Mostrando postagens com marcador Danilo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Danilo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Bye São Paulo, Olá Brasília!!!

15 de Novembro
Turnê 2015 dia #11, São Paulo dia #5 e #1 em Brasília 





Mais um dia pós show.


Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê: Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas em São Paulo...

São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em 2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.




Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael (membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :), almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram – virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)


Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/

Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia Azul.




Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta de...de... morros).


Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade), Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já merecida.


Boa noite, Brasília!   




sábado, 5 de dezembro de 2015

Dois pelo preço de um em São Paulo

12 e 13 de Novembro
Turnê 2015 dias #8 e #9, São Paulo dias #2 e #3


Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro, faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos – com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.


Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas) buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter adorado essa dieta).



Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e vindas (ou tentativas de ir e vir).


Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista)  que enfim havíamos chegado a cidade... com seu cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio, Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).



Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos para onde ir e além de tudo, já era noite.

Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo depois foi a vez do Danilo.

Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de todos.

Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/



Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o anterior...





A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que chegou já no finzinho.

Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a todo instante quem eram os que faltavam.

Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.



Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta feira 13!). A chuva estava anunciada.


Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).

Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar :)








quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Bye Buenos Aires. Olá São Paulo!


11 de Novembro
Turnê 2015 dia #7, Buenos Aires dia #7 e #1 em São Paulo 



Chegamos ao último dia em Buenos Aires (carinhas de choro)...que na verdade nem pode ser chamado de ‘último dia’, até porque o que tínhamos pra fazer naquela manhã seria apenas a parte do café da manhã e aeroporto.
O aeroporto (Ezeiza) fica a pouco menos de uma hora do centro de Buenos Aires e como vôos internacionais pedem para chegar com duas horas de antecedência...


O trajeto até o aeroporto tem início na principal avenida da capital portenha, e é nessa hora que começa a cair a ficha que infelizmente estamos deixando Buenos Aires para trás. Deixando para trás o esforçado português (ou ‘portunhol’) vindo dos que lá nos atenderam (bem). Deixando para trás a bela arquitetura e verdes bosques. Deixando para trás o viver cotidiano com duas moedas diferentes na carteira e os câmbios que se confundem. Deixando para trás o Sol que só se levanta as 7:30 da manhã. Deixando para trás os restaurantes com registro permanente de pecado da gula.
Deixando para trás uma cidade que fomos (mais uma vez) muito bem recebidos.




O vôo foi bem tranquilo, porém o pouso em São Paulo foi qualificado como o mais (na verdade o único) desconfortável. Acho até que isso é algo que vem de ‘bônus’ quando se visita à capital paulista, a maneira fechada/atropelada/com regras ou nenhuma/solitária de se viver faz com que algumas coisas, nem sempre boas, sejam aceitas.

Chegamos com o cair do Sol, mas colocamos os pés no apartamento que o Danilo mora apenas na noite daquele dia 11 (data do primeiro show do Pearl Jam em terras brasileiras na turnê 2015). 



O restante da noite foram de Periscope (vídeos ao vivo por internautas) do show de Porto Alegre, sanduíches com cores estranhas, medo de gato e descanso.





Boa noite.




Leia também:
Buenos Aires, 6º dia




sábado, 28 de novembro de 2015

Repeteco de dia, mas com Sol


10 de Novembro
Turnê 2015 dia #6, Buenos Aires dia #6 




 Antes de escrever sobre o dia 10, passei uma olhada sobre as fotos desse dia e percebi que os lugares visitados acabaram sendo os mesmos do dia 9. Mas como assim?



O dia anterior havia sido bem peculiar, visitamos os lugares desejados, mas não da forma que imaginávamos... além da chuva ter nos ‘expulsado’ da Floralis Generica, o inicio dela também fez com que interrompêssemos as compras no Caminito. Resultado? Esses dois lugares estavam novamente na lista de visita.


Saímos a pé em direção ao Teatro Colón e lá pegamos o ônibus de turismo. A passagem pelo Caminito foi mais longa que imaginávamos, mas dessa vez não almoçamos por lá.

Descemos próximo a Galeria Pacifico e resolvemos almoçar por ali próximo. O restaurante que escolhemos não tinha wi-fi, mas sim uma carne com o brasão de pecado da gula de qualidade. Escrevi e salivei. Sério!


