sexta-feira, 12 de abril de 2013

Buenos Aires, 2º dia - Manhã e Inicio da tarde


[DIA 03/04/2013 - MANHÃ E INICIO DE TARDE]


Após uma noite que o descanso veio até sem querer, o dia 03/04/2013 começava com todos os ingredientes para se transformar num baita dia histórico, daqueles que a gente enche a boca com agua só de imaginar ou quando nos lembramos dele. O dia do show em BsAs começou cedo. Cedo até demais. Acordamos ainda no escuro! Deixa eu explicar: o fuso horário de lá é igual com o daqui, isso quer dizer que a gente nem precisou mexer no relógio...porém, todavia, entretanto, o dia amanhece bem mais tarde (assim como anoitece bem mais tarde), e já se passava das 7 horas e nada de sol aparecer, muito pelo contrario.

Quando o dia enfim deu o ar da graça, descemos para o desayuno. Um verdadeiro banquete com muita coisa doce. Aqui nesse ponto, juntamente a outros mais, o hotel leva nota 10. A companhia de um (a) cozinheiro (a) todas as manhãs a postos para qualquer pedido deixava o café da manhã ainda mais interessante. E tinha que ser mesmo, até porque depois que descobrimos que o nosso tradicional arroz era quase intragável, o desayuno teria que ser muito bem sortido para aquentar o tranco do dia.
A programação do dia reservava, além do show, uma visita ao Teatro Colón e um passeio pela cidade no Buenos Aires Bus.



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O Teatro tem visitas programadas de 20 em 20 minutos com guias falando em Espanhol e Inglês. É muito bonito, com muito espaço na parte interna. A funcionária que conduzia a visita citou que os corredores do teatro eram usados como passagem de carruagens em décadas atrás. Fora isso, aquela velha tradição, como em todo museu de não poder tirar fotos com flash ou filmar. Além disso, há lugares em que ficam o tempo inteiro de portas fechadas, que sempre que entravamos a guia fechava. Nesses lugares, escutávamos as madeiras rangendo embaixo de nossos pés quando caminhávamos. É realmente um lugar histórico e muito bonito. Na parte onde fica o palco, existe as tradicionais cadeiras em frente ao palco e nas laterais os camarotes em sete andares.
 
Não era permitido filmar, mas...


Quando saímos de lá fomos direto dar uma volta pela cidade no Buenos Aires Bus, um ônibus que percorre grande parte dos pontos turístico da cidade, com informações em áudio em 3 línguas. Quando fomos comprar os tickets, vi que além da compra do dia (24 horas), havia também a opção de 48 horas. Compramos o de 24 horas e no meio do caminho descobrimos que deveríamos ter comprado o de 48 horas. Olha a explicação: o ônibus percorre toda a cidade, existem vários circulando, o intervalo entre um e outro é de aproximadamente 20 minutos. Na cidade tem paradas exclusivas para ele, sempre perto de um ponto turístico. Então o que deveríamos ter feito, comprado o de 48 horas, feito o percurso normalmente no dia atual e no dia seguinte pegaríamos de novo o ônibus e com a opção de ficar descendo onde desejássemos. Simples.
De qualquer forma valeu a pena, claro. Ficamos na parte de cima do ônibus (de dois andares), a parte de cima é completamente aberta, inclusive sem teto (mas quando estávamos nele, havia uma espécie de coberta por cima, como um pau de arara). Um vento frio estava feroz naquele dia, o ar condicionado da cidade estava ligado no máximo e apontado pra nós.


Momento em que passávamos por Puerto Madero

Passamos por vários lugares legais, praticamente todos que imaginávamos visitar. O percurso é de mais de 3 horas, com apenas uma grande parada de uns 20 minutos no bairro La Boca (perto do El Caminito e Estádio do Boca Juniores).


Descemos no ‘fim da linha’ do ônibus e voltamos para o hotel. Durante a volta, achamos um restaurante que aceitava Real. E o melhor, valendo 3,50 e com uma conexão wi-fi muito boa. E foi nesse restaurante que ariscamos comer arroz pela ultima vez em Buenos Aires. Definitivamente eles não conhecem um arroz gostoso.







