Adelana mais contato em São Paulo: Danilo, Sandro e Daniela. Aqui os laços estão bem mais estreitos. A semana foi agitada, e igualmente as outras visitas já mencionadas acima, me senti em férias. E isso é uma das coisas mais legais de se receber alguém que está a passeio :)


Em Novembro (2015), durante os shows devemos voltar a ver Danilo e Sandro (assim como outras pessoas da “Jammily”)

Até lá!




segunda-feira, 12 de maio de 2014

Amigos distantes

Por Tarso Marques


Antes de começar a falar dos shows em si, (tentando) descrever um pouco do que vimos/sentimos e adicionar os set-lists...quero antes registrar em letras garrafais a incrível experiência que é de conhecer novas pessoas. Pessoas do bem, diga-se de passagem. Sou muito feliz em dizer que todos que estiveram conosco (Eu e Adelana) nessa incrível semana por ruas, bares, mercados e tantos outros lugares em solo paulista, são pessoas que dificilmente iremos esquecer. Sempre fomos muito bem recebidos, em Guarulhos ou na capital.

Chegamos a quarta viagem ‘Cruzando O País’ por causa do Pearl Jam e sempre fomos agraciados com alguns braços que sempre estiveram abertos ao nos receber. Talvez o único lugar que não foi tão receptivo assim em termos de amizades tenha sido Buenos Aires, mas é compreensível pelo fato da língua (mas mesmo assim tivemos sorte com as pessoas que trocamos algumas palavras lá).
Acho que a ideia da interação que sempre acontece antes (e depois) dos shows é um dos motivos que nos convencem a fazer a turnê país afora. Aguardamos apenas a data ser oficializada e o lugar desejado. A verdade é que isso talvez seja ‘universal’ e não só acontece conosco: sempre se espera um motivo/data para fazer aquilo que faz bem. Seja aquilo o que for.


A marcação da data do show sempre vem acompanhada do medo, euforia, alegria, desejo... a vontade de conhecer novos lugares e pessoas está lá dividindo o topo do ‘altar’ com o momento épico e ao mesmo tempo simples em que os acordes são tocados no palco logo a frente.

A convivência com um novo lugar e novas pessoas foi incrível em 2005, rolou uma multiplicação de sentimentos em 2011 no Rio, quando enfim ‘assinamos’ a extensão de nossa  família, laços de amizades também foram traçados em 2013 em São Paulo, e agora em duas cidades de SP atingimos ‘uma maturidade’ incrível. O leque de ‘nomes’ que se transformaram em pessoas que nos fizeram um bem sem esperar algo (material) em troca foi algo incrível/sensacional.

                                  
           Audezia explicando para a Adelana não ser 'quadrada'

É bacana sentir o que sentimos. Saber que estão lhe tratando bem.

Os 3 primeiros dias (3 e meio, na verdade) em Guarulhos, na casa da Tia da Adelana foram como se estivéssemos em casa. De 3 noites lá, em duas os familiares espalhados pela cidade fizeram questão de se reunir e nos encontrar/ver/conhecer (muitos não conheciam a Adelana). Na primeira noite saímos com a Antoneide para a ‘balada’. Parque do Ibirapuera e ’25 de Março’ também foram locais que nos levaram.
Nunca vamos esquecer da recepção, lamentamos muito por ter ficado apenas metade da viagem por lá :(




Obrigado!






No 4º dia da viagem chegamos a capital, com seu transito parado e de dar medo aos que tem horário pra chegar em algum lugar.

Aqui, nesse trecho da história, surgiu um fã do Pearl Jam em nosso caminho: Danilo. Um baiano que já mora em São Paulo há alguns anos, e que não só nos levou os 3 (TRÊS) dias (e nos trouxe de volta em um) ao show, como também passou a ser o responsável por dicas de lugares a visitar e no fim de tudo, no fim de toda a estadia, deixou claro que dependendo dele, nunca mais nos hospedaríamos em hotel quando fossemos novamente a Sampa :)
Legal de registrar aqui também que no primeiro dia da carona ao show, nós (Eu e Adelana) chegamos atrasados (!) ao local de encontro, que por sinal era na esquina  (!) do hotel. Hahahahahahaha

Nos 3 dias de shows fixamos abraços e conversas no pré-show em frete ao Citibank Hall (ou no bar ao lado do evento) com algumas pessoas que estavam vindo de outras cidades, destaque para Paula e André (Guarulhos), Dani e Sandro (Maringá), Thaís (Curitiba), Vinicius (Porto Alegre), Guilherme (Uberlândia), Dudu (Fortaleza. rs.) e o Danilo, claro.