Descemos até o hotel e deixamos lá um mundo de compras e saímos novamente para o Floralis! E ali sim tivemos um fim de tarde sem presa, como nativos da capital portenha que vão ao parque mais próximo da cidade e ficam por lá durante o pôr do sol.






Saímos já no ‘escuro’ do parque (das nações unidas) e fomos até um StarBucks Coffee próxima, quando chegamos lá descobrimos que estávamos com pouco Pesos argentinos e sem cartões de credito e lá na ‘lanchonete’ não aceitava Real :(
Voltamos com o ‘rabinho entre as pernas’.

o tempo havia passado, já era noite e já estava na hora de mais uma vez voltar ao hotel. E aquela vez foi a última da viagem.








quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Olá Mike, Olá Matt, senta aqui com a gente, vamos passar a tarde aqui


8 de Novembro
Turnê 2015 dia #4, Buenos Aires dia #4 


O dia pós show foi, provavelmente, o mais curto de toda a viagem – ou teria sido o mais longo?

A euforia, psicológico, horas em pé e mais alguns motivos nos fizeram acordar um pouco mais tarde naquela manhã de Domingo, o Sol em Buenos Aires fazia jus ao dia e brilhava forte sobre nossas cabeças e apesar de todos os motivos disponíveis para uma tarde de passeios, resolvemos ficar em frente ao hotel da banda. Na verdade, o objetivo inicial seria um período por lá e depois seguir para a região do Palermo e seus inúmeros bosques, mas não foi o que aconteceu.




Chegamos no Four Season (Hotel) por volta de 12:30 pm, nos juntamos a outras 30 a 40 pessoas que estavam lá em busca do mesmo que nós. Tudo muito bem organizando com uma grade demarcando o espaço de nós fãs e garantindo o vai e vem dos hospedes do hotel...eis que um tempo após estarmos lá surge Mike McCready, guitarrista do Pearl Jam. Muito atencioso, foi para uma das pontas da grade para começar o festival de autógrafos e mini bate papos.
McCready começou justamente no lado em que nós estávamos...



Ele avistou o Pablo pendurado em minhas costas e estendeu a mão a ele, enquanto isso o falei sobre o primeiro show do Pearl Jam do Pablo na noite anterior e falei sobre um grupo de fãs do Brasil que fazíamos parte e que juntos tínhamos feito camisas para todos da banda... nesse momento ele me perguntou: ‘Onde estão as camisas?’
Fiquei com cara de taxo e disse que estavam no Brasil e quando chegássemos lá (aqui no Brasil, no caso), iriamos procurar algum deles para entregar. O papo foi rápido, coisa de 20 segundos, mas a maneira como ele deu atenção para ouvir o que Eu estava falando foi de uma simpatia ímpar.
Após esse pequeno dialogo Mike continuo a dar autógrafos e ter pequenas inesquecíveis conversas com os que estavam lá.



(Um jogo estava rodando em segundo plano no celular que estava gravando, por isso essa trilha sonora)





Interessante é que após uns 20 minutos chegaram duas garotas nessa ponta da grade em que estávamos e após ouvir a gente conversando, elas perguntaram se éramos do Brasil e daí começou a puxar assunto... elas perguntaram se alguém da banda já tinha saído, falamos que o Mike tinha sim descido há um tempo e que tinha falado com todos... daí que quando olhamos para toda extensão da grade avistamos o Mike que AINDA  estava lá depois de tanto tempo.

Após o Mike voltar para o hotel, nos perguntamos se estava na hora de ir, mas resolvemos ficar um pouco mais... deveria ser umas 2 horas da tarde naquele momento...

Um tempo depois surge Matt Cameron, baterista da banda. O alvoroço tradicional da turma que fica em pé ao lado da grade foi interrompido quando Matt disse que iria dar uma pequena caminhada e logo voltaria para falar com todos. A turma abriu caminho e ele passou sem perturbações.
Paralelo a isso, Luzia e Gloria, as duas amigas nossa do Rio largaram a fila quilométrica para visitação a Casa Rosada, pegaram um taxi e chegaram no hotel para se juntar a nós. Quando Luzia chegou foi logo perguntando:
‘E então, fora o Mike, quem mais desceu? ’, falamos a ela sobre o Cameron e o passeio a pé pelas ruas próximas... pronto, esse foi o que ela queria.
‘Pois Eu também vou passear, como não?’, com essa frase Luzia foi se afastando de nós e indo a procura do Matt. Minutos depois, ela surge com um sorriso no rosto e uma foto no celular com Cameron :)