Chegamos no hotel e em seguida fomos para o show do Pearl Jam.



quinta-feira, 11 de abril de 2013

Buenos Aires, 1º dia


[DIA 02/04/2013]

Quando sentei para escrever sobre o dia da chegada a Buenos Aires percebi que não sabia por onde ‘começar’ a descrever o inicio do dia. Se é certo eu simplesmente começar após o desembarque na cidade ou puxo a história desde o amanhecer do dia 1/04 (segunda-feira, pós show de Sampa – dia o qual passei boa tarde do tempo andando pela cidade paulista) e percorro falando sobre a noite no aeroporto de Guarulhos até a chegada da Adelana já quase pela manhã (4 e pouco da madrugada), com o café da manhã rápido depois de uma fila até chatinha no check in da Tam e o vôo,  que apesar de tranquilo, assistindo ‘As Aventuras de Pi’, (Adelana depois me falou que assistiu ‘Um Sonho de Liberdade’)  não foi ao lado dela e com um pouso ‘Nota 10’ que arrancou aplausos dos que estavam no avião?

E então, por onde começo?

Bom, vou para os primeiros passos na capital Argentina, onde rirmos um pouco de umas setas que indicavam por onde deveria andar os que estavam chegando, os nativos ou estrangeiros... daí que nós vimos uma descida, as placas acima indicavam por onde os estrangeiros deveriam ir, ao lado, para onde os Argentinos... só que onde a placa dos nativos indicava, estava uma escada normal, e a escada rolante seria para os estrangeiros. Hehehehe. Nesse momento eu acho que os Argentinos não respeitaram, até porque as duas escadas levavam para o mesmo lugar. Passamos pela migração, onde uma mulher chatinha nos registrou, tirou foto, aquela coisa burocrática valida. Em seguida veio a alfandega, aqui uma outra funcionaria foi mais simpática. Vale deixar registrado que no avião recebemos um folheto com as algumas perguntas sobre o que estamos trazendo para o país, quanto estamos carregando, essas coisas... quando fomos passar a funcionaria disse que não era necessário, apesar de haver vários papeis ao lado dela respondido.
Fomos direto para o Banco La Nacion trocar algumas ‘Dilmas’ por ‘Cristinas’ (depois escrevo um post dedicado ao lance cambial) e seguindo conselhos de blogs de brasileiros que vivem na Argentina, escolhemos a companhia de taxi do próprio ‘aeropuerto’, é um pouco mais caro, e confiável também.

Bom, na chegada, ainda no avião, o piloto disse que estava chovendo em Buenos Aires, mas quando saímos para pegar o taxi, não estava mais (apesar de estar tudo molhado, com pequenos pingos e de que aeroporto ser bastante distante de BsAs, acho até que fica na região metropolitana ou algo assim). No caminho até BsAs, por uma espécie de BR, com dois pedágios no trajeto, começou a chover muito. Muito mesmo. O motorista vez por outra atendia ligações telefônicas, o som de quem estava do outro lado da linha saia nas caixas de som. O motorista nem diminuía a velocidade por causa da chuva forte ou por estar falando com outra pessoa. Durante o trajeto eu ficava olhando por entre as ruas e comecei a ver ruas alagadas aqui e ali. Vi também uns homens em um bote (depois, no outro dia ficamos sabemos que varias pessoas haviam morrido no país, 5 em BsAs).
Ainda no taxi, quando estávamos percorrendo a tradicional Avenida de Buenos Aires (aquela enorme com o Obelisco ao meio), comecei a achar que havia poucas pessoas nas ruas. Em seguida perguntei ao motorista se aquele dia (uma terça-feira) era feriado e ele me confirmou (Dia das Ilhas Malvínas). Quer dizer, após passar um dia em Sampa com os museus fechado, chegamos em BsAs em um feriado.




Passamos rápido no hotel, deixamos as malas, ~ trocamos as roupas ~ e fomos começar a jornada turística. A maioria das lojas estavam fechadas, fomos para a Galeria Pacifico e provamos o desagradável arroz argentino pela primeira vez. A carne é um pecado, e sim, precisaríamos andar muito para queimar tudo aquilo:)








Começamos a desbravar a cidade pela a Avenida ‘conhecida’ (Avenida 9 de Julho), fomos ao Starbucks Cofee tomar um café com sorvete, paramos numa banca para comprar o nosso chip de celular argentino (foi de muita serventia o uso do 3G dele durante a estadia por lá – e não, o nosso chip não serve de nada lá, claro), fomos muito bem atendido por um senhor já de idade, dono da banca. Ele nos auxiliou nos mostrando onde colocar credito de celular e mostrando um lugar para irmos. Mais da metade do que ele disse ainda estou sem entender.



