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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Eddie Vedder no Brasil em 2026

Eddie Vedder anunciou, na manhã de hoje, dois shows solo em novembro no Brasil. As duas apresentações acontecerão em São Paulo, dentro do festival Best of Blues and Rock.

A notícia pegou todo mundo com as calças na mão... E tem um detalhe: o anúncio veio justamente no dia da venda de ingressos para o Ten Club. Ou seja, anúncio e venda de ingressos no mesmo dia.

Infelizmente, a ida não vai rolar para boa parte dos membros deste blog. Tarso e Adelana são presença certa na lista dos que não vão.

Tiago Camelo confirmou presença e já garantiu o ingresso. Comprou meia-entrada, documento que ainda não tem.

\o/

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Show do Pearl Jam em Brasília, manhã no zoológico


17 de Novembro 2015
Turnê 2015 dia #11
Brasília dia #3 

Antes de iniciar a falar sobre o dia 17 de novembro de 2015, tenho que obrigatoriamente explicar a sopinha de datas no início desta postagem. Estou em 3 de abril de 2026, enfim atualizando o Blog, dando sequência em algo que eu não deveria ter deixado de lado. Registro aqui o incrível dia do show do Pearl Jam em Brasília, que teve início cedo, fomos pela manhã, com a Tia Dêse ao zoológico da cidade.

Foi um bom passeio, Pablo gostou bastante, olhei agora a pouco fotos e vídeos e confirmei que minha memória não tinha apagado. Tudo estava bem guardado, o trajeto longo até o local, os animais e seus barulhos, alguns deles estavam dormindo, o Pablo falante, lendo os nomes dos animais que lá estavam.
Foi uma manhã muito boa, e que bom poder relembrar.


Interessante é que eu pensava que esse passeio tinha sido um dia após o show.


Após o zoológico fomos pra casa e esperamos o horário de ir ao show.
Pablo ficou com a Tia Dêse e o Guilherme.

Chegamos às 18:30 no estádio. Nesse show compramos o setor arquibancada. Escolhemos Brasília pra ser a cidade onde economizaríamos nos ingressos.
Foi um dos melhores set-lists que presenciei. Espalhadas na sequência estavam ‘Wash’, ‘In My Tree’, Brain of J’, ‘Crazy Mary’ e a que me arrancou algumas lágrimas: ‘Tremor Christ’. 
Nesse show o PJ não tocou ‘Black’, lembro que isso gerou um ‘bafafá’ na época, a plateia ficou pedindo a música pós show, muitas reclamações :)

Visualizando aquele dia, percebo o quanto ele foi incrível. Após o show nos encontramos com várias pessoas que estavam na mesma corrente com a gente. Saímos da arquibancada e fomos para a frente do palco, lá ficamos um tempo com Camelo e membros dos MendiCubs. O encontro com Andreza rendeu uma das fotos mais marcantes daqueles dias - e que simboliza muita coisa, inclusive tudo o que veio após a turnê.


Vale deixar registrado o tempo enorme de atraso do show. 17 de novembro foi uma terça-feira, e muita gente chegou atrasada. A organização do evento resolveu esperar um pouco mais para o início do evento.
Choveu um pouco no fim de tarde, mas não nos molhamos. Já estávamos no estádio e a parte das arquibancadas ficavam na coberta.

Saímos do estádio - que por sinal tem características de Arena com letras maiúsculas, pois é um local que recebe muitas pessoas, mas com a sensação de ser um local pequeno, dá pra entender? - Ainda deu tempo de sentar um pouco nas barraquinhas de lanche, devoramos um sanduíche, esperamos um pouco pela Dêse que foi nos buscar e fomos pra casa.

Não teria um dia mais indicado que esse para que eu retornasse os registros no blog!
Sem dúvida um dos dias mais incríveis de toda a turnê.


Set-list do show de Brasília 2015

Release

Wash

Nothingman

Corduroy

Lightning Bolt

Mind Your Manners

Brain of J.