Depois disso, Adelana foi comprar um lanche para gente no quarteirão próximo. Nesse meio tempo, Matt retornou e igualmente ao Mike, veio para a ponta da grade onde estávamos e se alegrou ao ver o Pablo pendurado nela. Ele autografou as nossas camisas, e quando tava saindo eu disse a ele que Pablo tinha ido ao show, de imediato ele olhou pra mim e perguntou se Pablo tinha usado proteção (fez a pergunta apontando para os ouvidos), o respondo que sim e ele sorriu positivamente.
Matt voltou ao hotel, logo em seguida Adelana surge. Nós todos fomos falar a ela sobre a novidade e eis que ela também tinha uma novidade...
Adelana falou que passou ao lado do Matt... e não fez nada O_o
Sim, essas coisas acontecem :)
Ela estava com o celular no bolso e poderia ter ‘pelo menos’ ter pedido pra tirar uma foto.
Detalhe: ela estava com uma camisa do Pearl Jam!

O tempo foi passando. A esperança de ver outro membro da banda foi aos poucos perdendo forças. Vez por outra rolava uma movimentação dos seguranças, mas nada. Eis que no cair da noite, uma movimentação de seguranças deixou claro que mais alguém iria sair. E sim, saiu.
Eddie saiu do hotel direto para um carro e saiu com outras pessoas. Foi nessa hora que percebemos que estava mais que na hora de irmos embora.

Saímos de lá com um misto de alegria por ter falado com Mike e Matt e arrependimento por não termos saído de lá antes.
No fim das contas acredito que sempre estamos no lugar que deveríamos estar.

Voltamos pro hotel a pé (a caminhada de um hotel a outro não levava 10 minutos) e o combinado seria um jantar no Puerto Madero.






Em 2013 Eu e Adelana não tínhamos caminhado por Puerto Madero (apenas passamos no ônibus de turismo) e a vontade de conhecer o local no pôr do sol tinha ficado para outro dia.
Puerto Madero é um dos principais lugares de Buenos Aires. Uma área da cidade com uma arquitetura nova, bem diferente do resto da cidade, com seus prédios com estilo antigo.
Pablo só aguentou ficar acordado no restaurante até a colherada final do jantar :)


Bom... foi isso.
como disse no início, esse talvez tenha sido o dia mais curto – ou longo – da viagem.

Até amanhã!
 












domingo, 22 de novembro de 2015

Primeiro show do Pearl Jam que o Pablo foi \0/


7 de Novembro
Turnê 2015 dia #3, Buenos Aires dia #3 







Esse provavelmente seja o dia mais importante da nossa viagem: o dia do primeiro show do Pearl Jam para o Pablo. É o tipo de data (ocasião) que o tatuador ganha uma grana fácil tatoando uns numeros no braço de alguem, é a situação que você captura mil fotos e as imagina todas penduradas na parede da sala, é o dia que você deve contar a seus amigos por longos e longos anos e a cada nova vez contada, mais novidades irão surgir, como uma super memoria que a cada vez solicitada, resolve liberar mais um punhado de boas lembranças.

Pela manhã resolvemos dar uma volta ‘por perto’ do hotel. Antes do roteiro que incluía a Casa Rosada, passamos no hotel em que a banda estava hospedada, além de nós 4 (Eu, Adelana, Pablo e Danilo), outras pessoas também aguardavam por um aceno, autografo, foto ou quem sabe um pequeno bate papo com um membro da banda. Ficamos por lá uma meia hora e em seguida seguimos caminho.



As avenidas próximas a Praça de Maio (Plaza de Mayo) estavam interditadas e isso ajudava a locomoção a pé. O tempo ia passando e percebemos que estava passando da hora de comer algumas coisa e voltar ao hotel para nos ajeitar para o show.

O Show




Nos reencontramos com Cristian (o argentino do bem) e mais algumas outras pessoas que iriam conosco na van: Argentinos, Norte americanos, Croatas e Brasileiros, todos na mesma sintonia, todos a espera de algo único, a alegria.

Além de nós 4, estavam também Luzia e Gloria, duas senhoras do Rio de Janeiro que já conhecíamos virtualmente e que agora estavam ali no mesmo ‘barco’.