         André, Danilo, Sandro, Daniela, Paula, Eu, Adelana, Guilherme


André foi o responsável pelo inicio do movimento “Censura, libera o Pablo ver o show”, no site ‘Pearl Jam Evolution’. Paula é daquelas com o sorriso fácil e fica imaginando todos juntos em outros lugares. Dani e Sandro, o casal ‘de menor’, ficou junto com a gente por dois dias e estava ao nosso lado quando nos ‘encontramos ‘ com o Eddie após o 3º show. Sandro foi o sortudo dos 4 e recebeu do Ed varias palhetas e as dividiu com a gente. S2. Thaís, desde Curitiba 2005 vem se encontrando com a gente em todos os shows. Vinicius, o gaúcho que sempre ao se encontrar comigo falava em bom cearês: ‘E aí, macho!’, teve sorte após sorte durante os shows... Ele sentou ao nosso lado no primeiro dia. Estávamos na plateia mais alta...ele levou uma bandeira do Brasil personalizada, com o nome ‘EdVed’ a frente. Por causa disso, foi convidado pela produção que passava pela plateia (justamente na hora em que eu havia ido comprar agua e cerveja) para ir a área Vip. Ele aproveitou a ocasião e jogou a bandeira ao palco no fim do show, Eddie não viu e a bandeira ficou lá, no chão do palco enquanto a turma desmontava os equipamentos. Vinicius tentou pegar a bandeira junto aos seguranças, mas eles falavam que não podiam mexer em nada. Na cabeça dele, a bandeira estaria perdida, visto que o Ed não tinha se tocado dela... No dia seguinte, Eddie começa a ler um texto (em português) em que ele falava que tinha uma bandeira do Brasil em casa e que essa bandeira ficava em cima do piano dele(!). o texto falava que ele teria que tirar essa bandeira do piano pois ele tinha ganho uma outra na noite anterior. A bandeira era a do Vinicius (!) e foi levada ao palco e ficou por lá durante o resto do show. Quando me reencontrei com Vinicius após o show,  ele me confidenciou que chorava muito quando viu a bandeira no palco...e que algumas pessoas que estava em seu lado ficava olhando pra ele espantadas :)

      Eddie falando sobre a bandeira que ganhou do Vinicius

                      O Gigante Daniel


   Igual a foto de 2005 em Curitiba, nós mais uma vez com a Thaís

Daniel, que 'disputava' comigo no Instagram quem mais adicionava fotos do PJ, também foi outro que encontrei lá. Guilherme, que após um ano lado a lado na grade do Lollapalooza de 2013, nos reecontramos. Dudu, mesmo sendo de Fortaleza, não o conhecia pessoalmente e infelizmente nos falamos pouco...mas ele já disse que vai enviar textos para o Cruzando O País. 
Danilo, que foi apenas em um show, nos levou até eles (os shows) nas 3 noites e conseguiu a cadeira ao meu lado pra ver a apresentação... Foi um amigão nesses dias em Sampa.

                 Almoço na despedida de Sampa com o Danilo

Tem mais gente, muitas 'ainda' no mundo virtual do whatsapp, mas aí é outro texto...

Bom...os shows ficaram pra trás, as lembranças, definitivamente ficarão sempre bem guardadas. As amizades, mesmo distantes, espero que se firmem cada vez mais.

       Acreditem, não tem ninguém da capital paulista na foto \o/


Obrigado a todos!
Obrigado mesmo!





terça-feira, 19 de novembro de 2013

Pearl Jam Conectando as Pessoas

É fato, visto o tamanho do Brasil, a enorme variedade de gostos e modos da nossa população, tanto que podemos distinguir uma pessoa, muitas vezes, já pelo sotaque. Entre tantas diferenças, basta uma simples coisa em comum para iniciar um contato minucioso. No caso a seguir foi o Pearl Jam.
Em 2011 conheci, virtualmente, uma galera bacana por causa do show em Porto Alegre, meu primeiro. Foi um contato mais efêmero de minha parte e a única pessoa que conheci é do mesmo estado que o meu.
Com o retorno da banda esse ano no Festival Lollapalooza e o maior uso das redes sociais para compartilhar informações, principalmente das pessoas que foram de fora, o grupo ficou muito maior, porém, desta vez, saímos do mundo virtual para um “Pré-Lolla” dois dias antes do show (31). Organizado por mim, Tiago Camelo do Ceará, Alê Santos de São Paulo, Lala Roque de Brasília e Brenda Tirp do Rio Grande do Sul, conseguimos levar em torno de 40 pessoas para o Bar Santa Augusta, localizado na Rua Augusta.
Quando cheguei já tinha boa parte da turma, a primeira vista fiquei meio deslocado, pensando “Que raios estou fazendo aqui?”, mas logo a integração foi geral e a noite muito agradável, cantamos em um só coro Jeremy, todos riram quando eu disse que a garrafa de 600ml de cerveja era long neck no Ceará, pois já estava tomando na boca mesmo, aliás, “breja” foi o que não faltou e muita “prosa” nos mais variados sotaques, fluminense, sul-mato-grossense, mineiro, capixaba, gaúcho... sempre em torno do Pearl Jam e das expectativas para o show.
Após tudo isso pensei que os contatos esfriariam, mas com um grupo no whatsapp ninguém fica quieto, nos comunicamos diariamente, nem que sejam trivialidades, como o dia que o Maurício Chaves furou o pneu do carro ou as saídas da turma em busca de covers em São Paulo. O melhor é que, além de ter feito amizades, já tenho companheiros para as próximas vindas do Pearl Jam, sem falar desse amor incondicional que aumentou por essa banda que contagia nos cada vez mais.