Já era fim de tarde, caminhamos por perto do Obelisco, tiramos fotos e voltamos para o hotel (nos perdemos um pouco, mas tudo bem). A nossa ideia seria chegarmos, descansar um pouco e irmos jantar no Porto Madeira... deitamos... dormimos...acordei...olhei o relógio e eram 3 da manhã.


O cansaço mostrou as suas armas. A adrenalina/excitação/empolgação/alegria de estar ali nos segurou em pé durante uma boa caminhada quando chegamos a BsAs (posso dizer por mim que sem perceber eu estava exausto, os dois dias anteriores – acordar ainda no escuro para ir ao Lollapalooza, andar por sampa no dia seguinte e ‘dormir’no aeroporto e depois voar, é loucura demais). O cansaço nos deu uma rasteira e perdemos a primeira noite na capital. Mas acho que isso veio na hora certa, o dia seguinte viria a ser o dia do show na Argentina. E o descanso, mesmo sem a gente se tocar que estava cansado, foi de grande valia.



Detalhe que não posso deixar de falar no primeiro texto sobre a cidade: Buenos Aires é linda (e abençoada)... mesmo em reforma.





P.s. Vale lembrar que já existem textos no blog contando algo sobre o primeiro dia na cidade, mas como são pequenos (feitos durante a viagem e via celular), resolvi escrever esse outro.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Um dia em Sampa


[DIA 1/04/2013 - PÓS SHOW DE SÃO PAULO]

O dia seguinte ao show do Pearl Jam em terras paulistas ‘caiu’ numa segunda-feira, dia que os museus (principalmente) estão fechados. Por isso, a minha ideia de visitar o Museu do Futebol e Museu do Ipiranga ficou para uma próxima.
De qualquer forma fui até a Avenida Paulista e lá achei um local próprio para informações turísticas (fica próximo ao MASP). Lá fui muito bem recebido, recebi dicas para o dia e um folheto com mapa e as estações do metrô. Fui até o prédio do Banespa para visualizar a cidade láaaaaaaaa do alto. Quando cheguei ao Banespa, após passar na Galeria do Rock, vi uma fila de – no mínimo – 3 horas para enfim chegar a minha vez. Resolvi desistir.
Dei mais uma caminhada pelo centro e resolvi voltar ao hotel.

Nesse dia andei bastante de metrô e acho esse meio de transporte publico muito bacana. Claro que há os pós e contras, porém o considero de muita importância para alguém que está visitando uma cidade grande e quer conhecer vários lugares de uma maneira rápida.


Lembrando que eu já havia feito o 'check-out' no hotel, porém a minha mochila ainda estava lá. Nessa noite eu ‘dormi’ no aeroporto, fui esperar a Adelana que iria chegar as 4 da manhã.



P.s. Existe uma postagem no blog com um pequeno resumo desse dia, mas como foi feito via celular durante a viagem, resolvi escrever de novo.








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Vedder bebendo vinho durante o show do Puscifer - Lollapalooza


Durante a apresentação da banda Puscifer (bem fraquinha, por sinal), Eddie Velho subiu no palco para tomar um pouco de vinho e fumar um cigarro. A turma que estava na fila do gargarejo esperando pelo Pearl Jam desde 2011 pirou, óbvio.
A verdade é que esse foi o único momento bacana do show do Puscifer, vou nem mentir. 





Multishow


Como falei na postagem anterior, a bandeira do Ferroviário fez suuuucesso no Lollapalooza. Fui entrevistado por causa da bandeira.









Para ver o vídeo no site da Multishow, clique aqui.















Lembrando que as vezes o site da Globo.tv não carrega de primeira, caso a pagina não abra, clique em ‘recarregue’  









Show completo de São Paulo 2013

Vídeo do show do Pearl Jam no Lollapalooza Brasil 2013. Show realizado no dia 31/03/2013 e transmitido pelo canal Multishow no dia 06/04/2013.





Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Why Go
Interstellar Overdrive (Pink Floyd)
Corduroy
Comatose
Olé
Do the Evolution
Wishlist
Got Some
Even Flow
Nothingman
Insignificance
Daughter/W.M.A.
World Wide Suicide
Jeremy
Unthought Known
State of Love and Trust
Rearviewmirror
Given to Fly

Not For You
Better Man
Black
I Believe in Miracles (Ramones)
Go
Alive
Baba O'Riley (The Who)
Yellow Ledbetter


Pearl Jam, 31/03/2013, Lollapalooza, São Paulo


[DIA 31/03/13 - SHOW LOLLAPALOOZA-SAMPA]

Vou tentar voltar um pouco no tempo e lembrar como foi o dia 31 de Março ultimo...
Antes de começar, tenho que voltar até a noite do dia 30... que após a volta do Paulo Cabeça para Fortaleza, ficou uma duvida em mim. Seguinte, eu iria para o festival lá pelo inicio da tarde, sozinho, correndo o risco de ficar bem distante do palco e ainda por cima sem conhecer ninguém ou ir com a turma que havia conhecido no Grupo formado no Facebook? O detalhe de ir com a turma é que eles iriam pra lá às 5 da manhã!
Alguns pontos favoráveis para ir no fim da tarde: poderia descansar bem pela manhã e ainda poderia dar uma caminhada na cidade.
Pontos favoráveis de ir cedo: a volta do festival, na madrugada poderia ser só e algum taxista mala poderia me cobrar os olhos da cara. Isso tanto na ida como na volta.



Resolvi ir com a turma e acho que tomei a decisão certa. As filas em grandes shows são sempre um barato a mais, apesar de desconhecidos, a turma está ali pelo mesmo objetivo, então o horário passa rápido. É meio que um BBB sem câmera, com varias pessoas de lugares diferentes que acabaram de se conhecer.
Dentro do festival, fui direto para o palco que o Pearl Jam iria tocar. Joguei a bandeira do Ferroviário onde eu iria ficar e curti umas horas embaixo de um sol até forte em Sampa. Ah, e por falar na bandeira, por causa dela chamei a atenção do pessoal do Canal Multishow e dei entrevista e tudo mais:)


Com o passar do tempo, o numero de pessoas no local foi aumentando, e os shows antes do Pearl Jam foram rolando (alguns bem sem graça). O show do The Hives foi  o mais interessante. Mas foi durante a apresentação do Puscifer que a turma foi ao delírio, tudo por conta de uma visita do Eddie Vedder no palco, para beber uma taça de vinho que o vocalista da banda estava oferecendo.

Quando chegou a hora do Pearl Jam, a turma estava amontoada em frente ao palco. Confesso que as primeiras musicas foram difíceis de acompanhar. A turma se empurrando procurando espaço onde não havia. Muitas pessoas foram retiradas pelos bombeiros.
Com a saída de algumas pessoas, o local foi melhorando e com ele o show. Foram 25 musicas.  Duas horas e alguma coisa de muita alegria. Já havia me tocado disso antes e é sempre bacana viver a duvida de qual musica viria em seguida a que estava tocando. A surpresa na sequencia das musicas durante os shows do Pearl Jam é sempre um caso a parte e acho que é justamente isso que faz com que muitos pirem a cabeça para ir aos shows deles.




Show de São Paulo foi muito bom, apesar de ter saído do Jockey Club com a sensação que os de Curitiba (2005) e Rio (2011) foram melhores.














A partir daquele momento, pós show do Pearl Jam (terceiro ‘pós’, no caso), pela primeira vez saí do show já mirando um outro em poucos dias. E o melhor: A Adelana estaria comigo. 




Buenos Aires/São Paulo/Fortaleza


Voltamos a Fortaleza!!!
Os dias em São Paulo e – principalmente – Buenos Aires foram inesquecíveis. Tem muita coisa pra ser registrada, varias dicas sobre os locais que poderão servir pra outras pessoas e até pra nós mesmos no futuro.
Já estou no dia 10 de Abril, mas devo ir atualizando daqui pra frente sempre com a data do dia em questão no inicio da postagem.

Até lá!



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Aniversário Mike McCready!


Hoje é comemorado o aniversário do dono do autografo pendurado na parede.



Parabéns Mike McCready!



Argentina, Segundo dia - pré Show.