Quando descemos da van próximo ao estádio de La Plata, Pablo estava eufórico de alegria, estava na cara dele muito bem escrito em letras legíveis. Do ponto que descemos até o estádio, uns 2 quilômetros de verdes gramas entre duas grandes avenidas nos separava do local do show. Várias pessoas aproveitavam o sol educado de fim de tarde para sentar e beber cerveja enquanto a tão aguardada hora chegava. Naquela caminhada longa em que nós não andávamos, mas sim levitávamos com a ajuda da excitação do momento, visualizei a gente voltando por ali com um vento frio batendo de frente em nosso peito enquanto nossos pés suplicariam por plumas ou pela beira do mar com a maré baixa a encostar suave neles.



Entramos no estádio com piso de cimento (!) ao invés de grama, sentimos o clima, batemos algumas fotos e em seguida procuramos um lugar para sentar e aguardar pela hora do show.

Após uma barulhenta banda de abertura, o Pearl Jam sobe ao palco. Como de costume, 3 músicas calmas para o público ir se acostumando com a realidade. Sobre meus ombros Pablo assistia a tudo. Cantava também. Admirava aquele mar de pessoas que cantava com todas as forças inclusive os acordes de guitarra.
o público argentino é diferente, eles se transformam em algo a mais no evento, uma continuação da banda, um força a mais na descida da ladeira.

Estávamos na pista, no meio do ‘campo’, no lado esquerdo de quem está de frente ao palco. Foi surreal... ou melhor, foi mais incrível que o que Eu imaginava ser. Pablo pulou quando estava em minhas costas ou na do Danilo, pulou mais ainda quando o deixei por um tempo no chão.

O show do Pearl Jam costuma durar 3 horas, nesse tempo eles param por duas vezes para o ‘bis’, no primeiro, eles voltam e tocam duas ou três músicas no violão... após essa sequência Eu percebi que o Pablo dava sinais de cansaço.
Ele veio agitar novamente nas duas últimas músicas do show.


Como falei antes, foi incrível aquele momento nosso. Estávamos ali, nós 3 (+ o Danilo) vivendo tudo aquilo juntos, curtindo algo que não era novidade (pois já fomos a shows com o Pablo), mas era algo que representava uma espera, um sonho que pensávamos que não iriamos conseguir realizar esse ano (a censura no Brasil não permitia a entrada de menores de 10 anos nos shows, a da Argentina sim).

O show acabou.
A caminhada de volta foi justamente como imaginei na chegada, porém as dores nos pés não era sentida no Pablo, pois ele veio chutando latas pela grama até o local que a van estava a nos aguardar.

Vale deixar registrado a maneira como são feitos os sanduíches na saída do show... os vendedores vão simplesmente fazendo os sanduíches e os empilham ao lado da grande churrasqueira. Quando você paga o sanduíche, você tá ‘liberado’ a pegar um dos vários sanduíches. Detalhe: sem guardanapo. Detalhe 2: o sanduíche é muito gostoso.


No caminho de volta pro hotel, acessei Whatsapp e Facebook e vi várias mensagens de amigos ou desconhecidos falando sobre o incrível set list do show. Sim, a sequência foi muito boa, com direito a alguns ‘Lado B’ que você imaginava que só eram tocados no seu próprio quarto.

Era apenas o terceiro dia da viagem e já estávamos eternamente felizes/gratos.

7 de Novembro de 2015, que incrível você Foi, É e sempre Será :)






Set List, Poster, Aúdio e Playlist do show para ouvir



No set list eles não tocaram Present Tense (vale lembrar que no set list original de Buenos Aires 2013 Present Tense também estava lá, mas eles não a tocaram... Estamos em 2015 e a história se repete).
Destaque para Low Light, Footsteps, Imagine (John Lennon) e Red Mosquito \0/





















Muitos acharam estranho unir ondas com a cidade de Buenos Aires... mas tudo bem, esse vai para a parede :)


O áudio do show em breve posto um link aqui para download.