                                     Carol, Leo, Eu, Lala, Fabio, Roseane e Tatiana.





quinta-feira, 2 de maio de 2013

Um Grupo, by Facebook


Na discrição do Cruzando o País deixamos claro uma das grandes maravilhas de viajar: conhecer novas pessoas. E isso foi exercido sim mais uma vez. Aliás, conhecer e ser conhecido devem ser uma das primeiras anotações de qualquer um quando tá se organizando prestes a seguir viagem.

Na verdade o que pretendo falar é sobre um conjunto...um grupo (melhor dizendo) de pessoas que desde bem antes do show de São Paulo no Lollapalooza começaram a trocar mensagens/experiências/desejos/ideias/sonhos via Facebook dentro de um grupo privado (onde só quem via as mensagens publicadas eram os que ali dentro estavam e só entrava quem fosse convidado por alguém que já estivesse dentro) na rede social.
Meses antes do show a tônica dos tópicos eram dicas de lugares pra ficar (ou não ficar), preços de passagens aéreas, dicas e mais dicas... eu mesmo escolhi o hotel em que fiquei hospedado em Sampa por causa do Grupo. Acho até que se não fossem pelas dicas, teria me dado muito mal...

Quando enfim chegamos próximo do festival, começaram a chover tópicos com a turma (de todo o Brasil) combinando de se encontrar na antevéspera do show para sair e estreitar os laços. Não cheguei a ir, até porque cheguei à véspera do show, mas imagino o quanto deve ter sido bacana a mistura de sotaques nas varias conversas de tantos portos distantes unidos em uma grande mesa.

Dentro do festival (e ainda na fila, principalmente) era fácil visualizar alguém que, mesmo que não tenha tido um contato pessoalmente – talvez apenas virtualmente no Grupo – dava pra saber que aquele desconhecido, com a camisa escolhida (na forma de voto) pelo Grupo (que conta atualmente com 800 membros), fazia parte de algo que eu também estava participando.

Os lugares em frente ao palco foram praticamente preenchidos ‘por nós’. No site da Multishow há varias entrevistas com membros do Grupo. Vale lembrar também de como foi legal a ‘estadia’ em frente ao palco. Como ninguém queria sair (e após um período, ‘não dava’ pra sair mesmo), chegou um momento que alimentos e agua (dentro de mochilas e sacolas pessoais) passaram a ser de domínio publico. A turma que estava ali ficou tão bem (em termos de alimentação) que provavelmente alguns nem comeram mais nada após o festival naquela noite.
Ah, lembrando que nesses dias bem próximos ao festival, foi criado um grupo paralelamente no WhatsApp, onde com certeza facilitou a comunicação de todos quando já estavam na capital paulista. Sobre o grupo no WhatsApp, lembro que quando entrei, percebi que não havia ninguém da mesma cidade, com o passar dos dias e a proximidade do show, o grupo já contava com bastante gente com vários códigos de áreas (telefônico) diferente e alguns repetidos. Aqui de Fortaleza existiam alguns números começando com o mesmo ‘código de área’.

Não é exagero dizer que a tecnologia uniu tantos ali, claro. Por causa da internet (usada para o bem, como deve ser) varias pessoas economizaram bastante com gastos de transporte, alimentação e hospedagem durante os dias que estiveram em São Paulo. Eu, mesmo não tendo conseguido desbravar Sampa junto a alguém do grupo, economizei muito com a ida e vinda do táxi no trajeto hotel/festival/hotel quando fui acompanhado de um grupo que estava no mesmo hotel.

O festival já passou, o show ‘ficou pra trás’, mas o Grupo no Facebook ainda está a todo vapor. Tópicos novos com historias (muitas delas engraçadas) continuam a surgir diariamente, infelizmente as letras de teclado escondem o sotaque de cada um, mas revela descaradamente a vontade de se encontrarem novamente.

Até a próxima!


P.s. Pensando bem, o Grupo no Facebook parece ser uma versão nacional do Cruzando o País:)






terça-feira, 30 de abril de 2013

Juan Pablo tocando com Pearl Jam em Santiago


Acabei de atualizar o blog com o set-list e vídeo do show do Pearl Jam no Lollapalooza no Chile e resolvi falar mais um pouco do show (que eu não fui), principalmente da parte em que o fã Juan Pablo sobe ao palco para tocar com a banda.

Deixa explicar... Juan Pablo toca em uma banda cover do PJ em Santiago e no show de 2011 por lá, ele conseguiu (não sei como) ser convidado por Vedder e tocou com a banda a musica Last Kiss. Dessa vez (em 2013) ele levou um cartaz pedindo para tocar novamente. E foi atendido.

O que se ver no vídeo logo na chegada dele ao palco é de um Eddie Vedder bem receptivo e ‘trazendo’ o convidado para junto de todos, Vedder pergunta o nome do fã e o anuncia ao publico. Em seguida o que se percebe é Juan Pablo mudando a musica que viria na sequência (pelo menos visualizei assim). Vedder fica meio que “Vai dar merda isso, não?”. Visualizamos Jeff Ament concordando com a escolha, assim como Matt Cameron.