Tremor Christ

In My Tree

Even Flow

Rain (The Beatles cover)

Unthought Known

My Father's Son

Animal

Daughter

Habit

Given to Fly

Lukin

Rearviewmirror

Encore:

Redemption Song

(Bob Marley & The Wailers cover) (Ed and Boom only)

Mother

(Pink Floyd cover)

Sirens

Jeremy

Supersonic

Why Go

Leash

Porch

Encore 2:

Last Exit

Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town

Better Man

Do the Evolution

Crazy Mary

Alive

Baba O'Riley (The Who cover)

Indifference




P.s.
Esse foi o último dia que vimos o Danilo, após esse show ele pirou a cabeça e saiu bloqueando muita gente nas redes sociais 0_0
P.s.
Texto escrito originalmente dia 3 de Abril de 2026 - 11 anos após 

domingo, 15 de novembro de 2015

Bye São Paulo, Olá Brasília!!!

15 de Novembro 2015
Turnê 2015 dia #11
São Paulo dia #5
 Brasília dia #1 





Mais um dia pós show.


Engraçado, esses dias costumam ser bem interessantes, apesar do pouco descanso e adrenalina a mil na data anterior. Na verdade dessa vez o dia pós show foi também um início, enfim chegamos no dia de ir a última cidade da nossa turnê: Brasília!
Mas antes de falar sobre a capital federal, tenho que registrar as últimas horas em São Paulo...

São Paulo... nunca tinha pisado os pés na megalópole até 2013... e agora, em 2015, fecho com 3 anos seguidos a visitando.




Estranho (ou seria ‘Até que enfim?’), mas foi justamente aqui, nas derradeiras horas em São Paulo que muita coisa bacana aconteceu: visita da Pat e Rafael (membros paulistas de um velho grupo de whatsapp), café da manhã em casa :), almoço na hora de almoço, Passeio e bate papo...
Aqui também ficou claro que as nossas malas estavam bastante pesadas, aqui também foi o momento que começamos a nos despedir de alguns amigos que viveram – virtualmente – a espera/planejamento desses dias e que não iriam à Brasília ou terminariam a turnê por aqui. Estão registrados abraços e mais abraços em nossas mentes, assim como promessas de breves reencontros :)


Nos encontramos com alguns dos ‘MendiCubs’ para o almoço e de lá fomos a um parque próximo. Detalhe para o nome do parque: Buenos Aires! (Detalhe e registro, para não esquecer o belo local).
Ali esquecemos da bolha agitada que movimenta a maior parte da capital paulista, sentamos e jogamos conversa fora por um tempo, longe do barulho sempre presente das motos e carros a disputarem espaço e de tantas outras coisas. Ficamos lá um bom tempo sentados. E nos despedimos.
De lá Danilo foi nos deixar em Guarulhos e lá pegamos o melhor vôo de toda a turnê, pois além de ter sido o mais rápido, foi também o que o Pablo mais curtiu, já que tinha Tv por assinatura particular para todos os passageiros \o/

Chegamos em Brasília. Pousamos em um aeroporto bem acanhado e por um instante até chegamos a pensar que estávamos em outra cidade. Depois acabamos descobrindo que aquele aeroporto na verdade é um terminal exclusivo da companhia Azul.




Saindo do aeroporto avistamos já algumas luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda! (Não resisti :)). Apesar da brincadeira com a letra da música da Legião Urbana, realmente achei Brasília com um visual bem interessante (no dia seguinte me encontrei com o Tiago Camelo na cidade e o perguntei o que ele tinha achado da cidade... e ele me falou que achou bonita... porem sentiu falta de...de... morros).


Em Brasília ficamos (muito bem) hospedados na cada da Dêse, Tia da Adelana. Chegamos em casa (no apartamento, na verdade), Pablo conheceu o Guilherme e ainda deu tempo de saborearmos uma macarronada preparada enquanto nos organizávamos no quarto.
Um vinho suave para acompanhar e preparar melhor ainda o corpo para a noite de descanso já merecida.


Boa noite, Brasília!   