Abaixo um playlist que criei no Spotify com as músicas que rolaram no estadio Unico de La Plata - vale lembrar que Imagine (John Lennon) e Baba O'Riley (The Who) estão com versões originais, já outros covers feito pelo Pearl Jam no show são versões feitas pelo PJ \0/













sábado, 21 de novembro de 2015

Primeiras caminhadas, susto, alivio e mão estendida


05 de Novembro
Turnê 2015 dias #1 e #2, Buenos Aires dias #1 e #2 

Mais uma vez repito: já se foi toda a (nossa) inesquecível turnê por 3 cidades e shows do Pearl Jam, a partir de agora é registrar (quase) tudo o que rolou :)

A viagem até BsAs foi bem tranquila, sem turbulência longas para incomodar. E como falei em um texto anterior, nos encontramos com Danilo em São Paulo e seguimos juntos para a turnê. Além dele, outros amigos foram nos ver no aeroporto paulista enquanto aguardávamos o vôo para a capital portenha.
Chegamos em Buenos Aires quase no dia 6 (como assim?) e mesmo bem próximo das 12 badaladas, deixamos as malas no hotel e fomos passear um pouco e comer alguma coisa.

Turnê 2015 Dia #2, Buenos Aires dia #2 – 6 de Novembro



A manhã do dia 6 de novembro foi reservada para pegar os ingressos do show. Saímos por volta das 11 da manhã do hotel e fomos em direção ao shopping para receber os ingressos. No caminho percebemos que poderíamos ter sérios problemas para a retirada das entradas...
A compra dos ingressos (de nós 3 e do Danilo) foi feita pelo Danilo. Após o problema bizarro que tivemos com nosso cartão de credito tentando comprar o ingresso, falamos com Danilo e ele, na época da venda, resolveu esse problema pra nós.

Pois bem... meses depois da loucura das tantas vezes que a compra (do ingresso) foi ‘aceita’ pela empresa do cartão, mas mesmo assim não tínhamos uma resposta positiva da empresa que estava vendendo o ingresso, estávamos mais uma vez de cara para outro problema (sério) envolvendo ‘cartão’ e ‘ingresso’. O que aconteceu foi o seguinte: Danilo comprou os ingressos com um cartão de credito e não levou esse tal cartão para Buenos Aires, e para retirar os ingressos, teríamos que ter o cartão que foi feita a compra. Pronto, esse aí é o enredo da nossa tarde de terror – na verdade durou infinitas 2 horas.
Chegamos no ponto de troca poucos minutos antes do meio dia, e logo na frente – do lado, nas costas, nas traseiras dos computadores – observávamos em letras garrafais que a retirada dos ingressos só era efetuada com o cartão da compra em mãos.

O ponto de trocas estava fechado e só abriria as 2.
Ficamos por duas horas imaginando como iriamos se safar daquela.
Comprar de novo?
Implorar?
Enviar via Correios ou por algum conhecido o cartão de credito esquecido?
Conseguir uma imagem do cartão?

Meia hora antes da abertura da loja, envio mensagem para o argentino que conheci via Facebook e estava organizando a van para nos levar e trazer de La Plata no dia do show. Expliquei a situação e já o perguntei se ele não conhecia ninguém que estivesse vendendo 4 ingressos...
Ele, antes de tudo me disse que deveríamos ter calma e se ofereceu para ir até ao shopping para nos ajudar com o atendente. De imediato aceitei a ajuda, até porque seria mais interessante um pedido de argentino para argentino.

No início da conversa o atendente só sabia falar a seguinte frase: ‘Não posso fazer nada’. O tempo foi passando, os argumentos do Cristian, o argentino do bem, foram aumentando, a frase do atendente seguia a mesma... até que surge a ideia de enviar, do Brasil, uma foto do cartão.
Essa o atendente aceitou. E foi o que aconteceu \o/


Enfim conseguimos!!!
Saímos de lá e fomos direto para um restaurante tomar a cerveja mais saborosa de todas: aquela que tem o sabor do alivio, da alegria!








Noite

A noite fomos ao encontro de fans em um bar. Lá encontrávamos pessoas de vários lugares do mundo e o mascote da festa foi o Pablo! Todos que passavam o avistavam e queriam tirar uma foto ou perguntar se ele iria ao show, essas coisas. Foi bem bacana a recepção.



Na festa estavam sendo vendidos desenhos do Eddie Vedder por 30 pesos (menos de 10 reais) e hoje me arrependo de ter comprado apenas um... o trabalho é bem feito.





Bom, esse foi o primeiro dia em Buenos Aires...ou melhor, os dois primeiros dias. Tivemos emoção pra dar e vender \o/