Após claramente duvidar se o rapaz saberia tocar a musica Eddie diz: “Ele disse que sabe, espero que saiba” e completa: “Esse é Juan Pablo... e minha guitarra

O que vemos em seguida é o que o Juan Pablo (um cara que é fã de uma banda e tem uma banda cover dedicado a essa banda, mesmo morando a milhas e milhas de distância deles) deve hoje classificar como uma das noites mais espetaculares da vida dele. Eu já havia falado aqui mesmo no Cruzando o País sobre esse lance da pessoa gostar de algo ou alguém e aquilo lhe fazer bem, e que 'aquilo' lhe proporciona conhecer outras pessoas, lugares, línguas, gostos e muito mais. Independente do que ser ou seja, o importante é que aquilo ‘admirado’ te faça bem.

E olhando o vídeo de 2011 com Juan no palco e agora esse de 2013, percebe-se que ele curtiu bem mais esse segundo, tava bem mais solto.



Mais alguns pequenos detalhes na hora da música:
Juan começa com um boné, mas quem termina a apresentação com o (mesmo) boné é McCready, que pelo jeito 'surrupiou'.
Outra coisa, a maneira carinhosa com que Pablo beija a guitarra no fim.

O que posso dizer é: inveja daquelas mais boas!
hahahahahahaha



Set-list e Show em Santiago, Chile (Lollapalooza 2013)


Bom, apesar dos dias que já se passaram, lá vai eu atualizar um set list que faltou aqui no Cruzando o País...
No dia do show no Chile a gente ainda estava de férias na Argentina, então só agora (no derradeiro dia de Abril) vou jogar aqui o set list do show do dia 6 de Abril, em Santiago.

Release
Go
Even Flow
Do the Evolution
Corduroy
Amongst the Waves
Why Go
Severed Hand
Not For You
Got Some
Just Breathe
Once
Unthought Known
Daughter (It’s OK tag)
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Porch

Bis:

Present Tense
Animal
Given to Fly
Jeremy
Black
Sonic Reducer (Dead Boys cover)
Alive
Rockin’ in the Free World (Neil Young cover)
Yellow Ledbetter

Lembrando que nesse show, em Sonic Reducer, um fã chileno foi convidado a tocar a musica com eles. E em  Rockin in the Free World, que subiu ao palco foi Perry Farrell (idealizador do Lollapalooza e Josh Homme, do Queens of the Stone Age)

Abaixo o vídeo do show (completo) do Pearl Jam no Lollapalooza Chile 2013 - Lembrando que o show foi transmitido ao vivo via web.






terça-feira, 23 de abril de 2013

Números dos 4 shows que fui...


Passei alguns minutinhos (ok, não devia ser no diminuitivo, mas sim no aumentativo) analisando os 4 shows do Pearl Jam (que fui) e cheguei a números interessantes (que não vai levar a nada).

Vejam bem – e não se percam -, nos 4 shows (Curtiba 05/ Rio 11/ SãoPaulo 13/Buenos Aires 13) o Pearl Jam tocou 109 musicas. Uma media de 27,25 musicas por show. O show com mais musicas foi o do Rio: 30 e o menor foi de BsAs: 25.

Das 109 musicas, apenas 10 delas estão em todos os 4 shows (pouco mais de 10%).
4 canções apareceram em 3 shows e 13 foram lembradas em 2 deles.
31 musicas foram tocadas apenas uma vez (quer dizer, mais que um set list completo só com ‘novidades’)

Resolvi também fazer uma comparação dos dois últimos shows que fui: São Paulo e Buenos Aires (os shows foram com uma diferença de 3 dias) e vi que 52 musicas foram tocadas nesses dois shows. 15 canções foram tocadas nas duas cidades.

Outra loucura de comparação foi sobre qual show dos 4 teve mais musicas sem que essa canção fosse tocada em nenhum outro dos 4 shows (entenderam?).
O show de Curitiba foi o mais ‘autêntico’ (das 26 do show), 12 musicas não foram repetidas em nenhum outro show.
Já o Rio, das 30 do set list, 10 só tocaram na cidade maravilhosa (estaticamente/proporcionalmente falando, Rio leva vantagem sobre Curitiba)
Em São Paulo, 6 musicas (das 27 do show) não foram repetidas nas outras apresentações.
Buenos Aires ficou com 4 musicas exclusivas.

Além disso, não posso deixar de registrar os covers, como não? Bandas como Ramones, Pink Floyd, Neil Young, The Who e MC5 tiveram gravações em formato ‘Jammer’.

E agora a estática mais inusitada: apenas uma musica está sempre na mesma posição na grade do show, Yellow Led Better, sempre sendo a ultima de cada apresentação.


Após isso tudo, vamos dar nomes aos bois?

Even Flow, Alive, Better Man, Corduroy, Black, Do The Evolution, Given to Fly, I Believe in Miracles, Jeremy e Yellow Led Better são as musicas tocadas em todos os shows.