P.s.
Texto escrito originalmente dia 9 de dezembro de 2015

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dois pelo preço de um em São Paulo

12 e 13 de Novembro 2015
Turnê 2015 dias #8 e #9
 São Paulo dias #2 e #3


Já falei em outro texto, mas não custa nada repetir: a turnê já terminou (infelizmente) há uns dias – por sinal, hoje, dia 5 de dezembro, faz um mês que embarcamos numa das mais incríveis de nossas viagens.
Enfim... voltando ao texto...
Igualmente aos outros relatos dos dias dessa turnê, nesse (s) também dei uma olhada nas fotos tirada no (s) dia (s) para dar uma colherzinha de chá para a minha memória... e o engraçado é que os dias em São Paulo foram tão parecidos – com seus engarrafamentos, padarias/restaurantes/fastfoods com alimentos que não estão à altura do pago, com a mistura de raças que se multiplicam e preenchem todo e qualquer metro quadrado, com os tantos verdes pelo caminho, mas não noticiados na Tv...
Os dias foram parecidos e com poucas imagens ou vídeos.


Dia 12 começou com a gente indo ao aeroporto (Congonhas) buscar o Sandro que havia chegado (do show de Porto Alegre e ia ficar com a gente). De lá fomos tomar café (ou almoçar?) no McDonalds (Pablo deve ter adorado essa dieta).



Posso seguir detalhando o dia, mas o certo é que andar de carro em São Paulo definitivamente só em ultimo caso. Isso é fato. Se perde muito tempo com idas e vindas (ou tentativas de ir e vir).


Quando colocamos os pés no chão e saímos caminhando com o vento batendo de frente, sentimos (após mais de 24 horas estando na capital paulista)  que enfim havíamos chegado a cidade... com seu cheiro, os celulares que tomam a atenção de todos, o comercio que tudo tem, o metrô que funciona.
Fomos Eu, Adelana, Pablo e Sandro nesse passeio. Local escolhido: Galeria do Rock. Lá escolhemos tudo com o nome ‘Pearl Jam’ escrito (Chaveiro, Relógio, Caneca, Luminária...). De lá fomos nos encontrar com a Patty e ela nos levou em uma restaurante próxima a Av Paulista. Ali talvez tenha sido a ‘contra mão’ dos lugares que fomos em SP, um lugar bem confortável, com preços idem e comida boa e farta. Durante o tempo que ficamos lá, apareceram Gi e Paula (essa, com o tamborim dado por Eddie Vedder a ela no show de Porto Alegre).



Após papos, risadas e boa comida, seguimos a pé até o hotel onde a banda estava hospedada. Lá, umas 35 pessoas aguardavam o mesmo: alguém da banda aparecer. E diferente de Buenos Aires, que também ficamos em frente ao hotel, em São Paulo não tínhamos para onde ir e além de tudo, já era noite.

Pablo mais uma vez ficou tranquilo a espera, com seu celular ensinando as meninas a jogar um jogo ou outro. O tempo passou, a Fê chegou por lá, um tempo depois foi a vez do Danilo.

Quando já pensávamos em ir embora, Mike (sempre ele) surgiu e fez a alegria de todos.

Fomos embora, amanhã é dia 13 \o/



Manhã do dia 13, Sandro estava conosco e quase era devorado pelo gato (!) do Danilo no amanhecer do dia. O cefé da manhã dessa vez não foi no McDonalds, mas sim numa padaria :) e para não fugir a regra: tome engarrafamento! E como já havíamos acordado tarde, perdido um mundo de tempo no carro e Sandro era um dos votos para irmos ao hotel, esse dia em SP tava com cara de ser bem parecido com o anterior...





A estada no hotel ( O_0 ) foi interessante, com direito a bons bates papos, reencontramos algumas pessoas, conhecemos outras tantas. Camelo e Fê se juntaram a nós, além de Fabio (um conhecido nosso de Fortaleza e que toca em banda cover do PJ) que chegou já no finzinho.

Naquele dia conseguimos autógrafos e sorrisos de Mike (sempre ele), Matt e Jeff. Foi legal a contagem do Pablo com os autógrafos na camisa dele, falando a todo instante quem eram os que faltavam.

Saímos de lá ainda com sol sobre nossas cabeças e fomos almoçar em um restaurante próximo de casa. Pontos altos do restaurante: espaço kids para o Pablo não esquecer que é uma criança e a banda que tocou lá.