Saímos para o show umas 6:30 da tarde mais ou menos. Tempo claro ainda. Pegamos um engarrafamento até que interessante. Ainda bem o local do show é bem perto (fica em Porto Madera).
Nos misturamos em meio aquele mar de gente que não fala a nossa lingua. O lugar com muita lama. Se alguem reclamou do Lollapalooza no Jockey Clube,  é porque nunca pisou os pés no Costanera.
Em relação ao show... bom, isso vou deixar para quando voltar a Fortaleza; )

O que tenho a adiantar é: foi o melhor deles. Sem dúvida.

Argentina, Segundo dia

Na manhã do segundo dia em Buenos Aires descobrimos que os dias amanhacem mais tarde (assim como a noite cai bem mais tarde também). Acordamos 6:30 da manhã e o escuro ainda tomava de conta lá fora. Nem sinal de amanhecer. Quando o Sol apareceu, saímos e fomos dar um passeio em um ônibus próprio para turistas que tem um trajeto especial, percorrendo lugares e monumentos de grande importância para a cidade.
A dica em relação ao ônibus é: se for usa-lo, compre o ticket de 48 horas. Dessa forma você vai poder ver todo o trajeto no primeiro dia e no segundo pode pega-lo novamente e descer nos lugares desejados. E ficando então a opção de pegar um dos próximos "ônibus turismo" que fica rodando a cidade.
O tempo/clima estava bastante frio. Um vento de ar-condicionado ligado sempre no máximo tava até interessante.
Após bater bastante perna, formos ao show. Simples.

Ainda sobre o primeiro dia na Argentina

Já estamos no dia 04/04, mas tenho que falar ainda sobre o fim do dia 02/04 - justamente o dia que chegamos aqui. Seguinte, sobre o temporal em Buenos Aires e adjacências,  o temporal foi mesmo grande. A contagem de mortos durante as chuvas já passam dos 48 (5 em Buenos Aires). De lá até cá a programação das tv's daqui dão um destaque quase que exclusivamente para o ocorrido. E pela tv daqui, vi uma matéria falando sobre a repercussão nos jornai brasileiros.

Bom, voltando para a viagem em si, os dois dias anteriores (pré e pós show em São Paulo + a viagem a Buenos Aires) foram sentidos na primeira noite aqui na Argentina e a programação da primeira noite na cidade foi cancelada.

Lembrado que as postagens então sendo feitas via celular,  então melhor resumo vem depois;)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Solo Argentino

Chegamos a Buenos Aires!
Agora o blog é internacional e não cruza um país,  mas sim "os países". Graças a Deus!

Chegamos em baixo de uma baita chuva. O aeroporto fica bem distante da cidade, no caminho vi pessoas andando de bote pelas ruas. Tava punk o temporal.
Almoçamos e demos uma volta pelo centro da cidade. Não vi nenhum outdoor com comercial do festival.

A partir de agora a programação é andar pela cidade inteira.  Claro que antes tem um show pra curtir, até porque não é só de caminhada que vivemos, né? :)

Paramos no hotel, mas mais tarde vamos pra mais uma volta.
Até lá!

Solo Paulista - III

Na manhã de hoje, 02/04, enfim mais um membro do blog aterrizou em terras paulistas...mas, porém,  entretanto,  todavia, ela chegou e não vai curtir o engarrafamento saboroso da capital paulista. Adelana chegou ao aeroporto e daqui mesmo vamos a Buenos Aires.
No exato momento (08:07 da manhã), estamos aguardando o horário do vôo (pouco mais de meia hora).
Até lá!

Show do Pearl Jam e a Transmissão da Tv

Todo o festival do Lollapalooza (Brasil) foi transmitido via tv e web (apenas os shows que começavam antes das 3 da tarde não eram transmitidos. Apenas uma banda vetou a exibição da própria apresentação: O Pearl Jam.
Achei o episódio do veto muito parecido com o que aconteceu no festival Made in America (Estados Unidos), onde a produção do evento divulgou ao mundo que seria transmitido o show do Pearl Jam,  mas eles ainda não haviam falado com a banda. Resultado: o PJ não autorizou a exibição.
Daí que o episódio se repete.
Mas eis que, diferente do festival dos Estados Unidos,  o canal Multishow conseguiu o aval deles para que o show seja transmitido na noite do dia 6/04 (que por sinal, é o aniversário da Adelana).
Vamos acionar o botão REC?