Daughter, Rearviewmirror, Small Town e Got Some, essas são que foram tocadas em 3 shows.

Not For You, Free World, Lukin, Save You, Wishlist, Animal, Just Breathe, Why Go, Interstellar Overdrive, Nothingman, Unthought Known,  State of Love and Trust e Go, aqui é a lista das que foram lembradas em 2 shows.

Release, In Hiding, Deep, Hail, Hail, I Got Id, Comatose, Olé, Insignificance, World Wide Suicide, Baba O´Riley, Last Exit, Blood, Faithful, Habit, Immortality, The Fixer, Come back, Of The Earth, Mother, Indifference, Dissident, Sad, Grievance, Down, Once, Porch, Last Kiss, Spin the Black Circle, Kick of the Jam, Whipping e Glorifield G, essas foram tocadas apenas uma vez.

Bom, deu pra pirar ou esclareceu alguma coisa? rs.

Acho que com isso fica evidente como são diferentes os shows do PJ, mesmo quando tem shows próximos, como os de Sampa e BsAs, quando apenas 15 repetiram de 52 tocadas, mostra como a banda está sempre em mudança quando o quesito é set list.



Ah, e não acabou...
Nos 4 shows, devo ter bebido (antes, durante e depois) uns 2 (ou 3) copos de cerveja. Apenas o show de São Paulo não fui com a Adelana e nem com um amigo de longas datas (fui com recém conhecidos do Facebook, que devo falar sobre isso mais a frente). Paulo Cabeça e Dani foram outras duas pessoas que nos acompanharam (show do Rio e Curitiba, respectivamente)

Espero refazer todas essas anotações após a próxima turnê...




sábado, 13 de abril de 2013

Pôsteres - São Paulo e Buenos Aires (Pearl Jam 2013)


Os dois pôsteres dos shows de São Paulo e Buenos Aires (2013)





O de Buenos Aires já está na moldura:) Falta ‘achar’ o de Sampa. 



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pearl Jam, 03/04/2013 - Buenos Aires


[DIA 03/04/2013 - O SHOW]


Ver mapa maior

Após uma manhã bastante proveitosa passando por vários lugares da cidade e de ter inclusive visto dois brasileiros dentro do ônibus de turismo que também iriam ao festival por causa do Pearl Jam (eles eram de Porto Alegre e me falaram que conheceram dois caras de Fortaleza no hotel e que também estavam em BsAs para ver o show), havia chegado a hora de irmos para o Festival Pepsi Music (pode ser Pepsi?). Durante as varias voltas e caminhos do ônibus de turismo, nós havíamos passado bem próximo da entrada do festival (que por coincidência, é perto do lugar que aparece no vídeo que coloquei no texto que fala da manhã do 2º dia em BsAs).

Nesse show do Pearl Jam tenho que registrar algumas ‘primeiras vez’.
Era o primeiro show do PJ em que não íamos antes do meio dia para a fila – acho que ficar muito na frente, perto do palco em um show na Argentina não deve ser muito ‘calmo’. rs.
Era o primeiro show do Pearl Jam em que iriamos apenas Eu e Adelana, sem conhecer mais ninguém. Inclusive os que sempre conheciamos na fila.
Era o nosso primeiro show em terras internacionais
Era o primeiro show do Pearl Jam (pelo menos pra mim) em que não esperava anos entre o ultimo

Quando chegamos ao local, com as camisas iguais onde tinham metade da bandeira do Brasil e da Argentina – com o Stickman entre as duas, parecendo até um ‘X’ de versus. Hehehehe – alguns olhavam e provavelmente ficavam pensando coisas como: ‘esses vieram de longe’ ou ‘oh inveja’. O que não ouvimos foi piada ou olhar desviado. Alias, isso não aconteceu em nenhum momento durante toda a viagem, diga-se de passagem.


Na entrada, apesar de haver uma fila de um lado para a turma entrar, do outro simplesmente não havia, era engraçado. Antes de entrar na Costanera Sur (que a Adelana a rebatizou de Costanera Lama), passamos em um trailer para forrar o bucho. O cardápio/quadro que ficava pendurado era difícil entender, nomes como ‘Pati Solo’ e outros que nem lembro, mas que asseguro que nenhum era parecido com o que estava sendo servido no local (Sanduiches, Churrasco, Linguinças...). Ficamos atentos enquanto chegava a nossa vez e descobrimos que ‘Pati Solo’ deveria ser ‘Pão com Hambúrguer sem ovo’. E claro, foi essa a nossa pedida, não podíamos arriscar :). Vale o registro também de como é normal os argentinos beberem ‘cerveza’ com qualquer coisa. A cerveja lá é quase o refrigerante aqui. Praticamente tudo é com cerveja.

Nos dirigimos para a entrada do festival e não teve nenhum tipo de ‘revista’ em ninguém. Por causa disso, não vi ninguém com faca ou revolver lá dentro, mas sim uma turma tomando altos goles de vinho que sacaram de uma mochila. Outra coisa que vi lá que é difícil ver nos shows daqui: bandeira com mastro.