Voltamos para casa com um vento muito forte soprando, além de raios cortando o céu, parecia cenas de filmes de sexta-feira 13 (opa, espera aí...era uma sexta feira 13!). A chuva estava anunciada.


Nessa noite, véspera de chuva, Sandro saiu meia noite e foi para a fila do show. Até hoje acho que ele saiu com medo do gato (!).

Até amanhã, dia de show!
Esse sim, um dia totalmente diferente e sem necessidades de fotos para lembrar :)





P.s.
Texto escrito originalmente dia 5 de dezembro de 2015



terça-feira, 11 de novembro de 2014

Meu primeiro show do Pearl Jam.


Por Tiago Camelo

Ha três anos vivia umas das experiências mais emocionantes dessas minhas quase três décadas de existência. Uma paixão, iniciada na minha puberdade, com uma fita K7 velha que reproduzia mais barulho a música. O álbum era o Yield do Pearl Jam e, enquanto todos achavam apenas Do The Evolution a única faixa legal, eu curtia cada canção de uma ponta a outra.
Em 2005, na primeira vinda da banda ao Brasil, me conformei em ficar alheio aos shows. Já em 2011 as expectativas já começaram um ano antes.
A ideia inicial era ir a São Paulo, devido a um amigo, mas por causa de um descuido, não consegui ingressos, então comecei o plano B. Na época não fazia muita questão de conhecer o Rio de Janeiro (Não me preguntem por que?), as opções se limitaram a Curitiba e Porto Alegre, como Rio Grande do Sul sempre me pareceu atraente, não tive dúvidas em escolher meu destino e de Nádia, até o Pearl Jam que ainda foi uma viagem a dois inesquecível.
Logo de início fomos super bem recebidos pelo taxista que nos levou a cidade baixa, bairro onde ficamos hospedados. O primeiro dia foi leve, apenas uma volta ao centro, conhecer os prédios históricos e um bar-pub a noite esquentando para o grande dia.
O 11/11/2011 foi um pouco que bipolar, há exatos três meses havia perdido meu pai, a lembrança desta data me perseguiu em meio a felicidade e as expectativas para a noite, as horas na fila, nove no total, não foram incomodas para quem estava prestes a realizar um sonho. Quando  Morning Passages do Philip Glass começou a tocar e o Pearl Jam entrou tudo se tornou mágico, surreal, indescritível. Para minha surpresa fiquei muito emocionado em Just Breathe e Oceans, composições que faziam parte da minha “lista B”, Alive passou a trazer mais sentido a minha vida depois do show.
No dia seguinte, fomos a Gramado, mesmo com as belezas da cidade, ainda estava extasiado, não caia a ficha da noite anterior. No domingo, ja de volta a Porto Alegre, relaxando o Parque da Redenção confirmava com Nádia o ocorrido de sexta-feira que sempre, isso mesmo, por mais de uma vez, respondia, com um sorriso, que sim.
Até hoje as memórias estão vivas e o desejo de retornar ao Rio Grande do Sul em 2015, agora também para rever amigos que conheci por meio do Pearl Jam, são enormes. Quem sabe, daqui a pouco menos de um ano, eu não esteja escrevendo aqui sobre isso?


Setlist: Pearl Jam ao vivo em Porto Alegre (11/11/2001).

·  Why Go 
·  Do the Evolution 
·  Severed Hand 
·  Corduroy 
·  Got Some 
·  Low Light 
·  Given to Fly 
·  Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 
·  Even Flow 
·  Unthought Known 
·  Present Tense 
·  Daughter (Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It's Ok Tag)
·  1/2 Full 
·  Wishlist 
·  Rats 
·  State of Love and Trust 
·  Black 
·  Encore:
·  Just Breathe 
·  Oceans 
·  Comatose 
·  Light Years 
·  I Believe in Miracles (Ramones cover)
·  The Fixer 
·  Rearviewmirror 
·  Encore 2:
·  Last Kiss (Wayne Cochran cover)
·  Better Man 
·  Crazy Mary (Victoria Williams cover)
·  Jeremy 
·  Alive 
·  Rockin' in the Free World (Neil Young cover)
·  Indifference 
·  Yellow Ledbetter