Chegamos justamente no fim do show do The Hives (no palco em que o Pearl Jam iria tocar), no outro lado estava tocando o Hot Chip e desde cedo eu sabia que havia perdido o horário de uma banda que gostaria de ter visto, o Alabama Shakes. Após o fim do The Hives, a turma do palco organizou o local para o The Black Keys (além do Alabama Shakes, essa era mais uma banda que tava a fim de ver). Achamos um local bem tranquilo no lado esquerdo do palco (direito de quem está de frente para o palco), poucas pessoas – até ali – e as que estavam ali eram casais, pessoas com mais idade (inclusive um com um filho de mais ou menos 10 anos).



Veio o show do The Black Keys. Realmente é uma banda boa, com musicas bem legais, mas que não conseguiu agradar ao vivo. Apenas umas 3 ou 4 canções arrebataram mesmo a turma.
Fim de show. O próximo seria o Pearl Jam. E igualmente no Lollapalooza, caberia ao PJ fechar o festival, sendo assim, os outros palcos já haviam encerrado, com isso, toda a massa estava agora concentrada em frente aquele palco. Continuamos no mesmo lugar e acho que tivemos sorte em escolher aquele espaço. O show foi tranquilo, não houve muito empurra empurra ou pessoas passando nos empurrando. Houve sim um aqui e ali, mas nada irritante. Ah, vale lembrar que o único consumo nosso dentro do festival foi uma garrafa d´gua (valor: 26 pesos – o que equivale a 10 reais no cambio oficial e mais ou menos 6 no melhor cambio negro que achamos). Outra coisa, durante os intervalos dos shows (The Hives/The Black Keys/Pearl Jam) ficava rolando nos telões uma espécie de ‘Casseta e Planeta’ de lá, com alguns pequenos vídeos de situações de humor. Todos estavam rindo, menos Eu e Adelana, até porque não entendíamos.
Veio o Pearl Jam, a primeira musica foi bem calma. Foi como se a banda estivesse falando a todos que tomassem seus lugares tranquilos para assistirem ao show. Aproveitei a situação e filmei boa parte da musica. Deixei o celular bem à frente e na altura da cabeça da Adelana (que estava na minha frente). O que percebi de imediato após as 4/5 primeiras musicas foi a maneira mais solta em que o Eddie Vedder estava no palco. Conversava mais com a plateia, se mexia mais. Vedder estava tão a vontade de chegou a cantar em espanhol parte de uma musica.


Durante a sequencia das musicas, algumas merecem destaques...

Lukin (do álbum No Code, 1996), que lembrei do Paulo Cabeça, um dos membros do blog e que gosta muito dessa musica. Gosta tanto que é o nome dessa musica o qual ele resolveu batizar o seu email pessoal \o/
Corduroy* (Do álbum Vitalogy, 1994), sempre apaixonante com seu primeiro verso: “A espera me deixou louco, você finalmente está aqui e eu estou perturbado
In Hiding* (do álbum Yield, 1998), está na lista das canções que sempre esperei em ouvir ao vivo.
Hail, Hail* (do álbum No Code, 1996), com toda sua velocidade, mas com um trecho que 'desde não lembro mais' escrevo para a Adelana (e ela escreve pra mim): “Te amo, juro que te amarei até o dia em que eu morrer...ou até além”.
I Got Id* (do álbum Rearviewmirror – The Best Of, de 2004), essa aqui provavelmente seja a musica que desde o show de 2005 ‘pedia’ muito pra ser tocada. É sem duvidas uma das minhas favoritas. Estranho é que ela não está em nenhum disco oficial, estava no cd (de 94) que a banda distribui anualmente para os fãs e apareceu no ‘The Best Of de 2004’.
Do The Evolution* (do álbum Yield, 1998), nesse momento, igualmente ao show do Lollapalooza, lembrei bastante do Pablo, que sempre a canta. Acho que a Adelana também lembrou e percebi que ela chorava durante a execução.
Black* (do álbum Ten, 1991), essa tocou bem próximo de Do The Evolution e acho que a Adelana ainda estava com o Pablo no pensamento. Deu as costas pro palco e chorou bastante abraçada a mim.

Fora esses destaques, houve outros, como a carteira que foi atirada ao palco e o Eddie ficou pegando todos os cartões de créditos e colocando em seu próprio bolso e rindo da situação ou quando ele, dessa vez um pouco preocupado, pediu para todos dessem dois passos para trás, para que os que estavam na frente pudessem respirar tranquilos ou quando ele falou sobre as fortes chuvas que mataram varias pessoas no país.

Dito isso tudo acima, não é de se espantar em pensar que esse show foi melhor que o de São Paulo. Tem muita coisa envolvida, entre elas a mais importante: a Adelana estava lá comigo.
Quando o show terminou, andamos um pouco por entre a multidão pra ver se achávamos uma bandeira do Brasil que avistei no meio da plateia, mas não conseguimos. O que achamos foi muita lama. Muita mesmo. Andamos borrando os tênis e fomos até a lojinha para comprar alguma camisa. Além da camisa comprei também o pôster do show.
No percurso de volta, andamos um bocadinho até a pista fora da parte do Porto Madero, a Adelana estava com os pés fudi-d-o-dos. Tivemos sorte de pegar um taxista gente boa que nos levou direto para o hotel, sem rodar para o valor aumentar (como tenho certeza disso? celular e gps, baby!).



Como falei no inicio da postagem do outro texto sobre esse 3 de Abril, esse dia entrou definitivamente na sala dos dias inesquecíveis e que sempre serão lembrados e falados por nós pra muita gente.
Um dia, acima de tudo, de nós dois.







Leia Também: 
Pearl Jam 31/03/2013 - Lollapalooza, São Paulo
06/11/2011, Pearl Jam no Rio de Janeiro, Eu Fui!
Agora eu acredito em milagres (show de 2005)




*: clicando nos nomes das músicas, você será direcionado para vídeos no Youtube


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Um dia em Sampa


[DIA 1/04/2013 - PÓS SHOW DE SÃO PAULO]

O dia seguinte ao show do Pearl Jam em terras paulistas ‘caiu’ numa segunda-feira, dia que os museus (principalmente) estão fechados. Por isso, a minha ideia de visitar o Museu do Futebol e Museu do Ipiranga ficou para uma próxima.
De qualquer forma fui até a Avenida Paulista e lá achei um local próprio para informações turísticas (fica próximo ao MASP). Lá fui muito bem recebido, recebi dicas para o dia e um folheto com mapa e as estações do metrô. Fui até o prédio do Banespa para visualizar a cidade láaaaaaaaa do alto. Quando cheguei ao Banespa, após passar na Galeria do Rock, vi uma fila de – no mínimo – 3 horas para enfim chegar a minha vez. Resolvi desistir.
Dei mais uma caminhada pelo centro e resolvi voltar ao hotel.

Nesse dia andei bastante de metrô e acho esse meio de transporte publico muito bacana. Claro que há os pós e contras, porém o considero de muita importância para alguém que está visitando uma cidade grande e quer conhecer vários lugares de uma maneira rápida.


Lembrando que eu já havia feito o 'check-out' no hotel, porém a minha mochila ainda estava lá. Nessa noite eu ‘dormi’ no aeroporto, fui esperar a Adelana que iria chegar as 4 da manhã.



P.s. Existe uma postagem no blog com um pequeno resumo desse dia, mas como foi feito via celular durante a viagem, resolvi escrever de novo.








Ver mapa maior

Vedder bebendo vinho durante o show do Puscifer - Lollapalooza


Durante a apresentação da banda Puscifer (bem fraquinha, por sinal), Eddie Velho subiu no palco para tomar um pouco de vinho e fumar um cigarro. A turma que estava na fila do gargarejo esperando pelo Pearl Jam desde 2011 pirou, óbvio.
A verdade é que esse foi o único momento bacana do show do Puscifer, vou nem mentir. 





Multishow


Como falei na postagem anterior, a bandeira do Ferroviário fez suuuucesso no Lollapalooza. Fui entrevistado por causa da bandeira.









Para ver o vídeo no site da Multishow, clique aqui.















Lembrando que as vezes o site da Globo.tv não carrega de primeira, caso a pagina não abra, clique em ‘recarregue’  









Show completo de São Paulo 2013

Vídeo do show do Pearl Jam no Lollapalooza Brasil 2013. Show realizado no dia 31/03/2013 e transmitido pelo canal Multishow no dia 06/04/2013.





Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Why Go
Interstellar Overdrive (Pink Floyd)
Corduroy
Comatose
Olé
Do the Evolution
Wishlist
Got Some
Even Flow
Nothingman
Insignificance
Daughter/W.M.A.
World Wide Suicide
Jeremy
Unthought Known
State of Love and Trust
Rearviewmirror
Given to Fly

Not For You
Better Man
Black
I Believe in Miracles (Ramones)
Go
Alive
Baba O'Riley (The Who)
Yellow Ledbetter


Pearl Jam, 31/03/2013, Lollapalooza, São Paulo


[DIA 31/03/13 - SHOW LOLLAPALOOZA-SAMPA]

Vou tentar voltar um pouco no tempo e lembrar como foi o dia 31 de Março ultimo...
Antes de começar, tenho que voltar até a noite do dia 30... que após a volta do Paulo Cabeça para Fortaleza, ficou uma duvida em mim. Seguinte, eu iria para o festival lá pelo inicio da tarde, sozinho, correndo o risco de ficar bem distante do palco e ainda por cima sem conhecer ninguém ou ir com a turma que havia conhecido no Grupo formado no Facebook? O detalhe de ir com a turma é que eles iriam pra lá às 5 da manhã!
Alguns pontos favoráveis para ir no fim da tarde: poderia descansar bem pela manhã e ainda poderia dar uma caminhada na cidade.
Pontos favoráveis de ir cedo: a volta do festival, na madrugada poderia ser só e algum taxista mala poderia me cobrar os olhos da cara. Isso tanto na ida como na volta.



Resolvi ir com a turma e acho que tomei a decisão certa. As filas em grandes shows são sempre um barato a mais, apesar de desconhecidos, a turma está ali pelo mesmo objetivo, então o horário passa rápido. É meio que um BBB sem câmera, com varias pessoas de lugares diferentes que acabaram de se conhecer.
Dentro do festival, fui direto para o palco que o Pearl Jam iria tocar. Joguei a bandeira do Ferroviário onde eu iria ficar e curti umas horas embaixo de um sol até forte em Sampa. Ah, e por falar na bandeira, por causa dela chamei a atenção do pessoal do Canal Multishow e dei entrevista e tudo mais:)


Com o passar do tempo, o numero de pessoas no local foi aumentando, e os shows antes do Pearl Jam foram rolando (alguns bem sem graça). O show do The Hives foi  o mais interessante. Mas foi durante a apresentação do Puscifer que a turma foi ao delírio, tudo por conta de uma visita do Eddie Vedder no palco, para beber uma taça de vinho que o vocalista da banda estava oferecendo.

Quando chegou a hora do Pearl Jam, a turma estava amontoada em frente ao palco. Confesso que as primeiras musicas foram difíceis de acompanhar. A turma se empurrando procurando espaço onde não havia. Muitas pessoas foram retiradas pelos bombeiros.
Com a saída de algumas pessoas, o local foi melhorando e com ele o show. Foram 25 musicas.  Duas horas e alguma coisa de muita alegria. Já havia me tocado disso antes e é sempre bacana viver a duvida de qual musica viria em seguida a que estava tocando. A surpresa na sequencia das musicas durante os shows do Pearl Jam é sempre um caso a parte e acho que é justamente isso que faz com que muitos pirem a cabeça para ir aos shows deles.




Show de São Paulo foi muito bom, apesar de ter saído do Jockey Club com a sensação que os de Curitiba (2005) e Rio (2011) foram melhores.














A partir daquele momento, pós show do Pearl Jam (terceiro ‘pós’, no caso), pela primeira vez saí do show já mirando um outro em poucos dias. E o melhor: A Adelana estaria comigo. 




Buenos Aires/São Paulo/Fortaleza


Voltamos a Fortaleza!!!
Os dias em São Paulo e – principalmente – Buenos Aires foram inesquecíveis. Tem muita coisa pra ser registrada, varias dicas sobre os locais que poderão servir pra outras pessoas e até pra nós mesmos no futuro.
Já estou no dia 10 de Abril, mas devo ir atualizando daqui pra frente sempre com a data do dia em questão no inicio da postagem.

Até lá!



terça-feira, 2 de abril de 2013

Show do Pearl Jam e a Transmissão da Tv

Todo o festival do Lollapalooza (Brasil) foi transmitido via tv e web (apenas os shows que começavam antes das 3 da tarde não eram transmitidos. Apenas uma banda vetou a exibição da própria apresentação: O Pearl Jam.
Achei o episódio do veto muito parecido com o que aconteceu no festival Made in America (Estados Unidos), onde a produção do evento divulgou ao mundo que seria transmitido o show do Pearl Jam,  mas eles ainda não haviam falado com a banda. Resultado: o PJ não autorizou a exibição.
Daí que o episódio se repete.
Mas eis que, diferente do festival dos Estados Unidos,  o canal Multishow conseguiu o aval deles para que o show seja transmitido na noite do dia 6/04 (que por sinal, é o aniversário da Adelana).
Vamos acionar o botão REC?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

São Paulo, 1/04/2013 - O Dia Seguinte.

Não vou escrever aqui sobre o show em si, até porque definitivamente esse não é o momento.  Estou sentado no chão, no saguão do Aeroporto de Guarulhos, aproveitando uma tomada elétrica para carregar o celular.

Nesse momento a Adelana também está no aeroporto,  mas no de Fortaleza.  Deve chegar por aqui as 4 da manhã (na madrugada de 1 p/ 2/04). Na manhã do dia 02 vamos a Buenos Aires.

Hoje dei uma volta por Sampa. Caminhei bastante e conheci alguma coisa na cidade. Aja visto que não tinha saído no dia antes do show. Foi legal.

Bom, até o próximo registro.

sábado, 30 de março de 2013

É amanhã!!!

No exato momento ta rolando o show do The Black Keys no Lollapalooza (transmitido pelo canal Multishow). Amanhã,  nesse mesmo horário o palco (e a transmissão) será ocupado pelo Pearl Jam.
Lá vou eu, indo pela primeira vez sozinho para um show. Provavelmente vai ter 60 mil pessoas lá.
Com a volta do Paulo para Fortaleza,  fiquei meio que só na cidade. Porém,  no mesmo hotel que estou hospedado,  tem algumas pessoas que vieram ao festival por causa do PJ e daí que devo ir com eles. Só que tem um detalhe: eles vão sair do hotel as 5 da manhã!
Pelo jeito vou ter que acordar bem cedo...
Até lá!

Vibrar por dois

Bom...quem acompanha o blog vai lembrar que há poucos dias citei que poderia acontecer do Cabeça não ir (vir, no caso) a Sampa. Pois bem, ele veio. E voltou.
Ele já deu notícias lá de Fortaleza. Fica pra próxima.
Queria apenas deixar registrado.